"A Casa Sobre A Rocha" (Mt5:24).

“O Amor é a Lei de Deus. Viveis para que aprendais a amar. Amais para que aprendais a viver. Nenhuma outra lição é exigida do homem.” (O Livro De Mirdad)

Não Me Chame

Posted by José Eduardo Glaeser em 05/02/2011

Não me chame para ajuntamentos solenes com liturgia religiosa fria e calculada, nos quais até crianças, sobre quem Jesus afirmou “…não as impeçam…” são repreendidas e conduzidas a perderem a simples espontaneidade de ser que lhes é natural, onde quase não se pode sorrir, onde os semblantes são pesados, onde se cultua a forma e a exterioridade.
Não me chame para ambientes religiosos onde se cultua o livro-Bíblia, o papel, a prensa de Guttemberg e não se atenta para A Palavra. Para reverenciar livros o melhor lugar é alguma biblioteca. Essencial é buscar entender o que está dito no Evangelho, não o que está escrito na letra fria, é viver no espírito da Boa Nova que SOMENTE traz Paz.
Não me chame para ambientes cheios de religião com pessoas que sofrem de um surto de povo eleito e entendem-se, no seu autoengano, como reserva moral da sociedade, com a pretensão de serem aquelas por Deus designadas para classificar gente, chamando alguns de salvos e outros de não-salvos, ou apontando quem tem mais luz ou menos luz [..como se isso fosse algo possível de ser feito, uma vez que somente Deus tem essa capacidade e essa competência!].
Não me chame para companhia de religiosos que fazem distinção entre pessoa e pessoa, e excluem gente que Jesus ama e inclui, e com eles bebe e come à mesma mesa.
Não me chame para ambientes em que se valoriza o “pedigree” religioso, em que mede-se a qualidade [risos!] de um discípulo pela quantidade de gerações em que sua família está na denominação. Geralmente [eu disse “geralmente”.. ], um filho de um “crente” de 4ª geração pode tornar-se [Deus o livre disso!] um cretino de 4ª categoria. Formou-se cedo na escola de fariseus e é um dos piores dentre os tipos de religiosos. É cheio de justiça própria.
Não me chame para comunidades religiosas vinculadas à mega denominações que garantem ser proprietárias da pessoa de Jesus, mas fazem, por terem proeminência na sociedade, apenas um uso mais educado e polido da grife *JESUS*.
Não me chame para lugares com agenda religiosa. O encontro dos que celebram a fé acontece da forma mais espontânea possível. Deus não nos coage a NADA. A única resposta que temos que dar a Ele é a obediência, para o bem de nosso próprio ser, movida, tão somente, por gratidão pelo Amor com que Ele nos ama eternamente. Se congregamos é porque faz bem a companhia de outros que tem o mesmo Espírito e se alegram na mesma fé na presença do mesmo Pai. Ponto.
Não me chame para o mero exercício intelectual sobre o conteúdo da Escritura, também não me chame para aprender teologias, pois Deus não cabe em NENHUMA delas, para raciocinar com base em silogismos, nem sobre a teologia do ”…se isso…, segue-se, então, aquilo…”. É suficiente ler o Evangelho e observar de todo coração e raciocínio o ensino de Jesus e o modo como Ele age, posto que Ele próprio é A Palavra.
Não me chame para alguma denominação religiosa que legaliza [..com base na constituição que lhe regulamenta!] o ódio consumado entre duas pessoas que não dirimem seus litígios através da única via ORDENADA pelo MESTRE para trazer a paz, a saber, o AMOR, modo de aferição muito simples para se distinguir uma comunidade de discípulos verdadeiros.

Texto extraído do blog Genizah.
JESUS CHRIST IS THE ROCK (A Sombra Da Cruz Vazia)

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