"A Casa Sobre A Rocha" (Mt5:24).

“O Amor é a Lei de Deus. Viveis para que aprendais a amar. Amais para que aprendais a viver. Nenhuma outra lição é exigida do homem.” (O Livro De Mirdad)

O SILÊNCIO DA SALVAÇÃO: OUVINDO A MELODIA – 1

Posted by José Eduardo Glaeser em 24/01/2011

[…]

Jesus e o Abandono do Julgamento

Meu artigo “Aprendendo a Ouvir”, no Lighthouse de setembro de 2003, focalizou-se na importância de deixarmos de lado nossas necessidades pessoais (leia-se: especiais), para que possamos ser verdadeiramente capazes de ouvir os pedidos de ajuda e amor de outra pessoa, e responder a eles e aos nossos próprios pedidos também. Eu me referi lá, à metáfora do silêncio na música, e, a sermos capazes de ouvir o “silêncio entre as notas”, para citar o grande violonista Isaac Stern. Esse artigo também teve algum paralelo com meu workshop de 2003, “Cura: Ouvindo a Melodia”. Nesse artigo atual, gostaria de revisitar a idéia de ouvir outra pessoa, enfatizando a impossibilidade de fazer isso enquanto julgamos. Em paralelo a isso, é claro, está o tema importante em Um Curso em Milagres de pedir a ajuda do Espírito Santo, ou olhar para Jesus como nosso modelo de aprendizado.
Além disso, a época de Natal é sempre uma boa oportunidade para nos lembrarmos da importância de nos voltarmos para Jesus, especificamente para aprendermos a ser como ele, deixando de lado os julgamentos do nosso ego, permitindo que seu lugar seja tomado pela visão radiante de perdão e amor de Jesus. Em 1975, Jesus deu uma mensagem importante a Helen, uma que eu freqüentemente cito como um aviso aos estudantes sobre pedir ajuda específica a Jesus para problemas específicos, mesmo quando, no caso dela, o desejo sincero for estar a serviço de outra pessoa. Helen perguntou a Jesus o que deveria dizer a alguém que estava lidando com uma situação difícil. Essa foi a resposta:
Não se esqueça de se você tentar resolver um problema, é porque o terá julgado por si mesma e, então, terá traído seu papel apropriado. Lembre-se, você não precisa de nada, mas tem um estoque inesgotável de amor para dar. Mas ensine essa lição apenas para si mesma. Seu irmão não vai aprendê-la de suas palavras ou dos julgamentos que você depositou sobre ele. Você não precisa nem mesmo dizer uma palavra a ele. Você não pode perguntar, “O que eu devo dizer a ele?” e ouvir a resposta de Deus. Ao invés disso, peça, “Ajude-me a ver esse irmão através dos olhos da verdade e não do julgamento”, e a ajuda de Deus e de Seus anjos vai responder (Ausência de Felicidade, p. 381)
Nós devemos voltar agora a essa idéia importante de que não são nossas palavras que ensinam outros, mas a demonstração do nosso amor livre do ego, o amor que Jesus simboliza para nós. Portanto, ele realmente quer que nós todos peçamos sua ajuda para ouvirmos como ele ouve, e, então, respondermos de forma não julgadora – com amor ao invés de ataque, visão e não julgamento. As implicações aqui são claras. Uma vez que não existe forma de sequer podermos saber o que outra pessoa realmente precisa, precisamos nos focalizar apenas em nós mesmos; especificamente em tirarmos nosso ego do caminho. Só a arrogância do ego nos levaria a acreditar que poderíamos saber quais são os melhores interesses dos outros, e, portanto, como deveríamos responder verbalmente ou em forma de comportamento. Esse ponto evidente é ressaltado na seguinte passagem do manual para professores: […]

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