"A Casa Sobre A Rocha" (Mt5:24).

“O Amor é a Lei de Deus. Viveis para que aprendais a amar. Amais para que aprendais a viver. Nenhuma outra lição é exigida do homem.” (O Livro De Mirdad)

O PERDÃO É A DECISÃO DE QUE JÁ ESTAMOS FARTOS DE NOS ESCONDER, SOFRER, ODIAR E IMAGINAR VINGANÇA INUTILMENTE. ELA É A CONSCIENTIZAÇAO DE QUE AS COISAS QUE FIZEMOS A NÓS MESMOS NÃO AFETAM NOSSOS OFENSORES, E QUE ESTAMOS FERINDO UNICAMENTE A NÓS. ESTAMOS DEIXANDO DE SER A CRIANÇA QUE DESOBEDECE PARA DESFORRAR-SE DE SEUS PAIS [do livro: “O Processo do Perdão”, padre William Meninger, OCSO, ed. Santuário, pg 39].

Posted by José Eduardo Glaeser em 15/01/2011

do livro: “O Processo do Perdão”, padre William Meninger, OCSO, ed. Santuário, pg 39.
(Primeiro livro do padre William traduzido para o português, à venda nas boas livrarias):

“O perdão é a decisão de que já estamos fartos de nos esconder, sofrer, odiar e imaginar vingança inutilmente. Ela é a conscientizaçao de que as coisas que fizemos a nós mesmos não afetam nossos ofensores, e que estamos ferindo unicamente a nós. Estamos deixando de ser a criança que desobedece para desforrar-se de seus pais.
O perdão é a verdadeira liberdade. Ele nos livra de ficarmos presos a um acontecimento cruel do passado, que interrompeu o desenvolvimento de nossa vida e nos levou à dor e à tristeza. Ficamos livres para buscar um caminho melhor para o real crescimento e maturidade, para nos tornarmos o que deveríamos ser, em vez de permanecermos crianças subdesenvolvidas e amedrontadas, presas ao horror de uma ofensa passada.
O perdão liberta nossa vida. Ela se torna cheia de surpresas, e reconhecemos aquela “pitada de boas notícias” que aguarda a aceitação de cada um de nós, como nos lembra o filósofo Unamuno. Uma vida nova nos espera, uma vez que optamos pelo perdão e pelas liberdades que ele propicia. Nossos sofrimentos, nossas feridas e cicatrizes transformam-se em um maravilhoso e inesperado presente: a liberdade de recomeçar. Como o Livro de Sirac (ou Eclesiástico) declara:
“A alegria do coração é a vida do homem e o contentamento lhe multiplica os dias. Engana a ti mesmo e consola o coração: expulsa a tristeza para longe de ti. Pois tristeza já causou a perdição de muitos e não traz proveito algum. A inveja e a raiva abreviam os dias e as preocupações trazem a velhice antes do tempo” (Eclo 30,22-24).

VIA COMUNIDADE PE. WILLIAM MENINGER, OCSO

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