"A Casa Sobre A Rocha" (Mt5:24).

“O Amor é a Lei de Deus. Viveis para que aprendais a amar. Amais para que aprendais a viver. Nenhuma outra lição é exigida do homem.” (O Livro De Mirdad)

UMA BELA EXALTAÇÃO DO PRIMEIRO MANDAMENTO (EX20:1-2)

Posted by José Eduardo Glaeser em 16/11/2018

“E Deus falou todas estas palavras: ‘Eu Sou Yahweh, o SENHOR, teu Deus, que te fez sair da terra do Egito, da casa da escravidão!” (Ex20:1-2)

Não vos apavoreis, não temais; não vo-lo dei a conhecer há muito tempo e não o declarei Eu? Vós sois as minhas testemunhas. Porventura existe um Deus fora de mim? Não, não existe nenhuma outra Rocha; não conheço nenhuma!” (Is44:8)

Dizemos: “Deus é” e então deixamos de falar, pois nesse conhecimento as palavras são sem significado.” (E-pI.169.5:4)

Quando Moisés libertou os israelitas do jugo de escravidão do Faraó, depois de um tempo ele sobe o monte Sinai e recebe as tábuas da Lei que começa com o mandamento de um só Deus, que não é similar a nada criado, como declarado, “Não farás para ti nenhum ídolo, nenhuma imagem esculpida, nada que se assemelhe ao que existe lá em cima, nos céus, ou embaixo na terra, ou mesmo nas águas que estão debaixo da terra.” (Ex20:4). Pois o povo de Israel tinha saído de uma terra completamente idolátrica e repleta de ídolos, e também esses deuses pagãos tinham todo o tipo de impulso humano, tanto os elevados quanto os do ego. Será que hoje também não criamos ídolos mentais? Pois embora muitos religiosos hoje não acendam incenso mais a imagens de barro e madeira, eles tem ainda assim uma visão de Deus que tem um temperamento e reações similares as nossas (como ira, vingança junto do amor), sendo uma versão amplificada de nós mesmos. A Bíblia, assim como o UCEM, vêm nos mostrar que Deus é somente Amor (não o nosso amor condicionado), mas um tipo puro de amor incondicional e que seus atributos são derivados do amor, como vida, alegria, paz, inocência, como por exemplo: “E a mensagem que dele ouvimos e vos pregamos é esta: Deus é luz; nele não existe a mínima sombra de treva.” (1Jo1:5); “Aquele que não ama não conhece a Deus, porquanto Deus é amor. (…) Portanto, dessa forma conhecemos o amor que Deus tem por nós e confiamos plenamente nesse amor. Deus é amor, e aquele que permanece no amor permanece em Deus, e Deus, nele.”  (1Jo4:8,16). Aqui João, autor também do evangelho que leva seu nome e também do Apocalipse, diz que a condição para conhecermos a Deus num sentido mais íntimpo é vivendo uma vida de amor ao próximo, o que inclui o ato de perdoar, orar e estender isso tambem a aqueles que são contra nós (inimigos). Pois Jesus também declarou que o Amor cumpre a lei e os profetas (a Bíblia toda), “Assim que os fariseus ouviram que Jesus havia deixado os saduceus sem palavras, reuniram-se em conselho. E um deles, juiz perito na Lei, formulou uma questão para submeter Jesus à prova: “Mestre, qual é o maior mandamento da Lei?” Asseverou-lhe Jesus: “Amarás o Senhor, teu Deus, de todo o teu coração, de toda a tua alma e com toda a tua inteligência. Este é o primeiro e maior dos mandamentos. O segundo, semelhante a este, é: ‘Amarás o teu próximo como a ti mesmo’. A estes dois mandamentos estão sujeitos toda a Lei e os Profetas”. Jesus é o Senhor de Davi” (Mt22:34-40). Os judeus chamam esse princípio de Matan Torah, e que esse ensino é o essencial e que o resto da lei é apenas acessório e que esses dois mandamentos resumem todo o propósito da lei (torá). como diz o rabino cabalista Yehuda Ashlag:

“Essa afirmação exige explicação. Porque a palavra lei (a palavra lei em hebraico também significa total – Chaim Ratz) indica uma soma de detalhes que, quando reunidos, formam o total acima. Portanto quando ele diz, sobre a mitzvah ‘ama ao próximo como a ti mesmo’, que esta é uma grande regra na Torah, devemos entender que todas as outras 612 mitzvot (preceitos) na Torah, com todas as suas interpretações, não são mais nem menos que a soma dos detalhes inseridos e contidos nessa única mitzvah de ‘ama ao próximo como a ti mesmo’. Isso é surpreendente, porque pode ser dito quanto aos preceitos entre o homem e seu próximo, mas como é possível que esse único preceito dê fundamento a todos os preceitos entre o homem e o Senhor, que são a vasta maioria?”
(http://www.kabbalah.info/brazilkab/matan_torah.htm, item 1).

“Irmão, não dês nenhum passo para a descida ao inferno. Pois tendo dado um, não reconhecerás o resto pelo que eles são. E eles seguir-se-ão. O ataque, sob qualquer forma, colocou o teu pé sobre a escadaria tortuosa que conduz para longe do Céu. No entanto, a qualquer instante, é possível que tudo isso seja desfeito. Como podes saber se escolheste os degraus do Céu ou o caminho para o inferno? Bem facilmente. Como te sentes? A paz está na tua consciência? Estás certo da direção em que estás indo? E estás seguro de que a meta do Céu pode ser alcançada? Se não, caminhas sozinho. Pede, então, ao teu Amigo que se una a ti e que te dê a certeza de onde vais (T-23.II.22)

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