Michael Laitman – De modo que um coração ame verdadeiramente um inimigo

Rabash, “De Acordo Com O Que É Explicado Sobre ‘Ama O Teu Amigo Como A Ti Mesmo’”: Nossos sábios disseram: “Dispersem os iníquos; melhor para eles e melhor para o mundo”. Em outras palavras, é melhor que eles não existam. No entanto, é o oposto dos justos: “Reúnam os justos; melhor para eles e melhor para o mundo”.

Inicialmente, não havia justos. Os justos são nossas qualidades corrigidas. Em todos os níveis, quando entramos em um novo grau, os antigos justos caem e os novos pecadores se levantam e os transformamos em justos novamente.

“Qual é o significado de“ justo”? São aqueles que querem manter a regra: “Ama o teu amigo como a ti mesmo”. A sua única intenção é sair do amor próprio e assumir uma natureza diferente de amor pelos outros. E embora seja uma Mitzva[mandamento] que deve ser mantida, e que uma pessoa pode forçar-se a manter, o amor ainda é algo que é dado ao coração, e o coração discorda dele por natureza.O que, então, uma pessoa pode fazer para que o amor aos outros toque o coração?”

É impossível. Somente a Luz superior pode fazer tal correção para nós. Isso não está em nosso poder, pois exige duas forças: uma que não é corrigida e outra que é o poder de correção, que não temos. Nem sabemos exatamente como ou o que deve ser corrigido.

É por isso que recebemos as 612 Mitzvot: elas têm o poder de induzir uma sensação no coração. No entanto, uma vez que é contra a natureza, essa sensação é pequena demais para ter a capacidade de manter de fato o amor dos amigos, mesmo que a pessoa tenha uma necessidade disso. Por isso, agora ela deve procurar conselhos sobre como realmente implementá-lo.

O conselho para que a pessoa seja capaz de aumentar sua força na regra “ama teu amigo” é pelo amor dos amigos.

Isso fala sobre o fato de que há doação e também há recepção em prol da doação.

Pergunta: O trabalho nas dezenas, nos workshops e nos estudos é dirigido apenas a uma coisa: atrair a Luz que reforma?

Resposta: Sim, não precisamos de mais nada. A Torá é a Luz superior que corrige nossos desejos egoístas e os transforma em altruísta. A correção de uma intenção egoísta em uma altruística é chamada de observar um mandamento.

De KabTV “a Última Geração”, 18/04/18

Fonte: http://laitman.com.br/2018/11/de-modo-que-o-coracao-ame-verdadeiramente-um-amigo/

NEALE DONALD WALSCH, CONVERSANDO COM DEUS – LIVRO II, P.218-220

NEALE DONALD WALSCH, CONVERSANDO COM DEUS – LIVRO II, P.218-220:

XIII

Como comrçar?

Seja uma luz para o mundo, e não lhe cause danos. Tente construir, não destruir.
Traga o meu povo para casa.

Como?

Ccom o seu claro exemplo. Busque apenas a Divindade. Fale apenas a verdade. Aja apenas com amor.
Cumpra a lei do amor agora e para sempre. Dê tudo e não necessite de coisa alguma.
Evite o que é mundano.
Não aceite o inaceitável.
Ensine a todos que desejarem aprender sobre mim.
Torne cada momento de sua vida uma explosão de amor.
Use todos os momentos para ter o pensamento mais elevado, dizer a palavra mais nobre e realizar o ato superior. Com isso glorifique o seu eu sagrado e, portanto, a mim.
Traga paz para a terra trazendo paz para todas as vidas que voce toca.
Seja paz.
Sinta e expresse em todos os momentos a sua Conexão Divina com o todo, e com todas as pessoas e coisas, e todos os lugares.
Aceite todas as circunstancias, reconheça todas as falhas, partilhe todas as alegrias, contemple todos os mistérios, caminhe com os pés de todos os homens, perdoe todas as ofensas (inclusive as suas próprias) e console todos os corações. Respeite a verdade de todos, adore o Deus de todos, garanta os direitos de todos, preserve a dignidade de todos, defenda os interesses de todos, satisfaça as necessidades de todos, presuma a santidade de todos, mostre os maiores dons de todos, produza as bênçãos e anuncie o futuro de todos – seguro do amor de Deus.
Seja um exemplo vivo da Verdade Maior que ha dentro de voce.
Seja humilde, para ninguem confundir a sua Verdade Maior com vangloria.
Fale suavemente para ninguem achar que esta apenas tentando chamar atenção.
Fale gentilmente o que todos poderiam saber sobre o amor.
Fale abertamente para ninguem achar que voce tem algo a esconder.
Fale francamente para não ser malcompreendido.
Fale frequentemente para que suas palavras possam ser realmente ouvidas.
Fale respeitosamente para que ninguem seja insultado.
Fale amorosamente para que cada sílaba possa curar.
Fale de mim de todos os modos.
Torne a sua vida uma dadiva. Lembre-se sempre de que voce é a maior dadiva.
Seja uma dadiva para todos que entram em sua vida, e para todos em cuja vida voce entra. Tenha cuidado de não entrar na vida de uma pessoa se não puder ser uma dadiva para ela.
(Voce sempre pode ser uma dadiva, porque é a dadiva – contudo, as vezes não se permite saber disso.)
quando alguem entra em sua vida inesperadamente, procure a dadiva que essa pessoa veio receber de você.

Que modo extraordinario de dizer isso!

Por que outro motivo acha que outra pessoa entra em sua vida?
Eu lhe digo que todas as pessoas que já entraram em sua vida o fizeram para receber uma dadiva sua. Ao fazerem isso ofereceram uma dadiva a voce – a dadiva de experimentar Quem Voce É.
Quando voce se der conta dessa simples verdade, quando compreende-la, descobrirá a maior verdade de todas:
eu só lhe enviei anjos.

NEALE DONALD WALSCH – A PEQUENA ALMA E O SOL

– Hã? – disse a Pequena Alma, que já estava um pouco confusa.
– Pensa assim: tu és como uma vela ao Sol. Estás lá sem dúvida. Tu e mais milhões, zilhões de outras velas que constituem o Sol. E o Sol não seria o Sol sem vocês. ‘Não seria um sol sem uma das suas velas… e isso não seria de todo o Sol, pois não brilharia tanto. E no entanto, como podes conhecer-te como a Luz quando estás no meio da Luz – eis a questão’.
– Bem, tu és Deus. Pensa em alguma coisa! – disse a Pequena Alma mais animada.
Deus sorriu novamente.
– Já pensei. Já que não podes ver-te como a Luz quando estás na Luz, vamos rodear-te de escuridão – disse Deus.
– O que é a escuridão? perguntou a Pequena Alma.
– É aquilo que tu não és – replicou Deus.
– Eu vou ter medo do escuro? – choramingou a Pequena Alma. – – Só se o escolheres. Na verdade não há nada de que devas ter medo, a não ser que assim o decidas. Porque estamos a inventar tudo. Estamos a fingir.
– Ah! – disse a Pequena Alma, sentindo-se logo melhor. Depois Deus explicou que, para se experimentar o que quer que seja, tem de aparecer exactamente o oposto.
– É uma grande dádiva, porque sem ela não poderíamos saber como nada é – disse Deus – Não poderíamos conhecer o Quente sem o Frio, o Alto sem o Baixo, o Rápido sem o Lento. Não poderíamos conhecer a Esquerda sem a Direita, o Aqui sem o Ali, o Agora sem o Depois. E por isso, – continuou Deus – quando estiveres rodeada de escuridão, não levantes o punho nem a voz para amaldiçoar a escuridão. ‘Sê antes uma Luz na escuridão, e não fiques furiosa com ela. Então saberás Quem Realmente És, e os outros também o saberão. Deixa que a tua Luz brilhe tanto que todos saibam como és especial!’
– Então posso deixar que os outros vejam que sou especial? -perguntou a Pequena Alma.
– Claro! – Deus riu-se. – Claro que podes! Mas lembra-te de que ‘especial’ não quer dizer ‘melhor’! Todos são especiais, cada qual à sua maneira! Só que muitos esqueceram-se disso. Esses apenas vão ver que podem ser especiais quando tu vires que podes ser especial!
– Uau – disse a Pequena Alma, dançando e saltando e rindo e pulando.
– Posso ser tão especial quanto quiser!
– Sim, e podes começar agora mesmo – disse Deus, também dançando e saltando e rindo e pulando juntamente com a Pequena Alma
– Que parte de especial é que queres ser?
– Que parte de especial? – repetiu a Pequena Alma. – Não estou a perceber.
– Bem, – explicou Deus – ser a Luz é ser especial, e ser especial tem muitas partes. É especial ser bondoso. É especial ser delicado. É especial ser criativo. É especial ser paciente. Conheces alguma outra maneira de ser especial? A Pequena Alma ficou em silêncio por um momento. – Conheço imensas maneiras de ser especial! – exclamou a Pequena Alma
– É especial ser prestável. É especial ser generoso. É especial ser simpático. É especial ser atencioso com os outros.
– Sim! – concordou Deus – E tu podes ser todas essas coisas, ou qualquer parte de especial que queiras ser, em qualquer momento. É isso que significa ser a Luz.
– Eu sei o que quero ser, eu sei o que quero ser! – proclamou a Pequena Alma com grande entusiasmo. – Quero ser a parte de especial chamada ‘perdão’. Não é ser especial alguém que perdoa?
– Ah, sim, isso é muito especial, assegurou Deus à Pequena Alma.
– Está bem. É isso que eu quero ser. Quero ser alguém que perdoa. Quero experimentar-me assim – disse a Pequena Alma. – Bom, mas há uma coisa que devias saber – disse Deus.
A Pequena Alma já começava a ficar um bocadinho impaciente. Parecia haver sempre alguma complicação.
– O que é? – suspirou a Pequena Alma.
– Não há ninguém a quem perdoar.
– Ninguém? A Pequena Alma nem queria acreditar no que tinha ouvido.
– Ninguém! – repetiu Deus. Tudo o que Eu fiz é perfeito. Não há uma única alma em toda a Criação menos perfeita do que tu. Olha à tua volta. Foi então que a Pequena Alma reparou na multidão que se tinha aproximado. Outras almas tinham vindo de todos os lados – de todo o Reino – porque tinham ouvido dizer que a Pequena Alma estava a ter uma conversa extraordinária com Deus, e todas queriam ouvir o que eles estavam a dizer. Olhando para todas as outras almas ali reunidas, a Pequena Alma teve de concordar. Nenhuma parecia menos maravilhosa, ou menos perfeita do que ela. Eram de tal forma maravilhosas, e a Luz de cada uma brilhava tanto, que a Pequena Alma mal podia olhar para elas.
– Então, perdoar quem? – perguntou Deus.
– Bem, isto não vai ter graça nenhuma! – resmungou a Pequena Alma – Eu queria experimentar-me como Aquela que Perdoa. Queria saber como é ser essa parte de especial. E a Pequena Alma aprendeu o que é sentir-se triste. Mas, nesse instante, uma Alma Amiga destacou-se da multidão e disse:
– Não te preocupes, Pequena Alma, eu vou ajudar-te – disse a Alma Amiga.
– Vais? – a Pequena Alma animou-se. – Mas o que é que tu podes fazer?
– Ora, posso dar-te alguém a quem perdoares!
– Podes?
– Claro! – disse a Alma Amiga alegremente. – Posso entrar na tua próxima vida física e fazer qualquer coisa para tu perdoares.
– Mas porquê? Porque é que farias isso? – perguntou a Pequena Alma.
– Tu, que és um ser tão absolutamente perfeito! Tu, que vibras a uma velocidade tão rápida a ponto de criar uma Luz de tal forma brilhante que mal posso olhar para ti! O que é que te levaria a abrandar a tua vibração para uma velocidade tal que tornasse a tua Luz brilhante numa luz escura e baça? O que é que te levaria a ti, que danças sobre as estrelas e te moves pelo Reino à velocidade do pensamento, a entrar na minha vida e a tornares-te tão pesada a ponto de fazeres algo de mal?
– É simples – disse a Alma Amiga. – Faço-o porque te amo.
A Pequena Alma pareceu surpreendida com a resposta.
– Não fiques tão espantada – disse a Alma Amiga – tu fizeste o mesmo por mim. Não te lembras? Ah, nós já dançámos juntas, tu e eu, muitas vezes. Dançámos ao longo das eternidades e através de todas as épocas. Brincamos juntas através de todo o tempo e em muitos lugares diferentes. Só que tu não te lembras. Já fomos ambas o Todo. Fomos o Alto e o Baixo, a Esquerda e a Direita. Fomos o Aqui e o Ali, o Agora e o Depois. Fomos o Masculino e o Feminino, o Bom e o Mau – fomos ambas a vítima e o vilão. Encontramo-nos muitas vezes, tu e eu; cada uma trazendo à outra a oportunidade exata e perfeita para Expressar e Experimentar Quem Realmente Somos. – E assim, – a Alma Amiga explicou mais um bocadinho – eu vou entrar na tua próxima vida física e ser a ‘má’ desta vez. Vou fazer alguma coisa terrível, e então tu podes experimentar-te como Aquela Que Perdoa.
– Mas o que é que vais fazer que seja assim tão terrível? – perguntou a Pequena Alma, um pouco nervosa.
– Oh, havemos de pensar nalguma coisa – respondeu a Alma Amiga, piscando o olho. Então a Alma Amiga pareceu ficar séria, disse numa voz mais calma:
– Mas tens razão acerca de uma coisa, sabes?
– Sobre o quê? – perguntou a Pequena Alma. – Eu vou ter de abrandar a minha vibração e tornar-me muito pesada para fazer esta coisa não muito boa. Vou ter de fingir ser uma coisa muito diferente de mim. E por isso, só te peço um favor em troca.
– Oh, qualquer coisa, o que tu quiseres!- exclamou a Pequena Alma, e começou a dançar e a cantar:
– Eu vou poder perdoar, eu vou poder perdoar! Então a Pequena Alma viu que a Alma Amiga estava muito quieta.
– O que é? – perguntou a Pequena Alma. – O que é que eu posso fazer por ti? És um anjo por estares disposta a fazer isto por mim!
– Claro que esta Alma Amiga é um anjo! – interrompeu Deus, – são todas! Lembra-te sempre: Não te enviei senão anjos. E então a Pequena Alma quis mais do que nunca satisfazer o pedido da Alma Amiga.
– O que é que posso fazer por ti? – perguntou novamente a Pequena Alma.
– No momento em que eu te atacar e atingir, – respondeu a Alma Amiga – no momento em que eu te fizer a pior coisa que possas imaginar, nesse preciso momento…
– Sim? – interrompeu a Pequena Alma
– Sim?
A Alma Amiga ficou ainda mais quieta.
– Lembra-te de Quem Realmente Sou.
– Oh, não me hei de esquecer! – gritou a Pequena Alma – Prometo! Lembrar-me-ei sempre de ti tal como te vejo aqui e agora.
– Que bom, – disse a Alma Amiga – porque, sabes, eu vou estar a fingir tanto, que eu própria me vou esquecer. E se tu não te lembrares de mim tal como eu sou realmente, eu posso também não me lembrar durante muito tempo. E se eu me esquecer de Quem Sou, tu podes esquecer-te de Quem És, e ficaremos as duas perdidas. Então, vamos precisar que venha outra alma para nos lembrar às duas Quem Somos.
– Não vamos, não! – prometeu outra vez a Pequena Alma. – Eu vou lembrar-me de ti! E vou agradecer-te por esta dádiva – a oportunidade que me dás de me experimentar como Quem Eu Sou.
E assim o acordo foi feito. E a Pequena Alma avançou para uma nova vida, entusiasmada por ser a Luz, que era muito especial, e entusiasmada por ser aquela parte especial a que se chama Perdão. E a Pequena Alma esperou ansiosamente pela oportunidade de se experimentar como Perdão, e por agradecer a qualquer outra alma que o tornasse possível. E, em todos os momentos dessa nova vida, sempre que uma nova alma aparecia em cena, quer essa nova alma trouxesse alegria ou tristeza – principalmente se trouxesse tristeza – a Pequena Alma pensava no que Deus lhe tinha dito. Lembra-te sempre, – Deus aqui tinha sorrido – não te enviei senão anjos!”

O AMOR E O PERDÃO SÃO O CAMINHO, A VERDADE E A VIDA #1

COMO TUDO COMEÇOU:
Na noite do dia 30/01/2013 para o dia 31/01/2013 eu tinha ido deitar pelas 5:00 A.M. e eu estava demorando para pegar no sono e me peguei pensando no trecho bíblico que é um trecho do Evangelho segundo São Marcos no capítulo 12, versículos 28 ao 34 em que um doutor da Lei pergunta a Jesus qual é o maior mandamento e Jesus diz que é amar a Deus sobre todas as coisas e o próximo como a si mesmo, e dai o doutor da Lei aparece com o raciocínio de que cumprindo esses dois preceitos valem muito mais que todos os sacrifícios e holocaustos, e Jesus responde a esse doutor da Lei “Você não está longe do Reino dos Céus” e depois o relato conta que todos se calaram.
Depois que fiquei pensando um pouco sobre o assunto, um sentimento de um amor e uma alegria arrebatadoras tomaram conta de mim e também vindo em minha mente um turbilhão de pensamentos e uma torrente de Amor que me impeliram a levantar, ligar a luz e anotar tudo num papel.
Pois já faz algum tempo que pratico isso que é dito e aproveito a madrugada para fazer minhas orações e meditações além de ficar enviando amor e perdão durante o dia todo e isso tem feito simplesmente TODA a diferença em minha vida e os benefícios são inúmeros e inimagináveis sendo impossível de descrevê-los aqui devido ao caráter limitado das palavras. Eu antes também já tinha e leio livros como Conversando com Deus de Neale Donald Walsch, O Curso Em Milagres e similares e tendo obtido ótimos resultados com certeza, mas quando li esse trecho (Mc12:28-34) foi como se fosse uma espécie de catalisador que fez assentar o meu entendimento das leituras anteriores que também ensinam a mesma coisa so que de outro modo enquanto esse trecho ensina de modo mais condensado e direto.
Por isso a quem ler, peço desculpas por qualquer erro de portugês que encontrarem aqui, porque escrever nunca foi minha praia, minhas áreas de interesse são desenho, pintura, matemática, conhecimentos gerais(principalmente história e ciências). Mas vejo que agora tenho de rever meus conceitos nesse ponto. Que essa mensagem seja para Vocês um presente assim como para mim também foi e está sendo.

A MENSAGEM:
Amem muito, perdoem muito! É só isso que eu peço, é só isso que meu Filho Jesus veio fazer entre vocês, Ele veio mostrar que somente pelo Amor Vocês podem chegar até mim, “Eu sou o caminho, e a verdade e a vida; ninguém vem ao Pai, senão por Mim” (João 14:6) significa que somente fazendo o que Ele fez (quer dizer, tê-Lo como modelo), que é amar, perdoar sempre é que chegarão até Mim.
Não existe outro caminho fora do Amor e do Perdão. Rituais, dogmas, credos, estatutos, liturgias, hermenêuticas, filosofias, teologias não o aproximarão de mim, mas somente Lhes darão uma falsa segurança e se tornarão com o tempo apenas novos bezerros de ouro em suas vidas, deuses esses que só Lhes causarão decepções pelo fato de não satisfazerem as necessidades mais profundas de suas almas, que é o desejo de Amar e ser amado, em resumo, ser como Eu, O Mais Puro Amor que é a Imagem Verdadeira de Vocês. É pelo amor e não por especulações filosóficas, foi isso que meu Amado Paulo lhes disse quando escreveu “Tende cuidado, para que ninguém vos faça presa sua, por meio de filosofias e vãs sutilezas, segundo a tradição dos homens, segundo os rudimentos do mundo, e não segundo Cristo” (Colossenses 2:8); e também quando escreveu “O qual nos fez também capazes de ser ministros de um novo testamento, não da letra, mas do espírito; porque a letra mata e o espírito vivifica” (2 Coríntios 3:6), e Ele estava absolutamente certo certo pois letras, filosofias, teologias, estatutos agem somente no campo do intelecto e do relativo, sendo que o conhecimento de Cristo vem somente a partir do Amor e do Perdão, pois eu sou Amor e Eu Sou discernível somente pelo Amor e pelo Perdão (que também é a essência de todos Vocês).
Por isso Eu digo: Amem; Amem muito! Perdoem; Perdoem muito. Pois quando mais fizerem, mais fácil lhes será. Pois quanto mais Vocês fizerem essas coisas (Amar e Perdoar incondicionalmente é claro) os seus egos vão sendo dissolvidos, pensamentos negativos, ansiedades, depressões, tristezas, falta de senso de proposito na vida, vão começar a ser dissolvidos como nuvens que são dissolvidas ao serem expostas as radiações solares. E a felicidade plena que tanto procuram começará a brotar do coração de Vocês além de inúmeras e maravilhosas dádivas, curas, milagres de todos os tipos, surgirão nas vidas de Vocês a medida em que porem o Amor e o Perdão em prática.

NAMASTÊ

O DEUS DO AMANHÃ… (Neale Donald Walsch)

1. O Deus do Amanhã não exige que ninguém acredite em Deus.

2. O Deus do Amanhã não tem gênero, tamanho, forma, cor, nem qualquer uma das características que tem um ser individual.

3. O Deus do Amanhã conversa com todos, o tempo todo.

4. O Deus do Amanhã não existe separado de nada, mas está presente em toda parte, é o Tudo em Tudo, o Alfa e o Ômega, o Princípio e o
Fim, a Soma Total de Tudo que já existiu, existe agora e existirá no futuro.

5. O Deus do Amanhã não é um Super-Ser singular, mas o extraordinário processo chamado Vida.

6. O Deus do Amanhã está sempre se modificando.

7. O Deus do Amanhã não precisa de nada.

8. O Deus do Amanhã não pede que sirvam a ele, ele é o Servidor de toda a Vida.

9. O Deus do Amanhã ama incondicionalmente, não julga, não condena e não castiga.

(Neale Donald Walsch, O Deus Do Amanhã, Ed. Rocco, p. 308-309)

“O AMOR É A LEI DE DEUS” (O LIVRO DE MIRDAD)

“O Amor é a Lei de Deus.
Viveis para que aprendais a amar.
Amais para que aprendais a viver.
Nenhuma outra lição é exigida do homem.”
(O Livro De Mirdad)

Via http://www.sintoniasaintgermain.com.br/mdd011.htm

UM REMÉDIO SEGURO – CHARLES FILLMORE

Sente-se todas as noites, por meia hora e mentalmente perdoe cada pessoa contra quem sinta qualquer mágoa ou antipatia. Se teme ou tem prevenção, contra um animal que seja, mentalmente peça-lhe perdão por isso e irradie-lhe um pensamento de amor.
Se você acusou qualquer pessoa de injustiça, se se referiu a alguém desairosamente, se criticou ou deu ouvidos a diz-que-diz-que, sobre alguém, retire as suas palavras, pedindo-lhe perdão, em silêncio.
Se teve um mal entendido com amigos ou parentes, se está litigando ou em questão com alguém, faça tudo, em seu poder, para terminar essa desunião.
Veja todas as coisas e todas as pessoas como realmente são – Espírito puro – e irradie-lhes os seus mais poderosos pensamentos de amor.
Não vá deitar-se, à noite, sentindo ter um único inimigo, neste mundo.
Seja cuidadoso em não pensar mal ou dizer uma palavra que possa ofender a quem quer que seja.
Seja paciente, amoroso e afável sob qualquer circunstância. Você conseguirá fazer isso se for fiel à hora do silêncio, porque será auxiliado, então, a superar o sentimento carnal de egoísmo.
Há uma lei imutável sustentando esse método de cura. Deus é amor e o amor se manifesta como vida. Deus se exprime assim, em e através, de todas as Suas creações. Se fizermos qualquer coisa, para terminar com o amor de qualquer pessoa estamos bloqueando o amor de Deus; por essa forma estamos limitando a vida que flui através de todos .
Quando nos afastamos do nosso próximo, e por essa maneira cortamos os liames do amor que nos liga a todos, como homens e mulheres, nós ao mesmo tempo secionamos as artérias e veias, através das quais, flui a vida universal. Então, nos tornamos meros feixes de nervos tensos, trêmulos e agitados, com medo e fraqueza e finalmente morrendo por falta do amor de Deus.
Mas o Espírito onipresente procura sempre fluir em e através de nós e estimular cada uma de nossas faculdades. Precisamos contudo, pelas nossas palavras e atos, reconhecer essa Presença toda poderosa como um fator atuante em nossa vida, porque cada um de nós tem livre arbítrio inerente, que recebe ou rejeita tudo, não se excetuando nem mesmo Deus.
Auto-condenação é também um grande erro, que leva a conseqüências calamitosas. Se você se acusou de ignorância, tolice, medo, doença, ansiedade, pobreza, raiva, ciúme, avareza, ambição, fraqueza, ou se está melancólico ou se permite tristezas, peça perdão, por tudo, ao Pai amoroso, em cuja imagem e semelhança você tem, espiritualmente, vida perfeita.
Diga muitas vezes a esta Onipresença:
“Agora entrego essas limitações humanas a Ti, ó Pai! Sou obediente à lei do meu ser e sei que em Ti sou destemido, verdadeiro, enérgico, sábio, puro, perfeito, forte, rico e corajoso. Tu és o meu poderoso Recurso e em Ti confio inteiramente.”

http://caminhandovivendoeaprendendo.blogspot.com.br/2010/09/um-remedio-seguro-charles-fillmore.html

QUANTAS VEZES DEVEMOS PERDOAR (ÂNGELA MARCONDES JABOR)

Quantas vezes devemos perdoar?

por Angela Jabor – anngelajabor@hotmail.com

Um dos maiores obstáculos para o nosso progresso espiritual é a dificuldade em perdoar. O perdão, sem dúvida, quando manifestado, abre portas consideráveis que nem mesmo conseguimos imaginar. O perdão é de suma importância na vida de uma pessoa. Ele é um agente milagroso de cura em tudo e em todos, portanto, perdoar é divino. Mas muitas vezes, na condição de humanos, dando poderes ao “ego”, infelizmente, por mais que queremos, não conseguimos perdoar quem nos ofendeu, feriu e magoou. A dor pela qual passamos nos impede de exercê-lo e acabamos por esquecer que há uma força poderosa dentro de nós que, se a usarmos, seremos capazes de perdoar. Os ensinamentos falam de que não podemos chegar diante do altar sem antes perdoar nossos “inimigos” – as pessoas que de uma maneira ou outra nos prejudicaram. Esta é a razão pela qual muitas pessoas, por mais que orem, não conseguem receber o que tanto desejam. Obviamente, a partir do momento em que pararem para analisar as suas vidas e descobrirem que há algumas coisas mantidas e que precisam eliminar, como o ressentimento com alguém, a mágoa profunda que guardam há anos em relação a alguém, e se, de coração trabalharem para se livrar destas bagagens pesadas que impedem de andarem livremente e de serem realmente felizes como desejam, tudo muda. Pois eliminando os entraves que impediam seu caminhar, tudo se torna mais leve, harmonioso, tranquilo e feliz.

Trecho do livro “Kuan Yin a Mãe Divina e Amorosa em nossas vidas”, Ascend Editora. http://www.ascendeditora.com.br/

por Angela Jabor – anngelajabor@hotmail.com
EU SOU O QUE EU SOU. Nem mais, nem menos, simplesmente EU SOU … Mais do que já fui, menos do que ainda serei, mas sempre: no passado, no presente, no futuro, independente do tempo, EU SOU O QUE EU SOU.
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E-mail: anngelajabor@hotmail.com
Visite o Site do autor

http://somostodosum.ig.com.br/clube/artigos.asp?id=27947

POR QUE O EVANGELHO NÃO SE CUMPRE NA SUA VIDA? (CAIO FÁBIO)

POR QUE O EVANGELHO NÃO SE CUMPRE NA SUA VIDA?

Jesus disse que as Palavras Dele são espírito e são vida!
No entanto, o que Ele nos mandou obedecer como Sua Palavra se põe em oposição a tudo o que o mundo pode compreender; posto que viole as convenções da honra, da reputação, da justiça própria, da valentia que se expõe às brigas, do enfrentamento de quem deseje nos defraudar, da defesa ante a calunia, do julgamento que se tem por certo, do ódio ao que se assuma como direito em razão da ofensa; ou ainda: da antipatia que decorra dos maus tratos, ou mesmo da indiferença para conosco; e, também, dando complemento a isto, Ele fala de abrir mão do desejo de possuir, mesmo que se possa atender ao nosso capricho como poder —; e, em contrapartida a tudo, Ele recomenda a via dos otários; dos que não aceitam a provocação, dos que desviam seu caminho do enfrentamento odioso, dos que levam desaforo para casa em oração, dos que não topam o embate com o perverso, dos que dão a outra face, dos que oferecem além da capa demandada até mesmo o paletó que não foi pedido, dos que recolhem os seus direitos, os seus tesouros, as suas pérolas, por não terem nenhuma necessidade de demonstração de quem sejam ou do que pensem, especialmente quando os circunstantes tenham espirito de porco ou sejam cães raivosos.
Entretanto, mesmo sabendo que este é o espirito do ensino de Jesus para a vida, a maioria dos que se dizem Seus discípulos, odeiam tais mandatos, tal espírito e tal vida.
O interessante é que mesmo nada querendo com as palavras que são espirito e são vida segundo Jesus, esses mesmos discípulos querem que a Palavra de Jesus se torne real sem que tais realidades da Palavra — seus conteúdos —, se tornem fatos, princípios, atitudes, posturas, sentimentos, decisões e práticas de nossas vidas e cotidianos.
É como querer habitar a profundidade dos mares sem guelras, como desejar voar sem asas, como ambicionar correr sem pernas, como pretender respirar sem pulmões, como buscar ver sem olhos, ouvir sem ouvidos; ou seja: é como quer ser sem alma e sem espírito!
O que vejo nas ambições dos crentes que querem que a Palavra se cumpra sem obediência à própria Palavra é equivalente a todas as formas de insanidade!
O argumento da maioria é que Jesus disse o que disse para nos dar referencias superiores, mas que, de um modo ou de outro, se crermos Nele, não necessariamente em Suas Palavras, mas no Seu poder, nas Suas milagrices, nos Seus dons de cura, nas Suas magias, ou, em algumas ocasiões, cremos também numa espécie de sequestro da honra de Jesus, quando se diz: “Eu sei que tu és Deus; então não me desapontes, pois estou confessando com a boca que Tu és o Maior dos maiores; não me deixes ficar, portanto, envergonhado ante aqueles a quem eu declaro o Teu poder sobre os ídolos!” — Ele fica sem saída; sendo esta uma formula mágica de uma crença muito divulgada acerca do encurralamento de Deus; crendo-se, assim, que desse modo se O põe a trabalhar em nosso favor em nome da Honra do Nome de Jesus para os outros; embora, para nós, Jesus seja apenas um nome destituído de pessoalidade, caráter, ensino, verdade e convocação à obediência; sempre esquecidos de que Ele disse: “se me amais, guardareis os meus mandamentos”; e mais: “…vós sóis meus amigos se fazeis o que eu vos mando”.
Então com esse Nome/Crença na boca […] pulamos do pináculo do templo, aventuramo-nos contra os perversos, saímos no tapa em nome da honra ou da valentia; e mais: damos pérolas aos porcos, odiamos os que nos odeiam, antipatizamos os diferentes, julgamos quem achamos que deve ser julgado, andamos no caminho largo dos caprichos, edificamos nossa casa na areia, ficamos amigos do lobo vestido de ovelha [ou até casamos com ele ou ela]; enquanto, também, pedimos misericórdia de Deus para a nossa incapacidade de obedecer, de guardar puro o coração, de perdoar sempre, de amar os nossos inimigos, de orar pelos que nos perseguem; sim, rogamos a Ele que nos perdoe o adultério do qual nunca desistiremos, que nos justifique do que sabemos e não nos dispomos a pôr em prática em relação ao que ensinamos aos outros, mas, para nós mesmos, não acolhemos como espírito e vida.
Então […] — apesar de tudo isto, reclamamos que a Palavra não nos faz bem, não realiza o prometido, não trás a paz que excede a todo entendimento, não nos faz viver em contentamento verdadeiro, não qualifica a nossa existência com a vida em abundancia.
O conceito de insanidade é fazer sempre as mesmas coisas [erradas], esperando obter resultados diferentes!
Ora, no caso das Palavras de Jesus a insanidade é ainda maior, posto que Ele tenha dito que todo aquele que ouve e conhece as Suas palavras, e não as pratica, é um tolo que constrói sua casa na areia de uma praia na qual a maré sobe todo dia; e mais: as intempéries nunca deixam de assolar.
Eu teria muito mais a dizer sobre isto, mas deixo com você a busca de aplicar na sua existência, com toda simplicidade obvia […] estes pensamentos infalíveis; posto que não seja filosofia minha, mas a pura, simples e irrebatível Palavra de Jesus.
“As minhas palavras são espírito e são vida” — ; mas apenas para os quais elas [as palavras] se tornem espírito e vida mesmo; ou seja: interioridade, pensamento, entendimento, prática, atitude e comportamento. Do contrário, creia, é loucura pensar que não sendo assim possa realizar qualquer coisa em nossa vida.
Nele, em Quem somente é […] aquilo que Ele disse que é,

Caio
21 de janeiro de 2012
Lago Norte
Brasília
DF

VIA CAIO FÁBIO

MANDALA DA ABUNDÂNCIA DIVINA OU PROSPERIDADE (MÁRIAN – MARTA MAGALHÃES)

Ser próspero, na verdade, é ser feliz e abençoado. É estar conectado com a Abundância Divina recebendo todas as graças que Deus Pai e Mãe nos oferecem e das quais somos merecedores.
Quem pratica o Amor é próspero…
Aquele que é humilde e grato também…
A prosperidade financeira não é símbolo de felicidade, pois a matéria é efêmera e ilusória…
Se a pessoa não está conectada à Abundância Divina, mesmo que ela tenha tudo o que o dinheiro pode comprar, ela se sentirá vazia e insatisfeita… e estará sempre tentando preencher essa vacuidade com “coisas” e mais “coisas”…
O único bem que nos preenche verdadeiramente é o AMOR… o AMOR e seus desdobramentos como a COMPAIXÃO e a FRATERNIDADE…
Acreditem, se estivermos conectados à Abundância Divina, tudo aquilo que necessitamos para a nossa evolução nos será oferecido, inclusive o nosso sustento material…

Namastê,

Márian

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por Márian – Marta Magalhães – marian.luar@ig.com.br
Márian é Terapeuta Holística e Artista Plástica. Recebe orientações de Seres de Luz que visam o aperfeiçoamento do Ser Humano através do exercício do Silêncio, do resgate dos Princípios da LUZ e da vivificação do AMOR. Encontros de Meditação e Vivências. Mandalas Pessoais. (31) 8738-2064
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E-mail: marian.luar@ig.com.br
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ESPAÇO ESPIRITUAL MITCH HAM ELL – O NÃO-DUALISMO

O NÃO-DUALISMO

Nos acreditamos separados, acreditamos na existência separada de Deus, de
nós seus filhos e da Criação, todos como sendo coisas distintas, ainda que
as consideremos interdependentes, isso no entanto é dualismo.
O não- dualismo ensina que Deus, seus filhos e a Criação são uma mesma
coisa e uma mesma energia, portanto, o não-dualismo não reconhece nada
além do Um, de Deus, que também pode ser chamado de Amor.
O não- dualismo não nega a existência de várias consciências, a de Deus
e a de seus filhos, ainda assim, ele nega a existência de almas individuais, mentes
individuais e eu’s, afirmando que todas as consciências pertencem a uma mesma
Alma, Mente e Eu, portanto, o não- dualismo afirma claramente que “Todos somos Um”.
Se o não- dualismo afirma que todos somos Deus, isto significa que todos somos Amor
e Perfeição, portanto, o não- dualismo acredita na perfeição de todas as consciências,
acredita na igualdade entre Deus e seus filhos, assim como na igualdade entre
a Criação e o Criador, sendo ambas Amor, aliás, sendo ambas a mesma coisa.
Isto não significa que a consciência de Deus não seja superior à nossa,
Ela o é, pois é a única incriada, e que está além da Criação, ainda
assim ela é relativamente igual à consciência de seus filhos.
Para o não- dualismo todos somos tudo, somos a
Realidade, Deus, o Amor, a Vida, tudo é nosso Ser.
O não- dualismo considera então que todas as sensações ilusórias de
separação e falta de Amor são apenas aparentes, ilusórias, o não -dualismo
afirma que só é real aquilo que é igual ao Um, isto é, perfeito e imutável,
sendo assim, tudo que é imperfeito e impermanente é ilusório, como é o caso
do Universo e do eu humano (que são apenas fenomenologicamente reais do
jeito que se apresentam), que são ilusões e não realidade, e por trás delas
reside a realidade, respetivamente, dos Planos do Real e dos
Eu-Alma, que são, dentro do possível, iguais a Deus.
O não- dualismo afirma que tudo é uma expressão do Amor (a Realidade
Única, Deus), ainda que nem sempre este seja bem compreendido e aplicado.
O não-dualismo reconhece então o Universo e o eu humano como condições
ilusórias, pois se afastaram dos Planos do Real e do Eu-Alma, ainda assim
reconhece um propósito nisso tudo, o de desenvolvimento da personalidade
dos Eu-Alma, portanto, ainda que o não-dualismo reconheça a ilusão da
separação, a observa como uma escola divina de Deus, pois sabe que apenas
na separação ilusória a personalidade dos Eu-Alma pode ser desenvolvida.
O não- dualismo ainda assim sabe que o objetivo é superar essa condição, pois
sabe que a escola universal é temporária. Aquele ser que entende o não-dualismo
busca a cada momento trazer seu Eu-Alma para o Universo, e ver o Universo e seus
irmãos tal como eles verdadeiramente são, puro Amor, Luz e Perfeição imutáveis.
O não-dualismo afirma portanto que qualquer condição adversa no Universo
e nas personalidades humanas não passa de ilusão, ainda que reconheça que
essas condições devem ser transmutadas para que os envolvidos
possam prosseguir com suas jornadas universais.
Nossa observação e caminhada espiritual é frequentemente dualista,
mas os grandes mestres têm nos ensinado o não- dualismo, e é ele
que devemos compreender e aplicar se desejamos realmente
evoluir e ajudar nossos semelhantes a evoluirem também.

Espaço Espiritual Mitch Ham Ell- 08/10/10

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