"A Casa Sobre A Rocha" (Mt5:24).

“O Amor é a Lei de Deus. Viveis para que aprendais a amar. Amais para que aprendais a viver. Nenhuma outra lição é exigida do homem.” (O Livro De Mirdad)

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O Quarto Evangelho

Posted by José Eduardo Glaeser em 31/01/2011

O Quarto Evangelho

Côn. Henrique Soares da Costa
Da Igreja de Maceió

“A flor de toda a Sagrada Escritura é o evangelho,
e a flor do evangelho é o evangelho que nos foi transmitido por João,
cujo sentido profundo e oculto
ninguém conseguirá compreender em toda a plenitude”.

“Ninguém pode captar o sentido do evangelho de João
se não reclina a cabeça sobre o peito de Jesus
e não recebe de Jesus Maria por Mãe”.

(Orígenes)

I. Observações preliminares

O Quarto Evangelho é um evangelho diferente dos sinóticos. Será mesmo um evangelho ou antes uma meditação especulativa, meio hermética e até gnóstica, sobre o Cristo? Será histórico, o chamado Evangelho segundo João?
Trata-se de uma obra diversa dos demais evangelhos: ignora vocábulos caros aos sinóticos (por exemplo: não há as palavras apóstolos, evangelho, batismo, publicano, anunciar, conversão, escriba, etc). O texto contém extravagâncias: duas conclusões (cf. 20,30s e 21,24s); em 14,31 Jesus levanta-se da ceia… e depois o seu discurso continua; o modo de falar de Jesus é totalmente diverso dos sinóticos: longos discursos, numa forma monótona, repetitiva e ondulada; os temas tratados por Jesus são bem diversos: o Senhor não prega o Reino, mas a si próprio (basta pensar na abundância da expressão “EU SOU”); faltam também alguns outros temas importantes, recorrentes nos sinóticos: a infância de Jesus, as tentações, o sermão da montanha, o ensino em parábolas, as expulsões dos demônios, a transfiguração, a instituição da Eucaristia… Por outro lado, apresenta material que não consta nos sinóticos: as alegorias do Bom Pastor, da porta, do grão de trigo e da videira, o discurso sobre o pão da vida, o da ceia, a oração sacerdotal, os episódios das bodas de Cana, da ressurreição de Lázaro e do lava-pés, os diálogos com Nicodemos e com a samaritana… Enquanto nos sinóticos o ministério de Jesus dá-se quase por inteiro na Galiléia, a maior parte do Quarto Evangelho passa-se na Judéia, com poucas cenas na Galiléia. Os discursos de Jesus são numerosos e longos, ao passo que são poucos os episódios narrativos.
No entanto, trata-se de um Evangelho (= Boa Nova): é um anúncio das palavras e obras de Jesus como mensagem salvífica a ser aceita na fé. Como os sinóticos, trata-se de um anúncio de Jesus como Messias e Filho de Deus (cf. 20,31). O Quarto Evangelho não pretende completar os sinóticos; é sim uma tradição independente, que apresenta de um modo todo próprio o mistério de Cristo!

II. Autor, data, destinatários, história literária

Muito se estuda e muito se diz sobre o Quarto Evangelho. Segundo a tradição, seu autor é João, filho Zebedeu e irmão de Tiago Maior, um dos Doze. Seria ele o “Discípulo Amado” ou “o outro discípulo”, que aparece ao lado de Pedro. Um problema é explicar como esse João, um simples pescador galileu era “conhecido do Sumo Sacerdote” (cf. 18,15).
Segundo alguns bons estudiosos, poderíamos, hoje, pensar a formação do evangelho do seguinte modo:
(1) O Discípulo Amado é realmente João, testemunha ocular da história de Jesus e pregador do Evangelho. Com Jesus manteve diálogo íntimo e profundo e ocupou posição de prestígio, junto com Pedro: foi ele quem “viu e acreditou” (cf. 20,28): o “ver” é histórico-testemunhal, o “acreditar” é a leitura fiel do fato, a interpretação religiosa do acontecimento. Ao que tudo indica, este discípulo fora seguidor de João Batista e depois passou para Jesus. São dele as afirmações sobre o Batista: “ele não era a luz, mas viera para dar testemunho da luz” (1,8), não era o Cristo, nem o Esposo, mas apenas o amigo do Esposo (cf. 3,28-30), não realizou sinal algum, mas tudo que disse sobre Jesus era verdade (cf. 10,41). Certamente João não escreveu nada – o texto do Quarto Evangelho é de um grego bom demais para um pescador da Galiléia -, mas João é o fundamento da tradição escrita que viria depois dele. Ele realmente é o pai da tradição joanina!
(2) Do Discípulo Amado surgiu toda uma tradição. A história de Jesus de Nazaré é vista como símbolo e revelação de uma realidade superior que somente pode ser desvendada através da fé. Neste processo inserem-se os sete milagres de Jesus, chamados de sinais, que revelam juntamente com os discursos, quem é Jesus (mais uma vez, observe-se a importância dos “Eu Sou”). Também a paixão-morte-ressurreição são apresentadas de um modo novo. Por seu fundamento no apóstolo João, esta tradição tem profundo conhecimento da topografia da Palestina e da liturgia do Templo. Podemos afirmar que esta tradição já aparece difundida na Palestina antes do ano 70, em língua aramaica (pensem-se nos termos hebraicos e aramaicos usados por João).
(3) A tradição foi posteriormente cristalizada na primeira edição do evangelho, escrito em grego, com a conclusão em Jo 20,30-31. O evangelista (isto é, quem redigiu a tradição deixada pelo apóstolo João) é, portanto, este teólogo que vive no mundo grego, na Ásia Menor, e dirige-se aos judeus-cristãos de cultura grega que aí viviam. Os símbolos de João são bíblicos, há inúmeras referências às festas judaicas e alusões às Escrituras: o dualismo moral tão caro a Qumran, o Verbo que arma a tenda (ekénosen = skn = shekinhah). Há também várias alusões à excomunhão que os cristãos sofreram por parte da sinagoga lá pelo ano 90. Aos judeus-cristãos, refutados pelos judeus, o evangelista convida a permanecer na palavra de Jesus e no seu amor (cf. 8,31; 15,7.9)… “para que continueis a acreditar que Jesus é o Cristo, o Filho de Deus… e tenhais a vida em seu nome” (20,31).
(4) Finalmente, numa segunda edição, além de alguns retoques internos, acrescentou-se o capítulo 21, com nova conclusão geral, exaltando o Discípulo Amado; tanto ele quanto Pedro morrerão; ficará a Igreja com as duas testemunhas: a tradição joanina e o ministério de Pedro (cf. Jo 21,22s; 21,19; 21,15ss). Assim, com toda certeza, o Evangelho de João encontrou sua redação final já entre os anos 90 e 100 de nossa era.

III. O Jesus de João

Para João, Cristo é o Enviado, revelador do Pai. É o Filho de Deus, Senhor, Salvador, pão da vida, luz do mundo, bom pastor, caminho, verdade e vida, ressurreição, verdadeira videira e Verbo encarnado.
João tem um núcleo histórico e apresenta o Jesus histórico, mas seu evangelho não é primariamente uma narração historicamente fidedigna no sentido atual nem é uma crônica de fatos ligados a Jesus de Nazaré. Trata-se, antes, do sentido soteriológico (= salvífico) de sua vida, morte e ressurreição e, mais ainda, de sua Pessoa. O evangelho de João não dissolve a história, mas nos fatos históricos descobre uma significação profunda, que aponta para a identidade e am issão de Jesus, o filho de Deus, revelador único e absoluto do Pai: seu fundamento é a consciência da importância histórica, concreta de Jesus: “O Verbo se fez carne e armou tenda entre nós!” (1,14).
No entanto, a linguagem dos discursos de Jesus não é de Jesus, mas do evangelista (basta comparar com as epístolas e as palavras do próprio Batista – cf. Jo 3,27-36)! Isso não quer dizer que o evangelista tenha imposto uma teologia sua a Jesus, tenha inventado um Jesus: em João, Jesus revela-se a si mesmo como o Salvador e caminho para o Pai, já que dele vem. A intenção do evangelista é explicitar a revelação acontecida na pessoa e na história de Jesus de Nazaré; com sua linguagem própria, ele transmite o que o Senhor revelou e o que a Comunidade eclesial experimentou na fé (cf. 3,11; 21,24). João, numa teologia bem desenvolvida, contempla Jesus do alto da sua glória de ressuscitado. A gente somente compreende bem o Jesus de João e seus gestos e palavras, quando o contempla como o Glorioso-Ressuscitado! Na pobreza dos dias terrenos de Jesus, João deseja mostrar a glória do Filho de Deus.

IV. Uma proposta de leitura de João

Um esquema do Evangelho de João é muitíssimo discutido. Sendo assim, apresentaremos apenas algumas pistas para a leitura.
A. PRÓLOGO (1,1-18)
Trata-se de um hino oriundo dos círculos joaninos que fala da revelação de Deus, de como ele se explicou para nós: através do seu Verbo existente desde o princípio e, depois, feito carne.
Esquema:
A. O Verbo voltado para Deus (vv. 1-2) A’. O Filho no seio do Pai (v. 18)
B. Papel na criação (v. 3) B’. Papel na recriação (v. 17)
C. Dádiva à humanidade (vv. 4-5) C’. Dádiva à humanidade (v. 16)
D. Testemunho de João (vv. 6-8) D’. Testemunho de João (v. 15)
E. O Verbo vem ao mundo (vv. 9-11) E’. O Verbo se faz carne (v. 14)
F. Por intermédio do Verbo nos tornamos filhos de Deus (vv. 12-13)
B. O LIVRO DOS SINAIS (1,19 – 12,50)
Apresenta o ministério de Jesus: por sinais e palavras ele se mostra ao seu povo como revelação do Pai. O resultado é a rejeição.
a) A semana inaugural: Primeiro dia (vv. 19-28), segundo dia (vv. 29-34), terceiro dia (vv. 35-39), quarto dia (vv. 40-42), quinto dia (vv. 43-51), sétimo dia (vv. 2,1-11): “No terceiro dia houve núpcias e ele manifestou a sua glória e seus discípulos creram nele”.
b) Os sete sinais:
O primeiro sinal: a água transformada em vinho (2,1-11): o vinho de Jesus é o último a ser servido, é o melhor e mais abundante: o Cristo fulgura no seu sinal, que produz a fé dos discípulos.
A isso seguem-se três narrativas com a mesma lógica de recriação e superação: a purificação do Templo (Jesus é o novo templo); o encontro com Nicodemos, judeu que estuda Jesus e vem procurá-lo nas trevas (é necessário nascer do Alto, pela água e o Espírito) e o encontro com a Samaritana (Jesus é o Salvador do mundo que dá á água da vida; por ele é possível adorar o Pai em espírito e verdade, superando Jerusalém e o Monte Garizim).
O segundo sinal: a cura do funcionário real em Caná (4,43-54), encerra esta seção. ”Se não virdes sinais não acreditareis…” – Jesus relativiza os sinais: são importantes se levam ao entendimento. Observe-se que o funcionário é um pagão (o centurião?), como os samaritanos que creram. Este sinal, onde Jesus age somente pela sua palavra, já prepara o próximo…
Dos capítulos 5 – 10 são as festas judaicas que servem de marcos para a revelação de Jesus.
O terceiro sinal: a cura do paralítico de Betesda, numa Festa (segundo muitos Pentecostes, festa dos sete sábados): ele faz o que somente Deus pode fazer no sábado; ele tem o poder de julgar.
O quarto sinal: a multiplicação dos pães, numa festa da Páscoa: Jesus é o novo Pão, o novo ázimo: pão de sua Palavra, de sua Carne e seu Sangue. (Na purificação do Templo Jesus já havia expulsado as ovelhas e os bois: ele é o novo Cordeiro!).
O quinto sinal: Jesus caminha à noite sobre as águas: evocação do Êxodo, juntamente com a multiplicação dos pães. Ele se revela como o EU SOU!
O sexto sinal: a cura do cego de nascença, na Festa dos Tabernáculos (procissão de luzes e água lustral de Siloé): Cristo dá a vista ao cego, mandando-o lavar-se em Siloé: “quem tem sede venha a mim e beba!” – promessa do Espírito.
O sétimo sinal: Jesus ressuscita Lázaro logo após a Festa da Dedicação: ele se apresenta como o verdadeiro Consagrado-Dedicado ao Pai. A ressurreição de Lázaro é antecipação da de Jesus e da dos que nele acreditam: “Os mortos ouvirão a voz do Filho de Deus; os que a tiverem ouvido, viverão!” O óleo de Maria guardado para a sepultura e o grão de trigo que cai e morre ligam a morte de Lázaro à de Jesus.
c) A conclusão final: a rejeição de Jesus (12,37-50)
C. O LIVRO DA GLÓRIA
Aos que o aceitam Jesus revela sua glória, retornando ao Pai pela sua Páscoa. Plenamente glorificado, ele comunica o Espírito de vida.
A Última Ceia, com o lava-pés, gesto de extrema humilhação (segundo O. Cullmann é representação não somente da morte como também da Eucaristia, carne e sangue oferecidos ao homem).
O último discurso, centrado nos temas da fé e do amor. – agora o preceito já não mais é amar o próximo como a si mesmo, mas como Jesus que dá a vida. Jesus promete por cinco vezes o Paráclito e termina confiando ao Pai sua Comunidade.
A narrativa da paixão. Cristo é preso numa cena epifânica (EU SOU). A narrativa desenvolve-se em quatro cenas: no jardim, o Eu Sou; o processo judaico, o processo romano que se dá em torno das idéias de “rei” e de “verdade”; finalmente a cruz, que revela a verdadeira realeza de Jesus. Com o “Está consumado!” Jesus, do alto, celebra seu triunfo. A cena do lado aberto é de rico significado…
Jesus ressuscitado: é necessário um olhar diferente para reconhecê-lo; já não se pode retê-lo – ele é transcendente. O Ressuscitado doa o Espírito.
D. COMPLEMENTO
O capítulo 21 é complemento posterior, resultado da segunda redação. Pedro e João, as testemunhas desaparecem: permanece a Igreja, com o ministério petrino, que deve amar e apascentar e a certeza de ser amada pelo Senhor. Assim encerra-se uma época – a das primeiras testemunhas.
Conclusão geral (20,30-31).

V. Conclusão

Ler e meditar o Evangelho de João é uma verdadeira experiência mística de Cristo. É um texto para ser saboreado num clima de oração, docilidade ao Espírito Santo e profundo espírito de fé e intimidade com o Senhor.
Além de apresentar o mistério de Cristo deu m modo saborosíssimo, João apresenta-nos os temas fundamentais da fé e do amor, a revelação mais completa dos mistérios da Santíssima Trindade e da Encarnação do Verbo, Filho eterno e Unigênito no seio do Pai, que nos torna filhos adotivos. Apresenta-nos também pontos sobre a doutrina a respeito da Igreja (cf. 10,1-18; 15,1-17; 21,15-17) e dos sacramentos (cf. 3,1-8; 6,51-59; 20,22-23) e apresenta-nos muito sobre o papel da Virgem Maria, a “Mulher”, nova Eva, Mãe da nova humanidade resgatada (cf. 2,1-5; 19,25-27).
Por tudo isso, vale a pena uma leitura meditada, estudiosa e orante do Quarto Evangelho.

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ELE E EU – 30.12.1948

Posted by José Eduardo Glaeser em 31/01/2011

ELE E EU
30.12.1948

Quando te aproximares de Mim em pensamento, cuida para afastares a mínima preocupação com coisas mundanas, para que possas ser totalmente Minha. E se repetires frequentemente esse amoroso esforço de tua mente, isto se tornará um hábito, de viveres mais com teu Criador mais do que com qualquer coisa criada, mais com o invisível do que com o visível. Atingirás o ponto onde usarás as coisas da terra e te relacionarás com as pessoas, apenas por amor do Reino de Deus e para Sua glória. Isto, Minha criança, é puro Amor – nunca pensar em si mesma mas em Deus e como melhor agradá-Lo. Ó, este gesto amoroso de um coração generoso em ascensão direta!
Sabes muito bem que tudo que é temporal tem vida curta. Então, estenda teus braços para a eternidade. Anseia pela eternidade. Isto te coloca num plano mais elevado, teu coração avançando firmemente para esta desconhecida, inimaginável terra. Este é o modo de mirar diretamente no alvo.
Como o caçador se aproxima silenciosa e cautelosamente de sua presa, fixa-te na ‘lembrança de Deus’. Silencia tua memória da terra e deixa tua oração voar diretamente para cima. Eu, teu Senhor, digo-te isto. Não resistirei às flechas que atiras com toda a força de tua vontade. Satisfarei todos os teus desejos, pois apenas Eu sei como satisfazer.
Para estares perfeitamente em paz, pergunta a ti mesma nesse final de ano: ‘Magoei alguém?’ Este ‘alguém’ é Minha imagem. Então vá a este alguém e fala-lhe como uma irmã. Se sua face desagrada-te, veja-Me através dela.”

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VISLUMBRE DA GRAÇA – Liberando os conceitos de “canalização” e “entidades” (David Hoffmeister)

Posted by José Eduardo Glaeser em 31/01/2011

VISLUMBRE DA GRAÇA
Liberando os conceitos de “canalização” e “entidades”

É o Pensamento Amoroso por trás da “entidade” ou “canal” que brilha tãooo Brilhantemente!
Ascensão é um termo para lembrar da Unicidade do Espírito. Os corpos e o cosmos do tempo-espaço da aparente separação desaparece na Unicidade do Que É. Os conceitos de canalização e entidades são passos no processo ou metáforas usadas no Grande Despertar, embora Iluminação seja simplesmente uma Mente Clara livre dos conteúdos da consciência, o ego. Eu me lembro de uma passagem que transmite e aponta para o Estado da Mente Que É incessantemente…
“Faze simplesmente isso: aquieta-te e deixa de lado todos os pensamentos sobre o que és e o que Deus é; todos os conceitos que aprendeste sobre o mundo; todas as imagens que tens de ti mesmo. Esvazia a tua mente de tudo o que ela pensa ser verdadeiro ou falso, bom ou mau, de todo pensamento que julga digno e de todas as idéias das quais se envergonha. Não retenhas nada. Não tragas contigo nenhum pensamento que o passado tenha te ensinado e nenhuma crença que tenhas aprendido com qualquer coisa anteriormente. Esquece-te desse mundo, esquece-te deste curso e vem com as mãos totalmente vazias ao teu Deus.” UCEM (Ex-189.7)
Ahhhhhhh! Assim é a Doce Quietude Interior!

Amor para Todos
David

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VISLUMBRE DA GRAÇA – Gratidão é o Caminho (David Hoffmeister)

Posted by José Eduardo Glaeser em 31/01/2011

VISLUMBRE DA GRAÇA
Gratidão é o Caminho

Olá para todos. Estou sentindo tanto amor e gratidão no meu coração que eu pensei em me sentar e compartilhar meus pensamentos de gratidão com vocês. Pensamentos de Amor são presentes do Coração, e quanto mais compartilhamos esses presentes mais reconhecemos o Significado do Verdadeiro Dar. Vamos celebrar o Nascimento do Amor em nosso Coração neste exato momento.
O Cristo é tão puro e radiante e Inocente. A Mente de Cristo é a Mente que compartilhamos. Eu estendo um convite carinhoso para juntar-se a mim na prece do perdão e cura, que todas as percepções que compartilhamos que velam a Mente de Cristo sejam trazidas à Luz do Amor e da Graça de Deus. Lá no fundo estamos todos no profundo Amor, e então a minha prece é sempre para lembrar o Amor que compartilhamos. Em cada face, em cada esquina, em cada vista e som, que o Amor de Deus nos envolva e nos abençoe. Que habitemos na paz e na felicidade deste dia, deste momento e em todos os momentos. E que o nosso coração seja inundado de alegria!
Eu sou grato por todas as testemunhas da Alegria que tenho visto por muitos, muitos anos. O tempo é um piscar de olhos e tudo parece este exato momento. Realmente Tudo está na Glória do Momento Vivido! Para aqueles que visitaram a PeaceHouse e nos abençoaram com todo o calor do seu coração e a gentileza da sua Presença, eu dou graças. Para aqueles que abriram seus lares e corações durantes as muitas viagens, obrigado por todo o amor e companheirismo e hospitalidade que vocês ofereceram. Vocês são sempre bem-vindos na PeaceHouse e no meu coração. Para aqueles que se correspondem através de cartas e através de emails e postagens e bate-papos através da Internet, e para aqueles que telefonaram ou escreveram para mim na PeaceHouse, obrigado por suas palavras de inspiração e fé. Eu tenho sido abençoado com oportunidade de falar e me corresponder com vocês e compartilhar o que o Espírito quer que eu compartilhe. E tenho sido abençoado através das palavras que o Espírito tem compartilhado através de vocês. E para aqueles com quem eu tive a alegria de viver ou trabalhar junto, agora e por muitos anos em Cincinnati e ao redor do país, eu ofereço minha graças e gratidão por todos os milagres que compartilhamos. Se nos encontramos recentemente ou não, quer tenhamos tido a oportunidade de conversar ou escrever um para o outro recentemente ou não, quero que saibam que vocês estão em meus pensamentos e que os amo muito afetuosamente. Eu sempre os amarei!
Obrigado Deus por nos dar um Plano, um Caminho para Casa, para Você. Obrigado por Sua Orientação Firme ao longo da Estrada que caminhos até Você. Parecemos ter nos desviados algumas vezes, mas Você sempre nos chama de volta. Obrigado pelas dádivas de Fé e Confiança que precisamos para iluminar o caminho interior até o seu Eterno Amor. Que não estejamos preocupados com os negócios do mundo e lutas para sobreviver e desejos do mundo, que em vez disso possamos lembrar da Dádiva do Amor que Você mantém para nós e que possamos receber os que já foi Dado. Milagres abundam, e somos gratos que eles iluminam a mente que os desejam.
Estou rodeado por muitos anjos na PeaceHouse. Graças a vocês e a eles por oferecerem a gentileza e o apoio que faz a jornada para Deus parecer um calmo passeio no parque num claro dia de Primavera. Agora estamos colhendo e nos beneficiando dos frutos dos pensamentos-semente que Deus nos deu para semear. E nós damos graças à Fonte de todos os pensamentos de Amor. Obrigado Deus. Amém.

Amor para sempre & sempre & sempre,
David

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VISLUMBRE DA GRAÇA – Uma Parábola do Despertar (David Hoffmeister)

Posted by José Eduardo Glaeser em 31/01/2011

VISLUMBRE DA GRAÇA
Uma Parábola do Despertar

Era uma vez na ilusão do tempo onde vivia um jovem rapaz, Ele passou pelo mundo sem ver o bem ou o mal; as pessoas o chamavam de tolo, alguns pensavam que ele era um pouco louco, pois este jovem garoto, estava sempre feliz e sempre contente.
Esta alma sem preocupações logo pareceu ser um homem, muitos obstáculos surgiram pelo seu caminho, mas em seu coração ele nunca correu, Ele sabia que ele sempre tinha existido mesmo antes do tempo começar, Ele serviu a um Propósito poderoso despertando no Plano de Deus.
Sua religião era paz interior e todo pensamento uma prece, Ser Um com o Espírito estende um Amor além da comparação, sem necessidade de argumentar ou debater que imagem ou etiqueta vestir Ele apenas viveu Sua Vida no Cuidado Amoroso de Deus.
Provações na “rota” linear parecem ir e vir, Ele enfrenta todas muito bem velejando para onde quer que o Espírito sopre, Seguindo o Curso de Deus um Observador do show, Ele se sintoniza com o Canal do Ser Celestial Tudo que há para Conhecer.
Então lá você tem um mundo perdoado tão maravilhoso, e a Alegria é o lembrete que o tempo foi desenrolado, eu fluo numa Piscina de Felicidade um sorriso na minha aparente estrutura, Observando uma linda tela quando alegremente eu saí do jogo.
Eu só estou aqui observando as rodas rodarem e rodarem, eu realmente amo observá-las rolar.
Não mais rodando no carrossel eu só tive que deixá-lo partir, eu só tive que deixá-lo partir.

Amor & Bênçãos,
David

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