JESUS (ucembrasil.blogspot.com)

“Enquanto oro, observo em minha mente o encontro com um Jesus de pele escura, feições fortes e másculas, típicas da região onde viveu. Seus olhos são cristalinos e serenos. Sinto cheiro de rosas e, na boca, sabor de mel. Quando fala, sua voz é firme e amorosa. Um calor materno me envolve o coração, agora totalmente livre de medo ou dúvida. Sei que esta é apenas uma percepção particular – aquela que me é útil agora. Formas mudam o tempo inteiro. Cristo nem mesmo é um corpo (e, ao mesmo tempo, pode refletir qualquer um). Não importa. Aquilo que sinto diante dele me faz lembrar que há um jeito diferente de viver: mais suave e doce. Através dele, compreendo profundamente que o amor é a maior força que existe. Que tesouro mais rico poderia haver do que sentar à mesa com ele e todos os outros num banquete de iguais? Poucos minutos de disponibilidade, Jesus se comunica comigo através da maneira que eu possa entender, em sua majestosa generosidade e compaixão. Sua fé em mim me comove: acredita em mim mais do que eu. Sabe que todos nós, cedo ou tarde, nos reconheceremos Cristo. Este é o nosso destino. E, enquanto ainda existe desejo por sonhar, ele nos aparece do exato jeito que precisamos naquele instante. Então, o comum se revela divino.”

VIA UCEM BRASIL

“EU SOU RESPONSÁVEL PELO QUE VEJO. EU ESCOLHO OS SENTIMENTOS QUE EXPERIMENTO E EU DECIDO QUANTO À META QUE QUERO ALCANÇAR. E TODAS AS COISAS QUE PARECEM ME ACONTECER EU AS PEÇO E AS RECEBO CONFORME PEDI.” (LT.21.II.2:3-5)

“É impossível que o Filho de Deus seja simplesmente conduzido por eventos exteriores a ele. É impossível que os acontecimentos que vêm a ele não tenham sido sua escolha.”
(LT.21.II.3:1-2)

“As pessoas falam sobre destino merecido e destino imerecido, recompensa e castigo, desforra e carma.
Tudo isso são apenas designações parciais duma lei existente na Criação: a lei da reciprocidade!
Trata-se de uma lei que existe na Criação inteira desde os seus primórdios, lei essa que foi entrelaçada inseparavelmente no vasto processo do evoluir eterno, como parte indispensável do próprio criar e do desenvolvimento. Como um gigantesco sistema de finíssimos fios de nervos, essa lei mantém e anima o gigantesco Universo, impulsionando permanente movimento, um eterno dar e receber!”
(Abdruschin, Na Luz Da Verdade Volume II, Dissertação: 2 – Destino, Editora: Ordem Do Graal Na Terra, p.88-89)

“Eu sou responsável pelo que vejo.
Eu escolho os sentimentos que experimento e eu decido quanto à meta que quero alcançar.
E todas as coisas que parecem me acontecer eu as peço e as recebo conforme pedi.”
(LT.21.II.2:3-5)

“O SER HUMANO QUE PERMANCE ACORRENTADO INTERIORMENTE…” (ABDRUSCHIN)

“O ser humano que permanece acorrentado interiormente será eternamente escravo, mesmo que seja um rei.”
(Mensagem Do Graal De Abdruschin, Dissertação: “Despertai!”)

“DEVEIS RECEBER DE FORMA ABSOLUTAMENTE NATURAL E PRÁTICA CADA MENSAGEM DE DEUS” (ABDRUSCHIN)

“DEVEIS RECEBER DE FORMA ABSOLUTAMENTE NATURAL E PRÁTICA CADA MENSAGEM DE DEUS”
(ABDRUSCHIN)

“Deveis receber de forma absolutamente natural e prática cada Mensagem de Deus, incorporando-a ao vosso trabalho, ao vosso pensar, a toda a vossa vida! Não deveis considerá-la como algo a ser mantido à parte, conforme sucede atualmente, algo que só procurais como visitas em horas de lazer!”
(Mensagem Do Graal De Abdruschin, Dissertação: “Adoração A Deus”)

O SERMÃO DA MONTANHA – I

Mateus 5

Bem-aventuranças: anseio por um mundo novo – Jesus viu as multidões, subiu à montanha e sentou-se. Os discípulos se aproximaram, e Jesus começou a ensiná-los:
“Felizes os pobres em espírito, porque deles é o Reino do Céu.
Felizes os aflitos, porque serão consolados.
Felizes os mansos, porque possuirão a terra.
Felizes os que têm fome e sede de justiça, porque serão saciados.
Felizes os que são misericordiosos, porque encontrarão misericórdia.
Felizes os puros de coração, porque verão a Deus.
Felizes os que promovem a paz, porque serão chamados filhos de Deus.
Felizes os que são perseguidos por causa da justiça, porque deles é o Reino do Céu.
Felizes vocês, se forem insultados e perseguidos, e se disserem todo tipo de calúnia contra vocês, por causa de mim. 12 Fiquem alegres e contentes, porque será grande para vocês a recompensa no céu. Do mesmo modo perseguiram os profetas que vieram antes de vocês.”
A força do testemunho – “Vocês são o sal da terra. Ora, se o sal perde o gosto, com que poderemos salgá-lo? Não serve para mais nada; serve só para ser jogado fora e ser pisado pelos homens.
Vocês são a luz do mundo. Não pode ficar escondida uma cidade construída sobre um monte. Ninguém acende uma lâmpada para colocá-la debaixo de uma vasilha, e sim para colocá-la no candeeiro, onde ela brilha para todos os que estão em casa. Assim também: que a luz de vocês brilhe diante dos homens, para que eles vejam as boas obras que vocês fazem, e louvem o Pai de vocês que está no céu.”
A lei e a justiça – “Não pensem que eu vim abolir a Lei e os Profetas. Não vim abolir, mas dar-lhes pleno cumprimento. Eu garanto a vocês: antes que o céu e a terra deixem de existir, nem sequer uma letra ou vírgula serão tiradas da Lei, sem que tudo aconteça. Portanto, quem desobedecer a um só desses mandamentos, por menor que seja, e ensinar os outros a fazer o mesmo, será considerado o menor no Reino do Céu. Por outro lado, quem os praticar e ensinar, será considerado grande no Reino do Céu. Com efeito, eu lhes garanto: se a justiça de vocês não superar a dos doutores da Lei e dos fariseus, vocês não entrarão no Reino do Céu.”
Ofensa e reconciliação – “Vocês ouviram o que foi dito aos antigos: ‘Não mate! Quem matar será condenado pelo tribunal’. Eu, porém, lhes digo: todo aquele que fica com raiva do seu irmão, se torna réu perante o tribunal. Quem diz ao seu irmão: ‘imbecil’, se torna réu perante o Sinédrio; quem chama o irmão de ‘idiota’, merece o fogo do inferno. Portanto, se você for até o altar para levar a sua oferta, e aí se lembrar de que o seu irmão tem alguma coisa contra você, deixe a oferta aí diante do altar, e vá primeiro fazer as pazes com seu irmão; depois, volte para apresentar a oferta. Se alguém fez alguma acusação contra você, procure logo entrar em acordo com ele, enquanto estão a caminho do tribunal; senão o acusador entregará você ao juiz, o juiz o entregará ao guarda, e você irá para a prisão. Eu garanto: daí você não sairá, enquanto não pagar até o último centavo.”
Adultério e fidelidade – “Vocês ouviram o que foi dito: ‘Não cometa adultério’. Eu, porém, lhes digo: todo aquele que olha para uma mulher e deseja possuí-la, já cometeu adultério com ela no coração.
Se o olho direito leva você a pecar, arranque-o e jogue-o fora! É melhor perder um membro, do que o seu corpo todo ser jogado no inferno. Se a mão direita leva você a pecar, corte-a e jogue-a fora! É melhor perder um membro do que o seu corpo todo ir para o inferno.
Também foi dito: ‘Quem se divorciar de sua mulher, lhe dê uma certidão de divórcio’. Eu, porém, lhes digo: todo aquele que se divorcia de sua mulher, a não ser por causa de fornicação, faz com que ela se torne adúltera; e quem se casa com a mulher divorciada, comete adultério.”
Juramento e verdade – “Vocês ouviram também o que foi dito aos antigos: ‘Não jure falso’, mas ‘cumpra os seus juramentos para com o Senhor’. Eu, porém, lhes digo: não jurem de modo algum: nem pelo Céu, porque é o trono de Deus; nem pela terra, porque é o suporte onde ele apóia os pés; nem por Jerusalém, porque é a cidade do grande Rei. Não jure nem mesmo pela sua própria cabeça, porque você não pode fazer um só fio de cabelo ficar branco ou preto. Diga apenas ‘sim’, quando é ‘sim’; e ‘não’, quando é ‘não’. O que você disser além disso, vem do Maligno.”
Violência e resistência – “Vocês ouviram o que foi dito: ‘Olho por olho e dente por dente!’ Eu, porém, lhes digo: não se vinguem de quem fez o mal a vocês. Pelo contrário: se alguém lhe dá um tapa na face direita, ofereça também a esquerda! Se alguém faz um processo para tomar de você a túnica, deixe também o manto! Se alguém obriga você a andar um quilômetro, caminhe dois quilômetros com ele! Dê a quem lhe pedir, e não vire as costas a quem lhe pedir emprestado.”
Amar como o Pai ama – “Vocês ouviram o que foi dito: ‘Ame o seu próximo, e odeie o seu inimigo!’ Eu, porém, lhes digo: amem os seus inimigos, e rezem por aqueles que perseguem vocês! Assim vocês se tornarão filhos do Pai que está no céu, porque ele faz o sol nascer sobre maus e bons, e a chuva cair sobre justos e injustos. Pois, se vocês amam somente aqueles que os amam, que recompensa vocês terão? Os cobradores de impostos não fazem a mesma coisa? E se vocês cumprimentam somente seus irmãos, o que é que vocês fazem de extraordinário? Os pagãos não fazem a mesma coisa? Portanto, sejam perfeitos como é perfeito o Pai de vocês que está no céu.”

AS 10 ESTRATEGIAS DE MANIPULAÇÃO MIDIÁTICA

AS 10 ESTRATEGIAS DE MANIPULAÇÃO MIDIÁTICA
(Recebido por E-mail de Maria Tereza Venzke, do blog DESPERTANDO NA LUZ)

Chega de ser enganado, manipulado e dominado. Vejam quais são as técnicas de manipulação através da mídia, verificadas pelo Sociólogo Noam Chomsky, às quais estamos todos submissos. Gente, isso é muito importante de se saber!

As 10 estratégias de manipulação midiática

1. A estratégia da distração. O elemento primordial do controle social é a estratégia da distração, que consiste em desviar a atenção do público dos problemas importantes e das mudanças decididas pelas elites políticas e econômicas, mediante a técnica do dilúvio ou inundação de contínuas distrações e de informações insignificantes. A estratégia da distração é igualmente indispensável para impedir que o público se interesse pelos conhecimentos essenciais, na área da ciência, da economia, da psicologia, da neurobiologia e da cibernética. “Manter a atenção do público distraída, longe dos verdadeiros problemas sociais, cativada por temas sem importância real. Manter o público ocupado, ocupado, ocupado; sem nenhum tempo para pensar; de volta à granja com outros animais (citação do texto “Armas silenciosas para guerras tranquilas”).
2. Criar problemas e depois oferecer soluções. Esse método também é denominado “problema-reação-solução”. Cria-se um problema, uma “situação” previsa para causar certa reação no público a fim de que este seja o mandante das medidas que desejam sejam aceitas. Por exemplo: deixar que se desenvolva ou intensifique a violência urbana, ou organizar atentados sangrentos, a fim de que o público seja o demandante de leis de segurança e políticas em prejuízo da liberdade. Ou também: criar uma crise econômica para forçar a aceitação, como um mal menor, do retrocesso dos direitos sociais e o desmantelamento dos serviços púbicos.
3. A estratégia da gradualidade. Para fazer com que uma medida inaceitável passe a ser aceita basta aplicá-la gradualmente, a conta-gotas, por anos consecutivos. Dessa maneira, condições socioeconômicas radicalmente novas (neoliberalismo) foram impostas durante as décadas de 1980 e 1990. Estado mínimo, privatizações, precariedade, flexibilidade, desemprego em massa, salários que já não asseguram ingressos decentes, tantas mudanças que teriam provocado uma revolução se tivessem sido aplicadas de uma só vez.
4. A estratégia de diferir. Outra maneira de forçar a aceitação de uma decisão impopular é a de apresentá-la como “dolorosa e desnecessária”, obtendo a aceitação pública, no momento, para uma aplicação futura. É mais fácil aceitar um sacrifício futuro do que um sacrificio imediato. Primeiro, porque o esforço não é empregado imediatamente. Logo, porque o público, a massa tem sempre a tendência a esperar ingenuamente que “tudo irá melhorar amanhã” e que o sacrifício exigido poderá ser evitado. Isso dá mais tempo ao público para acostumar-se à ideia de mudança e de aceitá-la com resignação quando chegue o momento.
5. Dirigir-se ao público como se fossem menores de idade. A maior parte da publicidade dirigida ao grande público utiliza discursos, argumentos, personagens e entonação particularmente infantis, muitas vezes próximos à debilidade mental, como se o espectador fosse uma pessoa menor de idade ou portador de distúrbios mentais. Quanto mais tentem enganar o espectador, mais tendem a adotar um tom infantilizante. Por quê? “Ae alguém se dirige a uma pessoa como se ela tivesse 12 anos ou menos, em razão da sugestionabilidade, então, provavelmente, ela terá uma resposta ou ração também desprovida de um sentido crítico (ver “Armas silenciosas para guerras tranquilas”)”.
6. Utilizar o aspecto emocional mais do que a reflexão. Fazer uso do aspecto emocional é uma técnica clássica para causar um curto circuito na análise racional e, finalmente, ao sentido crítico dos indivíduos. Por outro lado, a utilização do registro emocional permite abrir a porta de aceeso ao inconsciente para implantar ou enxertar ideias, desejos, medos e temores, compulsões ou induzir comportamentos…
7. Manter o público na ignorância e na mediocridade. Fazer com que o público seja incapaz de compreender as tecnologias e os métodos utilizados para seu controle e sua escravidão. “A qualidade da educação dada às classes sociais menos favorecidas deve ser a mais pobre e medíocre possível, de forma que a distância da ignorância que planeja entre as classes menos favorecidas e as classes mais favorecidas seja e permaneça impossível de alcançar (ver “Armas silenciosas para guerras tranquilas”).
8. Estimular o público a ser complacente com a mediocridade. Levar o público a crer que é moda o fato de ser estúpido, vulgar e inculto.
9. Reforçar a autoculpabilidade. Fazer as pessoas acreditarem que são culpadas por sua própria desgraça, devido à pouca inteligência, por falta de capacidade ou de esforços. Assim, em vez de rebelar-se contra o sistema econômico, o indivíduo se autodesvalida e se culpa, o que gera um estado depressivo, cujo um dos efeitos é a inibição de sua ação. E sem ação, não há revolução!
10. Conhecer os indivíduos melhor do que eles mesmos se conhecem. No transcurso dosúltimos 50 anos, os avançosacelerados da ciência gerou uma brecha crescente entre os conhecimentos do público e os possuídos e utilizados pelas elites dominantes. Graças à biologia, à neurobiologia e à psicologia aplicada, o “sistema” tem disfrutado de um conhecimento e avançado do ser humano, tanto no aspecto físico quanto no psicológico. O sistema conseguiu conhecer melhor o indivíduo comum do que ele a si mesmo. Isso significa que, na maioria dos casos, o sistema exerce um controle maior e um grande poder sobre os indivíduos, maior do que o dos indivíduos sobre si mesmos.

“O que sabemos é uma gota, o que ignoramos é um oceano.”
(Isaac Newton)

Bento XVI: “Nos Gestos E Palavras Está À Vontade De Deus De Nos Curar”

Bento XVI:
“Nos Gestos E Palavras Está À Vontade De Deus De Nos Curar”

Deus nos fez para a felicidade e ela se faz presente na vida do homem e da mulher na saúde e no bem estar adquiridos com salários dignos, com uma educação e saneamento básico adequado. As escolhas que fazemos muitas vezes nos trazem doenças, aborrecimento e o mal. Um dos males do nosso tempo é o egoísmo, a falta de amor e solidariedade. Vivemos numa sociedade da competição e da ganância. Quem tem muito quer ter mais e não permite que os pequenos tenham o mínimo para sobreviver. Estamos numa sociedade capitalista que sacrifica o trabalho com menores salários em favor do lucro. Muitos ficam a margem da saúde, da moradia, de uma condução digna, de uma educação que promova e prepara a pessoa para uma qualificação adequada. Deus vem ao encontro dos doentes e dos excluídos para darem o melhor que é a saúde restabelecida, a dignidade como pessoa e a sua devida integração na sociedade. Jesus inclui os doentes e os pobres, curando-os para poderem participar da sociedade (Reflexão do Bacharel em Teologia Jose Benedito Schumann Cunha).
O papa Bento XVI encontrou-se na manhã do dia (12/2) com os fiéis e peregrinos presentes na Praça São Pedro para a habitual oração mariana do Angelus. O Pontífice comentou o Evangelho deste domingo, que mostra Jesus em contato com a forma de doença considerada, naquele tempo, a mais grave, a ponto de tornar a pessoa ‘impura’ e de excluí-la das relações sociais: a lepra. Bento XVI lembrou que enquanto Jesus pregava pelos vilarejos da Galileia, um leproso veio ao seu encontro e disse: “Se queres, tens o poder de purificar-me!”. Jesus não fugiu ao contato com aquele homem, pelo contrário, movido de compaixão, estendeu a mão e o tocou – superando a proibição – e lhe disse: “Eu quero, sê purificado!” (www.a12.com 15-02-2012).
“Neste gesto e nas palavras de Cristo há toda a história da salvação, está encarnada a vontade de Deus de nos curar, de nos purificar do mal que nos desfigura e que prejudica as nossas relações”, afirmou o papa. O papa explicou que neste contato entre a mão de Jesus e o leproso, toda barreira entre Deus e a impuridade humana é abatida, não certamente para negar o mal, mas para demonstrar que o amor de Deus é mais forte do que todo mal. “Jesus se fez ‘leproso’ para que nós fôssemos purificados”, acrescentou. O papa citou a experiência de São Francisco, que só se sentiu purificado quando venceu seu temor e abraçou um leproso. “Naquele momento, Jesus curou Francisco da lepra, ou seja, do seu orgulho, e o converteu ao amor de Deus. Eis a Vitória de Cristo, que é a nossa cura profunda e a nossa ressurreição e vida nova!” (www.a12.com 15-02-2012).
As palavras do papa Bento XVI nos servem como alerta e exortação para nós curarmos da lepra do orgulho e da auto-suficiência. Achamos que a individualidade e o egoísmo de nossa parte vão nos levar a uma realização pessoal e provocar o bem a onde estamos. Muitos gritos do povo vêm até nós, não podemos tornar-se surdos aos que estão famintos e marginalizados na nossa sociedade que visa lucro, prazer e poder. Jesus se fez servo sofredor, assumiu nossas dores e ainda se permitiu morrer na cruz como prova de seu amor extremo a humanidade. O seu poder está no serviço da salvação do homem. Deus se torna amigo da humanidade e quer nos ensinar a escola do amor, do perdão e serviço que vão trazer a paz e a justiça verdadeira. Quando somos solidários e compassivos aos irmãos que sofrem na doença, na violência e toda forma de mal, então vamos ver o Reino de Deus já acontecendo no nosso meio, pois o nosso Deus é parceiro e defensor da vida sempre (Reflexão do Bacharel em Teologia Jose Benedito Schumann Cunha).

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ESPIRITUALIDADE? (Recebido por E-mail)

ESPIRITUALIDADE?
(Recebido por E-mail de Maria Tereza Venzke, do blog DESPERTANDO NA LUZ)

Ken Wilber foi muito feliz quando em um de seus livros, “Uma Espiritualidade que Transforma”, colocou um levantamento que foi feito para verificar até aonde o Ser Humano está realmente envolvido em alguma atividade transformadora. Há uma crença muito difundida de que o Oriente está imerso em espiritualidade autêntica e transformadora, enquanto o Ocidente não apresenta nada além do que uma espiritualidade horizontal, interpretativa. Ainda que haja alguma verdade nisso, a situação real é muito sombria, tanto para o Oriente quanto para o Ocidente.
Conta Ken Wilber: “Primeiro, embora seja verdade que o Oriente venha produzindo um maior número de iluminados autênticos, mesmo assim, a percentagem real da população oriental que está engajada em autêntica espiritualidade transformadora é, e sempre foi, extremamente pequena. Uma vez perguntei a Katigiri Roshi, com quem consegui minha primeira experiência de iluminação (espero não ter sido um colapso), quantos grandes mestres Ch’an (China) e Zen (Japão) verdadeiramente existiram. Sem hesitar, ele respondeu “Talvez mil no total”. Perguntei a outro mestre Zen quantos mestres Zens verdadeiramente iluminados – profundamente iluminados – estão vivos hoje, e ele respondeu “Não mais do que uma dúzia.” Vamos considerar para efeito de argumentação que essas sejam respostas não muito precisas. Vejamos os números. Mesmo que considerássemos que só existiu um bilhão de chineses ao longo da história (uma estimativa extremamente baixa), isto significa que apenas mil em um bilhão atingiram a espiritualidade autêntica, transformadora. Para aqueles sem uma calculadora, isto significa 0,000001 da população total.
Se usarmos as percentagens do Ch’an chinês como exemplo genérico, isto significa que se 0,000001 da população está realmente envolvida em espiritualidade autêntica ou genuína, então, 0,999999 da população está envolvida em sistemas de crenças horizontais não-transformadores, inautênticos, meramente interpretativos. E isto significa, sim, que a grande maioria dos “buscadores espirituais” deste país (como de qualquer outro) está envolvida em algo muito menor que acontecimentos autênticos. Sempre foi assim e ainda o é hoje. Este país não é exceção.”
Certa vez alguém perguntou a Sigmund Freud: – “Na verdade, o que o senhor pretende fazendo Psicanálise e qual é o objetivo dela?” Ele, que era uma pessoa autêntica como raras o são, respondeu: “O máximo que podemos fazer é isto: fazer pessoas histericamente infelizes tornarem-se normalmente infelizes; trazemo-las de volta a infelicidade normal, como a de toda a gente. Nós as trazemos de volta à neurose normal da Humanidade.” – Continuou Freud: – “O homem jamais pode ser feliz. O homem só pode ser, ou neuroticamente infeliz, ou normalmente infeliz, mas nunca pode ser feliz”.
Infelizmente, Freud estava certo. Embora certo, este “normalmente infeliz”, pode ser rompido.
Outro aspecto importante, é que quando as pessoas dizem que têm, opiniões diferentes, entendimentos diferentes, ou “visões” diferentes. Na realidade, devemos entender que essas pessoas têm Condicionamentos diferentes. Quando temos uma determinada crença, normalmente, opinamos em função dessa crença. Falamos aquilo que consta dos livros que lemos sobre àquela crença. Estaremos colocando para fora o que existe arquivado em nosso cérebro (memória). Essa memória, é o nosso Sistema de Crenças e Valores. Essa memória, esse Condicionamento, se inicia a partir do nosso nascimento. Portanto, quando as pessoas colocam suas opiniões, estão colocando para fora suas verdades relativas. Essas opiniões, em determinados assuntos, atendem plenamente. Posso perguntar, por exemplo, se hoje vai chover ou não, e alguém, através de determinadas análises, dar a sua colaboração. Todavia, no Campo da Espiritualidade, “crenças” , “opiniões” não possuem, praticamente, nenhum valor. Se temos uma mente cheia de crenças, opiniões, acrescentar mais algumas, só irá piorar a situação, não é verdade?
Há pouco tempo atrás, eu estava em um ônibus quando percebi uma frase escrita nas costas de uma das poltronas: “Se você quer informação, não procure no Jornal do Patrão”. Trata-se de uma frase simples mas de muita profundidade.
Gurdjieff foi criado por uma sociedade nômade. Ele lembra que na sua infância os nômades hipnotizavam seus filhos porque não podiam carregá-los continuamente quando estavam caçando. Eles tinham que deixá-los em algum lugar debaixo de uma árvore, num lugar seguro. Mas qual é a garantia que essas crianças permaneceriam lá? Elas precisavam ser hipnotizadas. Assim eles usavam uma simples estratégia, e utilizaram-na por séculos.
Desde o principio quando a criança é bem pequena, eles a farão sentar debaixo de uma árvore. Eles desenharão um círculo ao redor da criança com uma vara e dirão a ela, “Você não pode sair fora desse círculo; se você sair dele, você será morto”. Agora essas crianças acreditam, assim como você. Porque você é Cristão?… porque seus pais lhe disseram. Porque vocês são Hindus? Porque vocês são Jainistas? Porque vocês são Maometanos?… porque seus pais lhe disseram.
Essas crianças acreditam que se saírem fora do círculo elas morrerão. Eles crescem com esse condicionamento. Você pode tentar persuadi-las: “Saiam, eu lhe darei um doce”. Elas não podem, porque a morte… Mesmo alguma vez se elas tentarem, elas sentem como se uma parede invisível lhes impedissem, as empurra de volta para dentro do círculo. Essa parede só existe na mente delas; não há nenhuma parede, não há nada. A menos que a pessoa que as colocou no círculo venha e retire o círculo, e tire a criança para fora, a criança permanece dentro.
A criança cresce, mas a idéia permanece no inconsciente…
Exatamente os mesmos círculos são desenhados ao nosso redor pela sociedade, pelas crenças etc… As pessoas precisam entender que vivem cercadas de muitos círculos que estão somente nas mentes delas. Eles não têm uma existência real, mas funcionam quase como se fossem reais.
Osho conta em “A Semente de Mostarda” que: “Certa noite, Mulla Nasrusdin bateu à porta às três da manhã. Ele estava bêbado. O dono da casa abriu a janela, olhou para baixo e disse: “Nasrudin, eu já lhe disse que está batendo na porta errada. Esta não é a sua porta. Vá para casa e bata na sua porta. Você está batendo na porta errada.”
Nasrudin olhou para cima e disse: ” O que lhe dá tanta certeza? Quem garante que não é você que está olhando pela janela errada?”
A embriaguez do homem é tal que é impossível pensar: “Eu estou errado.” O outro é que tem de estar errado, mas pensa que o outro pode estar olhando pela janela errada, pensa que está sempre batendo na porta certa.
Você está sempre batendo na porta errada, porque todas as portas deste mundo estão erradas – a menos que bata na porta interna, a qual não faz parte deste mundo. Ela caminha com você, mas não faz parte deste mundo. Você carrega algo dentro de si que não pertence a este mundo. Este algo é o seu tesouro, é a porta através da qual Deus pode ser alcançado.”

Um Curso Em Milagres – #6

“Que eu reconheça hoje que o problema é sempre alguma forma de mágoa que quero alimentar. Que eu compreenda também que a solução é sempre um milagre pelo qual permito que a mágoa seja substituída. Hoje, quero me lembrar da simplicidade da salvação, reforçando a lição de que há um só problema e só há uma solução. O problema é uma mágoa, a solução é um milagre. E eu convido a solução a vir a mim, perdoando a mágoa, e dando as boas-vindas ao milagre que vem ocupar o seu lugar.”
(LE.pI.rII.80.1:2-6)

O PARADIGMA DO EMPREGO (DeRose)

O PARADIGMA DO EMPREGO
DeRose

Que época rica em almas inspiradas! Alexandre Dumas, Victor Hugo, George Sand, Honoré de Balzac, Lizst… Esses e tantos outros, todos juntos numa só época e num só lugar!
Balzac já havia escrito uma carrada de livros, era o mais lido em Paris e suas obras um sucesso pelo mundo afora. A essa altura sua mãe lhe disse: “Honoré, você não nasceu para escrever. Maldita hora em que enfiou essa idéia na cabeça. Você deveria ter um emprego regular e receber um salário, ao invés de viver cheio de dívidas e ser insultado nos jornais pelos críticos que o ridicularizam com suas caricaturas!” Até a Igreja colocou o nome de Balzac na lista negra, considerando seus livros perniciosos. Balzac, o herege, o maldito.
Ah! Se Balzac tivesse ouvido sua mãe… Ah! Se eu tivesse ouvido a minha mãe… Hoje a literatura não teria La Comédie Humaine e eu seria um empregado numa empresa qualquer. Não teria escrito mais de vinte livros, não teria viajado o mundo todo tantas vezes, não teria mudado para melhor a vida de tanta gente. Teria me limitado a trabalhar para viver e viver para trabalhar como as legiões de empregados infelizes, sem motivação, que viveram e morreram sem nunca saber a que vieram ao mundo. Nesta idade, provavelmente, eu estaria velho, pobre e doente, como em geral estão os empregados nessa fase da vida, ansiando por uma aposentadoria que, longe de ser libertadora, constituiria o prenúncio do fim.
Mas, se a instituição do emprego é nociva, por que nossos pais nos aconselham a sermos empregados? Pior: eles nos doutrinam, pressionam e, muitas vezes, obrigam a esse destino desafortunado e sem perspectivas.
Conscientize-se desta realidade humilhante. Um amigo pergunta: “O que o seu filho faz?” E o pai tem que responder: “Ele é um empregado.” Numa situação assim embaraçosa, é normal que esse genitor justifique: “Mas ele está muito bem. É uma carreira de futuro. Uma grande empresa.” (Com sorte e se trabalhar direito, dentro de vinte anos ele poderá estar ganhando bem, se não for despedido antes.)
Quando escuto isso sinto como se o pai de um escravo no Império Romano estivesse respondendo: “Meu filho é escravo. Mas ele está muito bem. Trabalha para um rico senhor, muito conceituado.”
E se o filho ou filha encontra um caminho melhor, instala-se em casa um clima de tragédia e tortura psicológica. Mas os pais não querem justamente o bem dos seus filhos?
Querem. Contudo, são condicionados pelo Sistema e acham honestamente que o melhor é ser empregado.
PRIMEIRO PARADIGMA: O SISTEMA DE ESCRAVAGISMO
Os historiadores estimam que nos últimos 50.000 anos, desde o período pré-histórico até o final do século XIX, o escravagismo era um princípio aceito e praticado por quase todos os povos. Pode-se declarar, então, que a humanidade sempre explorou a escravatura e que a supressão dela no século XX foi um pequeno espasmo, um soluço na história laboral. Era considerada uma prática natural, pois, se não fossem os escravos, quem construiria as grandes obras e quem trabalharia nas residências? O trabalho escravo parecia ter todas as vantagens e sempre contou com o beneplácito da religião. Mesmo pessoas tidas como bondosas e inteligentes não viam nada demais em ter escravos.
SEGUNDO PARADIGMA: A REVOLUÇÃO INDUSTRIAL
Num dado momento, ocorreu um espasmo de transição reforçado, em grande parte, pela revolução industrial. A maior parte das nações e todos os intelectuais, repentinamente, despertaram da sua letargia e declararam-se contra a escravidão. A nova onda era o emprego! O que eles não confessaram – talvez nem se tenham dado conta – é que a legião de empregados era apenas uma leve adaptação do sistema de escravagismo. Ninguém quis reconhecer que a instituição da mão de obra descartável beneficiava a todos, menos aos empregados que eram explorados para que o Sistema se mantivesse em movimento. Sem a massa anônima de empregados, as indústrias não funcionariam; o comércio entraria em colapso; e os serviços, quem os faria? Portanto, o melhor sempre foi usar um tapa-olho e enxergar só a metade que convinha à sociedade. Nessa ótica, os empregados são como os soldados de um exército. Os generais sabem que os soldados estão ali para ser sacrificados. Antes de uma batalha são avaliadas as expectativas de baixas: 30%, 50%, 70% – mas a batalha precisa ser ganha. Para a instituição militar, se o comandante tivesse pena de enviar seus comandados para a carnificina, estaria subvertendo o Sistema e seria, ele próprio, sacrificado. Na instituição do emprego é a mesma coisa. Os empregados ganham mal, são humilhados, contraem doenças laborais e vivem na corda bamba, já que a qualquer momento podem ser demitidos. E o serão, indiscutivelmente. Todo empregado já esteve desempregado e sabe que o estará outras vezes. Então, por que cargas d’água nossos pais nos empurram para esse destino impiedoso? Porque toda a sociedade tem que ser condicionada, mediante uma verdadeira lavagem cerebral sistemática, a considerar que a única opção é ser empregado.
É a mesma coisa com o militarismo. É melhor achar bonito um batalhão marchando ao som de hinos marciais, com seus uniformes e armas viris; é melhor louvar o heroísmo e condecorar os mortos. Porquanto, se questionássemos isso, o que poríamos no lugar? Como garantiríamos a soberania nacional? Como defenderíamos nossos lares?
Assim, mandamos nossos filhos para o sacrifício do emprego, um verdadeiro holocausto, achando que é para o bem deles. Não é. É para o bem da sociedade, que se nutre das vidas dilaceradas de tantos jovens que são obrigados a humilhar-se por um salário ofensivo, em um emprego sem segurança. Mas, se não tem segurança, por que nossos pais aplicam o chavão “a segurança de um emprego”?
É sabido que as empresas demitem. É sabido que se você for demitido com mais de trinta anos de idade será difícil conseguir outra colocação. Com mais de trinta e cinco será quase impossível. Conheço profissionais capacitados, com vários diplomas, que ficaram desempregados por vários anos. Por que ocorre isso? Primeiro, porque o Sistema educa as pessoas para ser empregadas como ideal de vida. Os cursos técnicos e as faculdades todos os anos despejam milhões recém-formados no mercado de trabalho. Isso cria uma oferta maior que a procura, o que desvaloriza o profissional e o obriga a aceitar condições indignas. Segundo, porque um recém-formado tem mais entusiasmo, dedica-se mais, exige menos regalias e aceita um salário mais modesto. Tudo isso, porque ele é jovem, cheio de esperanças, está ali para vencer e quer tomar o lugar dos mais antigos. Como vantagem adicional, tendo sido formado mais recentemente, deve estar mais atualizado. Quem você acha que o empregador vai preferir? O veterano que tem quase dez anos de casa, está mais velho, mais acomodado, já tem família, precisa ganhar mais, exige regalias e não aceita certas tarefas nem hora extra. Quem você acha que o empregador vai preferir? Isso mesmo. Qualquer um escolheria o mais novo. A tão propalada segurança do emprego é uma balela.
TERCEIRO PARADIGMA: A OBSOLESCÊNCIA DA RELAÇÃO PATRÃO/EMPREGADO
Em pleno século XXI, podemos afirmar sem margem de erro que o conceito de emprego e a relação patrão/empregado estão obsoletos. Ainda vão durar bastante, pois a mudança de paradigma demora muito para se processar. Contudo, hoje já existem plenas condições de sucesso para os jovens que optarem por carreiras não convencionais. Aliás, é onde se encontram as maiores e melhores oportunidades.
Fazer faculdade é importante, mas só para quem quer ser empregado.
Acontece que toda a sociedade está estruturada para produzir um contingente humano que constitua força de trabalho. Por isso, desde pequenos sempre escutamos: “Você tem que estudar para conseguir um bom emprego.” Tudo gira em torno disso. Emprego para o homem e casamento para a mulher. Até parece que estamos escrevendo no início do século passado! No entanto, as coisas continuam assim. É como os cadarços dos sapatos. Há mais de meio século, quando eu ainda era criança, lançaram os primeiros calçados sem cordão. Eram os sapatos de fivela. Tempos depois introduziram o elástico. Depois, o velcro. Depois, o zíper. E até hoje a maior parte dos sapatos continua usando os absurdamente unpractisch cadarços que dão trabalho para calçar, para descalçar e desamarram-se o tempo todo, fazendo crianças e adultos tropeçar e cair. Por que continuam usando uma coisa dessas, trabalhosa, sem praticidade e perigosa, ao invés de substituí-la por alguma das muitas alternativas mais modernas? A explicação é que o humanóide demora a incorporar as mudanças.
Com a universidade é a mesma coisa. Antigamente, poucos tinham o privilégio de estudar. O diploma era cobiçado. Os tempos mudaram, não obstante, ainda hoje é assim, especialmente para aqueles que não puderam estudar na época em que ter diploma era chique. Naquela época era um diferencial. Hoje todo o mundo tem diploma. E ele não vale mais nada. Foi banalizado. Quem cursa uma faculdade “para conseguir um bom emprego” vai ficar desempregado se não fizer uma pós-graduação no exterior, mestrado, doutorado, especializações, etc. Isso custa caro. Custa tempo. Anos verdes de vida, anos preciosos de início de carreira na juventude. Quando o brilhante e esforçado estudante consegue ingressar no mercado de trabalho terá perdido tanto tempo que jamais aprenderá a ganhar dinheiro, como o aprenderam aqueles que, sem diploma algum, começaram a trabalhar em tenra idade.
Estaríamos pregando que os jovens deixassem de estudar? De forma alguma. Mas defendemos o direito de quem quiser estudar para ser empregado numa carreira comum, que o seja; mas, por outro lado, que respeitemos a liberdade de escolha de quem quiser seguir uma carreira nova, criativa, inusitada, que o realize e gratifique mais. Ainda que seja a de saxofonista ou a de instrutor de Yôga!

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