NADA NA VIDA DO SENHOR É MAIS IMPRESSIONANTE DO QUE O SILÊNCIO DESTES 30 ANOS

“…NADA NA VIDA DO SENHOR É MAIS IMPRESSIONANTE DO QUE O SILÊNCIO DESTES 30 ANOS…”
O MISTÉRIO DA ENCARNAÇÃO É ENVOLVIDO DE INFINITO SILÊNCIO.

As grandes coisas são realizadas no silêncio. Não no ruído e na magnificência dos acontecimentos exteriores, mas nos sacrifícios e nas vitórias escondidas. Quando o coração é tocado pelo amor, a ação invoca a liberdade do espírito e o coração está fecundado pela obra futura. As forças do silêncio são realmente poderosas. O mais silencioso de todos os acontecimentos, aquele cujo silêncio está perdido em Deus e cujo acesso nos é vedado aparece em Lucas 1,26-38.
José não sabe da gravidez de Maria. José queria repudia – lá em silêncio (em segredo). Sem dúvida José amava muito Maria.
O próprio Deus, no silêncio da noite, se incumbiu de avisar o noivo. No mistério divino, o Verbo estava junto de DEUS, o Verbo era Deus, Nele se manifesta o ser divino, a plenitude da vida, o sentido (Logos). Enquanto um profundo silêncio envolvia todas as coisas, todas feitas pelo e para o Verbo, Ele entrou no mundo, algo que transcende a fronteira do nosso pensamento: Ele, o eternamente infinito, incomensuravelmente distante, entrou pessoalmente na história: se faz carne, um de nós! Os vôos da imaginação, as balbucies do raciocínio são incapazes de qualquer manifestação. Só o silêncio amoroso pode penetrar no mistério de Deus, sem compreendê-lo.
Nunca algo de grande na vida do homem sai do puro pensamento. Tudo se funda no coração, no amor: o amor tem seus próprios “porquês”. E quando é Deus que ama, de que não será capaz o AMOR?
Eis que uma criança nos é dada: chora, tem fome, dorme como as outras crianças e, contudo, é o Verbo feito carne: Deus não habita somente nela: esta criança é Deus!
Caso paire alguma duvida sobre isso no segredo o coração, vem em ajuda uma frase: “O amor tem destas coisas”.
A vida pública do Senhor durou, no máximo três anos: como é curto este espaço de tempo! Mas como se tornam densos de significado os 30 anos anteriores, nos quais Ele não ensinou, não lutou, não realizou milagres. Para a alma crente, nada na vida do Senhor é mais impressionante do que o silêncio destes 30 anos!
A criança da manjedoura é Deus; sua missão era realizar a vontade do Pai, levar a humanidade pecadora para o aniquilamento do sacrifício e, dela, à ressurreição, para a existência nova da graça.
Cristo foi Deus desde o começo da sua vida, mas a sua vida consistiu em realizar humanamente esta sua própria essência divina: levar a realidade divina e o seu sentido até à sua consciência humana; enxertar a força divina na sua vontade; cumprir a pureza santa com as suas inclinações humanas; executar o amor eterno com o seu coração; ir procurar na sua figura humana a infinita plenitude de Deus, a conquista da sua divindade pela sua humanidade.
De certo este pensamento é insuficiente, mas pode ajudar e pode abrir-nos para a voz deste silêncio, e dar-nos o sentimento respeitoso de quanto de prodigioso se consumava no interior de Jesus.
Vale a pena reler Lc 2,41-52
“E Jesus ia crescendo em sabedoria, em estatura e em graça, diante de Deus e dos homens”.
Ora et Labora, convida a adorar o Pai que gera o Verbo. O Verbo que se volta para o Pai e o misterioso Suspiro Divino que une Pai e Filho.
E tudo isso no eterno silêncio.
A Palavra desce em Maria no meio do profundo silêncio.
E Maria guardava a palavra no silencio do coração.
José é avisado no silencio da noite.
Jesus passa 30 anos no silêncio… E nós?

VIA ORAE ET LABORA

Ano A – Dia: 11/02/2011 – As bodas de Caná – Jo 2,1-11

EVANGELHO DO DIA

Ano A

Dia: 11/02/2011

As bodas de Caná

Jo 2, 1-11

Dois dias depois, houve um casamento no povoado de Caná, na região da Galiléia, e a mãe de Jesus estava ali. Jesus e os seus discípulos também tinham sido convidados para o casamento. Quando acabou o vinho, a mãe de Jesus lhe disse:
– O vinho acabou.
Jesus respondeu:
– Não é preciso que a senhora diga o que eu devo fazer. Ainda não chegou a minha hora.
Então ela disse aos empregados:
– Façam o que ele mandar.
Ali perto estavam seis potes de pedra; em cada um cabiam entre oitenta e cento e vinte litros de água. Os judeus usavam a água que guardavam nesses potes nas suas cerimônias de purificação. Jesus disse aos empregados:
– Encham de água estes potes.
E eles os encheram até a boca. Em seguida Jesus mandou:
– Agora tirem um pouco da água destes potes e levem ao dirigente da festa.
E eles levaram. Então o dirigente da festa provou a água, e a água tinha virado vinho. Ele não sabia de onde tinha vindo aquele vinho, mas os empregados sabiam. Por isso ele chamou o noivo e disse:
– Todos costumam servir primeiro o vinho bom e, depois que os convidados já beberam muito, servem o vinho comum. Mas você guardou até agora o melhor vinho.
Jesus fez esse seu primeiro milagre em Caná da Galiléia. Assim ele revelou a sua natureza divina, e os seus discípulos creram nele.

Comentário do Evangelho

O Deus de Jesus é o
Deus da vida

No evangelho de João Jesus se revela através de sinais, palavras e gestos. Tudo converge para a grande novidade que nasce no chão da experiência humana: o dom da vida eterna e divina a homens e mulheres, à humanidade.
Na festa de casamento em Caná temos o primeiro sinal, com seus significados. A presença de Jesus e sua mãe faz com que a alegria não seja frustrada. A novidade de Jesus é a transformação da água, que seria usada na ablução ritual, no vinho partilhado, que é fonte de alegria. O Deus de Jesus é o Deus da vida, na solidariedade, na alegria e na felicidade.

Oração

Senhor Jesus, que Maria me conduza sempre a ti e me leve a descobrir em ti o caminho da salvação que o Pai nos ofereceu.

Fonte:
www.paulinas.org.br

Ano A – Dia: 11/02/2011 – As bodas de Caná – Jo2,1-11

EVANGELHO DO DIA

Ano A
Dia: 11/02/2011
As bodas de Caná
Jo2,1-11

Dois dias depois, houve um casamento no povoado de Caná, na região da Galiléia, e a mãe de Jesus estava ali. Jesus e os seus discípulos também tinham sido convidados para o casamento. Quando acabou o vinho, a mãe de Jesus lhe disse:
– O vinho acabou.
Jesus respondeu:
– Não é preciso que a senhora diga o que eu devo fazer. Ainda não chegou a minha hora.
Então ela disse aos empregados:
– Façam o que ele mandar.
Ali perto estavam seis potes de pedra; em cada um cabiam entre oitenta e cento e vinte litros de água. Os judeus usavam a água que guardavam nesses potes nas suas cerimônias de purificação. Jesus disse aos empregados:
– Encham de água estes potes.
E eles os encheram até a boca. Em seguida Jesus mandou:
– Agora tirem um pouco da água destes potes e levem ao dirigente da festa.
E eles levaram. Então o dirigente da festa provou a água, e a água tinha virado vinho. Ele não sabia de onde tinha vindo aquele vinho, mas os empregados sabiam. Por isso ele chamou o noivo e disse:
– Todos costumam servir primeiro o vinho bom e, depois que os convidados já beberam muito, servem o vinho comum. Mas você guardou até agora o melhor vinho.
Jesus fez esse seu primeiro milagre em Caná da Galiléia. Assim ele revelou a sua natureza divina, e os seus discípulos creram nele.

Comentário do Evangelho

O Deus de Jesus é o
Deus da vida

No evangelho de João Jesus se revela através de sinais, palavras e gestos. Tudo converge para a grande novidade que nasce no chão da experiência humana: o dom da vida eterna e divina a homens e mulheres, à humanidade.
Na festa de casamento em Caná temos o primeiro sinal, com seus significados. A presença de Jesus e sua mãe faz com que a alegria não seja frustrada. A novidade de Jesus é a transformação da água, que seria usada na ablução ritual, no vinho partilhado, que é fonte de alegria. O Deus de Jesus é o Deus da vida, na solidariedade, na alegria e na felicidade.

Oração

Senhor Jesus, que Maria me conduza sempre a ti e me leve a descobrir em ti o caminho da salvação que o Pai nos ofereceu.

Fonte:
http://www.paulinas.org.br