"A Casa Sobre A Rocha" (Mt5:24).

“O Amor é a Lei de Deus. Viveis para que aprendais a amar. Amais para que aprendais a viver. Nenhuma outra lição é exigida do homem.” (O Livro De Mirdad)

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Transmissões da Estrela-Semente – Do Cristianismo Primitivo à Apostasia

Posted by José Eduardo Glaeser em 06/10/2017

“Após a Ascensão do Cristo, seus seguidores organizaram seus ensinamentos e a história de sua vida em um livro. Esse livro foi escrito durante um período da história em que os seres humanos não tinham nenhuma ciência, nenhum conceito de evolução, nenhuma teoria hologramátíca, e só compreendiam os fatos mais rudimentares da existência neste terceiro planeta da estrela denominada Sol. Não obstante, mostrou ser uma bomba viva para os governos do mundo que estavam no poder no momento de sua liberação. Satã sabia que ele teria de dispensar ao livro sua total atenção se não quisesse ser completamente destruído. Sabia que, se as pessoas começassem a agir com base na informação que ele continha, sua influência teria fim. Formulou então um plano engenhoso para usar o próprio poder dessa informação para impedir que fosse aplicado.
Organizou uma vasta estrutura burocrática em tomo dos ensinamentos singelos de Jesus. Mobilizou milhares de intérpretes “oficiais” num sacerdócio elitista, e enviou-os às multidões, para enfadá-las, confundi-las e nelas criar preconceitos contra a mensagem do Cristo. Ele não se importava que adorassem superficialmente o Cristo, contanto que continuassem a adorar de fato as posses materiais. Não se incomodava se alguém desse ouvidos aos ensinamentos de Jesus, contanto que não os pusesse em pratica.
A principal manobra para distrair os seres humanos e afastá-los da mensagem do Cristo era enfatizar o mensageiro e a mecânica da mensagem, desconsiderando a substância daquilo que era ensinado. A chamada para assumir a responsabilidade pessoal e implementar os ensinamentos de Cristo na vida cotidiana ficou perdida na adoração do crucifixo e, mais tarde, na adoração das escrituras. A mensagem de Jesus, para se desembaraçar da influência da matéria e se permear com o Espírito Santo, ficou enterrada sob uma massa de palavreado religioso e de interpretação dogmática. O farisaísmo era encorajado em nome do Senhor e muitos morreram defendendo interpretações que nada tinham que ver com as verdades singelas de Jesus.
É fácil para os fariseus de hoje sentirem orgulhosa superioridade quando se menciona a Inquisição e as Cruzadas, mas só os nomes e os lugares mudaram. Em todo lugar que meus olhos alcançam, e em todos os lugares que meus ouvidos atingem, aqueles que alegam seguir os caminhos que ensinei estão fazendo alarde da sua superioridade religiosa diante dos que falam com palavras diferentes, tal como uma mulher que exibe uma vestimenta de modelagem exclusiva. Não há nada mais triste do que observar esse comportamento entre aqueles que alegam viver pela minha verdade.
Será que dois mil anos não ensinaram à sua raça o absurdo do argumento conceptual? Todas as línguas para as quais os meus ensinamentos foram traduzidos refletem, tão-somente, mais uma variação do sentido original. Mesmo no contexto de uma única língua, há aqueles que vêem significados diferentes numa mesma frase. Aqueles que extrapolam com a mente racional, e não com o amor no coração, encontrarão sentidos tão numerosos e tão variados quanto os grãos de areia do mar. Você não aprendeu ainda que não são as palavras que contam, mas a vida do espírito que está nelas?
Se você cortar do coração o amor que tem por outra pessoa por causa de diferenças conceptuais, eu o tirarei da minha vida, como o jardineiro poda um galho que não tem mais serventia. O desenho de cada folha não é o mesmo. Cada galho que sai do tronco não sai do mesmo lugar, nem da mesma forma. Vocês são todos irmãos e irmãs em consciência. Não se dividam por causa da maneira pela qual você gosta de pensar. O que está acontecendo está muito além das suas idéias infantis. No final, somente aqueles que abandonarem suas preferências conceptuais poderão compreender a verdade do amor encarnado.”
(Ken Carey – Transmissões Da Estrela-Semente)

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JULGAR É MUITO FÁCIL. AMAR E ACOLHER NO ENTANTO… (MANOEL D. C.)

Posted by José Eduardo Glaeser em 11/11/2012

JULGAR É MUITO FÁCIL. AMAR E ACOLHER NO ENTANTO…
(MANOEL D. C.)

Estava navegando na net pesquisando material para enriquecer minha tese sobre a liberdade consciente, e nessa busca virtual, acabei quase sugado pelos buracos negros da intolerância, e pude assim novamente constatar como o inimigo é sutil e enreda alguns crentes na falsa ilusão de que só eles são detentores da verdade, e de que foi dada a eles carta branca para julgar e condenar sumariamente os outros, inclusive os da própria fé.
Qualquer semelhança com a mentalidade medieval reducionista da inquisição espanhola não é mera coincidência. Esses tais que denigrem a mais pura versão do Evangelho, ainda que se em última e remota instância tivessem um milésimo de razão fragmentada, deixariam logo de tê-la, pelo simples fato de suas obras e argumentos serem movidos pelo sectarismo e não pelo amor.
Existem pessoas intoleráveis e intolerantes no meio evangélico que não conseguem conviver com pensamentos diferentes dos seus. E se não pensam igual a eles, se não rezam na sua cartilha, não tem a mesma doutrina, liturgia, os jogam fora do Reino como maças podres, mal sabendo eles que podres são seus julgamentos malignos.
É o caso do site Discernimento Cristão, que de forma oposta ao seu nobre nome que evoca equilíbrio e liberdade de expressão, divulga no entanto, a mais dantesca visão exclusivista e sectária. Em determinados trechos das matérias ali expostas, chegam a condenar os pensamentos (não sei em nome do que, ou de quem, de Jesus é que não é… talvez movido por inveja ou por espírito de porfia) de cristãos consagrados e autores sérios da estirpe teológica de Larry Crabb, Brenning Manning, Philip Yancey, Rick Warrem, Ricardo Gondim, Caio Fabio, Rob Bell, Brian McLaren, e outros que tiveram coragem de descerrar caminhos novos para uma teologia prática e relevante, e com certeza, se ele me conhecesse me jogaria no inferno sem piedade também (AINDA BEM QUE ELE NÃO DECIDE NADA SOBRE DESTINOS E ETERNIDADE).
Acho perigosíssimo líderes despreparados assumirem liderança ou se arvorarem teólogos e botarem para escrever asneiras sem ter o mínimo de conhecimento epistemológico, exegético, hermenêutico e bíblico, e principalmente de liberdade de expressão, misericórdia e amor.
Detesto gente que argumenta na força de suas visões estreitas, achado que sua doutrina engessada é o mais absoluto padrão do pensamento de Deus, defendendo a La Don Quixote causas quiméricas, sem relevância algum para a vida que vale, sem ter noção nenhuma da graça inefável que agrega e jamais condena, do amor incondicional que acolhe, e jamais segrega. Exatamente como Jesus fez. E esse tal, longe de parecer com o Mestre que encarnou o Amor em sua plenitude, não está sendo motivado por esse amor inclusivo, sinto muito dizer, mas existe uma séria possibilidade desse sujeito estar mancomunado com aquele que julga, condena, fere, e intenta matar, roubar e destruir tudo o que Deus construiu de bom no Seu Reino.
Fora com estes!
Julgar e condenar é fácil, agora, amar como Jesus, é difícil, só mesmo adquirindo um novo coração…vivenciando a metanóia que gera o caráter de Cristo.

MANOEL DC

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Bento XVI: “Nos Gestos E Palavras Está À Vontade De Deus De Nos Curar”

Posted by José Eduardo Glaeser em 17/02/2012

Bento XVI:
“Nos Gestos E Palavras Está À Vontade De Deus De Nos Curar”

Deus nos fez para a felicidade e ela se faz presente na vida do homem e da mulher na saúde e no bem estar adquiridos com salários dignos, com uma educação e saneamento básico adequado. As escolhas que fazemos muitas vezes nos trazem doenças, aborrecimento e o mal. Um dos males do nosso tempo é o egoísmo, a falta de amor e solidariedade. Vivemos numa sociedade da competição e da ganância. Quem tem muito quer ter mais e não permite que os pequenos tenham o mínimo para sobreviver. Estamos numa sociedade capitalista que sacrifica o trabalho com menores salários em favor do lucro. Muitos ficam a margem da saúde, da moradia, de uma condução digna, de uma educação que promova e prepara a pessoa para uma qualificação adequada. Deus vem ao encontro dos doentes e dos excluídos para darem o melhor que é a saúde restabelecida, a dignidade como pessoa e a sua devida integração na sociedade. Jesus inclui os doentes e os pobres, curando-os para poderem participar da sociedade (Reflexão do Bacharel em Teologia Jose Benedito Schumann Cunha).
O papa Bento XVI encontrou-se na manhã do dia (12/2) com os fiéis e peregrinos presentes na Praça São Pedro para a habitual oração mariana do Angelus. O Pontífice comentou o Evangelho deste domingo, que mostra Jesus em contato com a forma de doença considerada, naquele tempo, a mais grave, a ponto de tornar a pessoa ‘impura’ e de excluí-la das relações sociais: a lepra. Bento XVI lembrou que enquanto Jesus pregava pelos vilarejos da Galileia, um leproso veio ao seu encontro e disse: “Se queres, tens o poder de purificar-me!”. Jesus não fugiu ao contato com aquele homem, pelo contrário, movido de compaixão, estendeu a mão e o tocou – superando a proibição – e lhe disse: “Eu quero, sê purificado!” (www.a12.com 15-02-2012).
“Neste gesto e nas palavras de Cristo há toda a história da salvação, está encarnada a vontade de Deus de nos curar, de nos purificar do mal que nos desfigura e que prejudica as nossas relações”, afirmou o papa. O papa explicou que neste contato entre a mão de Jesus e o leproso, toda barreira entre Deus e a impuridade humana é abatida, não certamente para negar o mal, mas para demonstrar que o amor de Deus é mais forte do que todo mal. “Jesus se fez ‘leproso’ para que nós fôssemos purificados”, acrescentou. O papa citou a experiência de São Francisco, que só se sentiu purificado quando venceu seu temor e abraçou um leproso. “Naquele momento, Jesus curou Francisco da lepra, ou seja, do seu orgulho, e o converteu ao amor de Deus. Eis a Vitória de Cristo, que é a nossa cura profunda e a nossa ressurreição e vida nova!” (www.a12.com 15-02-2012).
As palavras do papa Bento XVI nos servem como alerta e exortação para nós curarmos da lepra do orgulho e da auto-suficiência. Achamos que a individualidade e o egoísmo de nossa parte vão nos levar a uma realização pessoal e provocar o bem a onde estamos. Muitos gritos do povo vêm até nós, não podemos tornar-se surdos aos que estão famintos e marginalizados na nossa sociedade que visa lucro, prazer e poder. Jesus se fez servo sofredor, assumiu nossas dores e ainda se permitiu morrer na cruz como prova de seu amor extremo a humanidade. O seu poder está no serviço da salvação do homem. Deus se torna amigo da humanidade e quer nos ensinar a escola do amor, do perdão e serviço que vão trazer a paz e a justiça verdadeira. Quando somos solidários e compassivos aos irmãos que sofrem na doença, na violência e toda forma de mal, então vamos ver o Reino de Deus já acontecendo no nosso meio, pois o nosso Deus é parceiro e defensor da vida sempre (Reflexão do Bacharel em Teologia Jose Benedito Schumann Cunha).

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ESPIRITUALIDADE? (Recebido por E-mail)

Posted by José Eduardo Glaeser em 16/02/2012

ESPIRITUALIDADE?
(Recebido por E-mail de Maria Tereza Venzke, do blog DESPERTANDO NA LUZ)

Ken Wilber foi muito feliz quando em um de seus livros, “Uma Espiritualidade que Transforma”, colocou um levantamento que foi feito para verificar até aonde o Ser Humano está realmente envolvido em alguma atividade transformadora. Há uma crença muito difundida de que o Oriente está imerso em espiritualidade autêntica e transformadora, enquanto o Ocidente não apresenta nada além do que uma espiritualidade horizontal, interpretativa. Ainda que haja alguma verdade nisso, a situação real é muito sombria, tanto para o Oriente quanto para o Ocidente.
Conta Ken Wilber: “Primeiro, embora seja verdade que o Oriente venha produzindo um maior número de iluminados autênticos, mesmo assim, a percentagem real da população oriental que está engajada em autêntica espiritualidade transformadora é, e sempre foi, extremamente pequena. Uma vez perguntei a Katigiri Roshi, com quem consegui minha primeira experiência de iluminação (espero não ter sido um colapso), quantos grandes mestres Ch’an (China) e Zen (Japão) verdadeiramente existiram. Sem hesitar, ele respondeu “Talvez mil no total”. Perguntei a outro mestre Zen quantos mestres Zens verdadeiramente iluminados – profundamente iluminados – estão vivos hoje, e ele respondeu “Não mais do que uma dúzia.” Vamos considerar para efeito de argumentação que essas sejam respostas não muito precisas. Vejamos os números. Mesmo que considerássemos que só existiu um bilhão de chineses ao longo da história (uma estimativa extremamente baixa), isto significa que apenas mil em um bilhão atingiram a espiritualidade autêntica, transformadora. Para aqueles sem uma calculadora, isto significa 0,000001 da população total.
Se usarmos as percentagens do Ch’an chinês como exemplo genérico, isto significa que se 0,000001 da população está realmente envolvida em espiritualidade autêntica ou genuína, então, 0,999999 da população está envolvida em sistemas de crenças horizontais não-transformadores, inautênticos, meramente interpretativos. E isto significa, sim, que a grande maioria dos “buscadores espirituais” deste país (como de qualquer outro) está envolvida em algo muito menor que acontecimentos autênticos. Sempre foi assim e ainda o é hoje. Este país não é exceção.”
Certa vez alguém perguntou a Sigmund Freud: – “Na verdade, o que o senhor pretende fazendo Psicanálise e qual é o objetivo dela?” Ele, que era uma pessoa autêntica como raras o são, respondeu: “O máximo que podemos fazer é isto: fazer pessoas histericamente infelizes tornarem-se normalmente infelizes; trazemo-las de volta a infelicidade normal, como a de toda a gente. Nós as trazemos de volta à neurose normal da Humanidade.” – Continuou Freud: – “O homem jamais pode ser feliz. O homem só pode ser, ou neuroticamente infeliz, ou normalmente infeliz, mas nunca pode ser feliz”.
Infelizmente, Freud estava certo. Embora certo, este “normalmente infeliz”, pode ser rompido.
Outro aspecto importante, é que quando as pessoas dizem que têm, opiniões diferentes, entendimentos diferentes, ou “visões” diferentes. Na realidade, devemos entender que essas pessoas têm Condicionamentos diferentes. Quando temos uma determinada crença, normalmente, opinamos em função dessa crença. Falamos aquilo que consta dos livros que lemos sobre àquela crença. Estaremos colocando para fora o que existe arquivado em nosso cérebro (memória). Essa memória, é o nosso Sistema de Crenças e Valores. Essa memória, esse Condicionamento, se inicia a partir do nosso nascimento. Portanto, quando as pessoas colocam suas opiniões, estão colocando para fora suas verdades relativas. Essas opiniões, em determinados assuntos, atendem plenamente. Posso perguntar, por exemplo, se hoje vai chover ou não, e alguém, através de determinadas análises, dar a sua colaboração. Todavia, no Campo da Espiritualidade, “crenças” , “opiniões” não possuem, praticamente, nenhum valor. Se temos uma mente cheia de crenças, opiniões, acrescentar mais algumas, só irá piorar a situação, não é verdade?
Há pouco tempo atrás, eu estava em um ônibus quando percebi uma frase escrita nas costas de uma das poltronas: “Se você quer informação, não procure no Jornal do Patrão”. Trata-se de uma frase simples mas de muita profundidade.
Gurdjieff foi criado por uma sociedade nômade. Ele lembra que na sua infância os nômades hipnotizavam seus filhos porque não podiam carregá-los continuamente quando estavam caçando. Eles tinham que deixá-los em algum lugar debaixo de uma árvore, num lugar seguro. Mas qual é a garantia que essas crianças permaneceriam lá? Elas precisavam ser hipnotizadas. Assim eles usavam uma simples estratégia, e utilizaram-na por séculos.
Desde o principio quando a criança é bem pequena, eles a farão sentar debaixo de uma árvore. Eles desenharão um círculo ao redor da criança com uma vara e dirão a ela, “Você não pode sair fora desse círculo; se você sair dele, você será morto”. Agora essas crianças acreditam, assim como você. Porque você é Cristão?… porque seus pais lhe disseram. Porque vocês são Hindus? Porque vocês são Jainistas? Porque vocês são Maometanos?… porque seus pais lhe disseram.
Essas crianças acreditam que se saírem fora do círculo elas morrerão. Eles crescem com esse condicionamento. Você pode tentar persuadi-las: “Saiam, eu lhe darei um doce”. Elas não podem, porque a morte… Mesmo alguma vez se elas tentarem, elas sentem como se uma parede invisível lhes impedissem, as empurra de volta para dentro do círculo. Essa parede só existe na mente delas; não há nenhuma parede, não há nada. A menos que a pessoa que as colocou no círculo venha e retire o círculo, e tire a criança para fora, a criança permanece dentro.
A criança cresce, mas a idéia permanece no inconsciente…
Exatamente os mesmos círculos são desenhados ao nosso redor pela sociedade, pelas crenças etc… As pessoas precisam entender que vivem cercadas de muitos círculos que estão somente nas mentes delas. Eles não têm uma existência real, mas funcionam quase como se fossem reais.
Osho conta em “A Semente de Mostarda” que: “Certa noite, Mulla Nasrusdin bateu à porta às três da manhã. Ele estava bêbado. O dono da casa abriu a janela, olhou para baixo e disse: “Nasrudin, eu já lhe disse que está batendo na porta errada. Esta não é a sua porta. Vá para casa e bata na sua porta. Você está batendo na porta errada.”
Nasrudin olhou para cima e disse: ” O que lhe dá tanta certeza? Quem garante que não é você que está olhando pela janela errada?”
A embriaguez do homem é tal que é impossível pensar: “Eu estou errado.” O outro é que tem de estar errado, mas pensa que o outro pode estar olhando pela janela errada, pensa que está sempre batendo na porta certa.
Você está sempre batendo na porta errada, porque todas as portas deste mundo estão erradas – a menos que bata na porta interna, a qual não faz parte deste mundo. Ela caminha com você, mas não faz parte deste mundo. Você carrega algo dentro de si que não pertence a este mundo. Este algo é o seu tesouro, é a porta através da qual Deus pode ser alcançado.”

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