MANDALA DA ABUNDÂNCIA DIVINA OU PROSPERIDADE (MÁRIAN – MARTA MAGALHÃES)

Ser próspero, na verdade, é ser feliz e abençoado. É estar conectado com a Abundância Divina recebendo todas as graças que Deus Pai e Mãe nos oferecem e das quais somos merecedores.
Quem pratica o Amor é próspero…
Aquele que é humilde e grato também…
A prosperidade financeira não é símbolo de felicidade, pois a matéria é efêmera e ilusória…
Se a pessoa não está conectada à Abundância Divina, mesmo que ela tenha tudo o que o dinheiro pode comprar, ela se sentirá vazia e insatisfeita… e estará sempre tentando preencher essa vacuidade com “coisas” e mais “coisas”…
O único bem que nos preenche verdadeiramente é o AMOR… o AMOR e seus desdobramentos como a COMPAIXÃO e a FRATERNIDADE…
Acreditem, se estivermos conectados à Abundância Divina, tudo aquilo que necessitamos para a nossa evolução nos será oferecido, inclusive o nosso sustento material…

Namastê,

Márian

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por Márian – Marta Magalhães – marian.luar@ig.com.br
Márian é Terapeuta Holística e Artista Plástica. Recebe orientações de Seres de Luz que visam o aperfeiçoamento do Ser Humano através do exercício do Silêncio, do resgate dos Princípios da LUZ e da vivificação do AMOR. Encontros de Meditação e Vivências. Mandalas Pessoais. (31) 8738-2064
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E-mail: marian.luar@ig.com.br
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“O DIA NÚMERO ‘UM'” (MARCIA MARIA DE RIZZO – 06.07.2012)

O DIA NÚMERO “UM”
MARCIA MARIA DE RIZZO
06.07.2012

Todos os dias parecem iguais. O número um, o dois, o três…. até o 365º dia.
Será assim mesmo? Ou somos nós que os tornamos monótonos e idênticos?
E será que somos assim tão inconscientes?
“A vida é tão rara…”, como dizia o Lenine em sua linda música.
A vida é única para cada um de nós. Ela começa e acaba. Mas nós vivemos como se ela fosse sem fim, mas não é.
Então, como podemos celebrar a vida?
Vivendo cada dia como se fosse o único dia, o dia número UM.
Deveríamos viver cada dia dando o melhor de nós ao trabalho, aos colegas, aos amigos, aos amores, aos filhos, aos pais, à família.
Mesmo que esse dia tenha sido infernal, ainda assim, aprendemos algo, dissemos ou fizemos alguma coisa que ajudou alguém. Alguém nos disse algo que nos ajudou, ou , pelo menos, um sorriso e um bom dia nós demos e recebemos.
O que ocorre é que focalizamos nossa atenção no ruim, sempre no ruim, e poucas vezes no bom.
Não estou dizendo que devemos enterrar a cabeça no buraco, como faz o avestruz.
Mas, podemos extrair de nosso dia um pouco de felicidade, mesmo que seja um instante fugaz.
E felicidade é isso: pequenos momentos que deixamos passar devido à nossa onipotência em achar que somos os únicos que sofrem ou que têm problemas.
A vida é rara e complexa, e temos a obrigação, como seres inteligentes que somos, em torná-la boa para nós e para os outros, construindo em nossos dias, esses momentos felizes, que nos alimentam e nos dão a sensação de estarmos unidos, de fazermos parte desta imensa rede – a humanidade.
(Marcia Maria de Rizzo – 06-07-2012)

VIA BLOG EVOLUINDO NO CAMINHO

TRANSFORMA TEU PRAZER (SRI AUROBINDO)

Transforma teu prazer em um êxtase igual e sem objetivo; que tudo em ti seja felicidade. Este é teu alvo.
(Sri Aurobindo: do livro “A SABEDORIA DE SRI AUROBINDO”)

CONEXÃO

Há vontades que nos alimentam de alegria. Outras geram uma intoxicação sufocante. O nosso querer é como uma luz que se acende e ganha vida, sendo alimentado por toda uma rede elétrica. Quando nos conectamos com um querer, entramos numa determinada sintonia. E esta sintonia constrói todo um universo, colaborando com o poder de visão ou causando a cegueira.
“Tudo o que uma pessoa pensa ou faz continua a viver…”
(Roselis von Sass)

VIA LITERATURA DO GRAAL

OS PENSAMENTOS E A FELICIDADE – BENEDICTO ISMAEL CAMARGO DUTRA

OS PENSAMENTOS E A FELICIDADE

BENEDICTO ISMAEL CAMARGO DUTRA

A vida está muito conturbada, é o que percebemos nos estímulos negativos e desagradáveis que surgem de todos os lados. Ou estamos passando por uma fase dramática como jamais houve outra igual, ou a mídia está exagerando. Olhando os jornais ou ligando a TV recebemos apenas mensagens de horríveis assassinatos e seqüestros, roubos, bandalheira e tudo o que não presta, com absurdos que não condizem com a espécie humana e que afetam nossa forma de pensar.
Se os bilhões de pessoas que habitam o Planeta se esforçarem por melhorar a qualidade dos pensamentos, isso será decisivo para a melhora geral da qualidade de vida.
Pensamentos transformam-se em coisas, porém poucas pessoas se preocupam com a qualidade deles. Em casa ou na escola nunca houve uma orientação segura sobre o uso da faculdade de pensar da qual todo ser humano é dotado.
Muitas pessoas estão se sentindo perdidas e desorientadas com a avalanche de informações negativas. Estão perdidas porque não enxergam saída. Sem ânimo nem contentamento sentem falta de um estímulo que desperte suas energias.
Assim se tornam escravas da sua forma de pensar desordenada.
Não se alegram com a vida, nem sentem a necessidade de se elevarem, de serem úteis. Com a força de sua vontade estagnada, o indivíduo, isoladamente, não pode esperar grandes progressos, consequentemente o mesmo ocorrerá com a espécie humana como um todo. Movimento é vida. Tudo na Criação tem de seguir a Lei do Movimento.
Pesquisa feita pelo Gallup, mostra que 79% dos trabalhadores brasileiros estão desmotivados. Muitos estão buscando um conhecimento que os fortaleça. Um estímulo para lutar contra o pessimismo que faz com que desistam de tudo antes mesmo de começar.
Se a pessoa não tiver objetivos na vida, acabará não sendo nada, porque consciente ou inconscientemente o seu íntimo acreditava nisso. Saber exatamente o que se quer, movimentar-se e agir na direção do alvo, é como fazer um pedido, pois a vontade intuitiva é fortalecida pela força viva da Criação para alcançar o alvo.
Tudo está ao nosso alcance mas, é bom lembrar, não podemos causar sofrimentos a outros para satisfazer nossos desejos. Isso é uma lei básica da vida.
Aos seres humanos foi dado o poder para formar as condições de vida mediante a força do Criador, canalizada pela vontade intuitiva. Por isso devemos prestar muita atenção para onde conduzimos nosso querer. A falta de clareza no querer conduz o pensamento por caminhos obscuros, atraindo confusão e sofrimento.
Muitas pessoas perdem o controle sobre os próprios impulsos e pensamentos, deixando-os vagar a esmo sem uma preocupação mais séria com o sentido da vida. Tornam-se joguetes sem rumo definido, sem saber mais como empregar a potência da força de vontade, ficando subordinadas a estímulos externos e aos condicionamentos que acabam determinando aquilo que a maioria das pessoas pensam e são.
Nossos pensamentos e nossas palavras moldam nosso destino pela atração da igual espécie. Torna-se indispensável pensar e falar construtivamente para não atrair miséria e desgraças. A energia flui na direção dada pelo pensamento.
O Dalai Lama escreveu, num de seus livros, que “se sentimos raiva ou ódio por uma pessoa, há menos probabilidade de que essa emoção atinja um nível muito intenso se nós a deixarmos de lado. Porém, se pensarmos nas deslealdades que nos teriam sido feitas, nas formas pelas quais fomos tratados injustamente, e se não pararmos de remoer essas coisas o tempo todo, isso alimenta o ódio. Essa atitude confere ao ódio muito poder e intensidade”.
Quando permitimos que nossas atitudes: pensamentos, sentimentos, palavras e ações, provoquem intranqüilidade e desarmonia no ambiente, isso fica no ar, causando danos ao nosso ambiente e a nós mesmos. São como sementes lançadas.
O filósofo espiritualista Abdruschin nos indica que podemos contribuir também, e mais fortemente ainda, para a paz e a bem-aventurança da humanidade, e complementa que podemos, mediante pensamentos puros e alegres, co-participar das obras que através de nós são realizadas por pessoas, mesmo distantes.
Os seres humanos dispõem de capacitações para encontrar soluções duradouras que possibilitem a melhora geral; basta que desenvolvam a adequada sintonização. Devemos ser otimistas, mantendo firme o anseio por um mundo melhor, no qual as pessoas não causem danos às outras para satisfazer as suas cobiça.

BENEDICTO ISMAEL CAMARGO DUTRA
Autor do livro “ENCONTRO COM O HOMEM SÁBIO”,
“REENCONTRO COM O HOMEM SÁBIO EM BUSCA DO SANTO GRAAL”e
“NOLA, O MANUSCRITO QUE ABALOU O MUNDO”
Editora Marco Zero/Nobel

VIA LIBRARY

PRESO NA ILUSÃO DE SI MESMO! Caught in the prison of himself!

PRESO NA ILUSÃO DE SI MESMO!
Caught in the prison of himself!

POR ALSIBAR BARBOSA

Quais os perigos da autoilusão e do autoengano? Qual é a dinâmica da autoilusão? Será que apenas os autoproclamados gurus correm o risco de ficarem presos em suas autoimagens e ilusões? Como podemos evitar esse problema? Qual a importância da meditação, reflexão e autorreflexão? Vamos refletir sobre isso?
Alguns assuntos dos meus posts surgem de repente. Não sei como. Não sei de onde. “Out of the Blue”. Vem do nada, como se diz em Inglês. Este que hora vos apresento surgiu assim. Achei um título forte e verdadeiro. Embora, até este exato momento, eu ainda não tenha a mínima noção sobre o que vou escrever. Claro que conheço do assunto. Mas ele é muito vasto e amplo. Pode versar sobre vários tipos de Ilusão: a ilusão do EGO, da autoimagem, da ignorância, dos desejos, do materialismo, das crenças etc. Enfim, o título acima pode versar sobre várias coisas. E você pode estar se perguntando porque estou escrevendo desta maneira. Explico-me: se vou falar sobre reflexão, devo começar refletindo sobre o próprio ato de escrever (metalinguagem).
A Ilusão detesta reflexão. Ela sabe que a reflexão liberta. Não é à toa que em todos os casos de lavagem cerebral, a primeira coisa que se destrói é a capacidade reflexiva da vítima. São como água e óleo. Sombra e luz- simplesmente um não pode coexistir com o outro. Ambos se anulam. A ilusão se instala quando morre nossa capacidade de refletir sobre nós mesmos e o mundo. Todos os iluminados (verdadeiros) sempre insistiram na importância da capacidade reflexiva. Foi assim com os maiores filósofos clássicos, foi assim com Jesus e Buda e também com os grandes iluminares contemporâneos. Sem reflexão e autorreflexão corremos um grande risco de nos desviarmos do caminho. E ficarmos presos na própria Ilusão. Não é raro isto acontecer. Pelo contrário, é muito comum e corriqueiro. É um grande risco na jornada do autoconhecimento. O caminho da percepção de si é longo e cheio de armadilhas. Por isso, iremos tratar deste assunto, com o máximo de reflexão e cuidado. Você é o nosso convidado nesta viagem para dentro das nossas próprias Ilusões . Seja muito bem vindo e boa leitura!
Por que será que é tão fácil iludir-se? Um simples deslize, uma simples distração e, de repente, estamos lá, presos em mais uma Ilusão. Não é a toa que o grande mestre Jesus insistia tanto no “orai e vigiai”. Ele sabia o quanto é fácil ao homem “cair em tentação”. Há vários tipos de ilusão: acreditar que somos somente matéria . Acreditar que o dinheiro compra felicidade. Acreditar que somos um EGO permanente e eterno. Acreditar que a Meditação tem haver com técnicas. Seguir os gurus acreditando que eles poderão lhe dar a iluminação, paz ou felicidade. Acreditar em um monte de coisas só porque aquilo me convém. Não acreditar em nada só porque me convém também. Acreditar nas religiões e nos movimentos religiosos como caminho para Deus. Acreditar que a Felidade está nas coisas ou numa pessoa específica. Ser dominado pelo medo, desejos e pensamentos descontrolados. Enfim, o leque de Ilusões é bem variado. O mundo está dominado por ela. Maya ou Ilusão, está na raiz de todos os nossos problemas, tanto em nível coletivo quanto individual. Mas, uma das ilusões mais destrutivas e sutis, é a ilusão que nos prende a nós mesmos. E como é isso? É o que veremos no próximo parágrafo.
Ora, quem somos nós? Para respondermos a esta pergunta, temos primeiro que nos autoconhecer. Alguma vez você já se olhou sem medo? Já viu seus motivos, suas raízes, aquilo que está na base das suas ações e atitudes? Se realmente você teve a coragem de se olhar, deves ter visto que a base da maioria de nossas ações é o medo e o desejo. Em outras palavras, somos medo e desejo. É daí que se desdobra quase todas – senão todas – nossas ações, fazendo-nos ser o que somos. Tendo estes dois venenos como base do nosso ser, surgem daí uma série de reflexões : por que faço o que faço do jeito que faço? Qual é a razão? Exemplo: porque creio nos gurus e os sigo? Porque vejo neles o caminho para o Céu, o Nirvana, para a Libertação ? E por que quero isso? Será que não existe aí uma prisão? E o que me prende? Não é o desejo? O desejo de ter o que não tenho, de ser o que não sou, o desejo de alcançar a iluminação etc? Quero ter o que penso que o guru tem. Geralmente paz, felicidade e sabedoria. Mas isso se alcança através do desejo? Será mesmo que alguém poderá me dar a felicidade, a paz e a sabedoria?
Nesta busca por Iluminação, o que geralmente vemos por aí é muita Ilusão. O processo é muito simples: leio alguns livros de sabedoria, ocultismo e filosofia, visito alguns “gurus”, escolas e mosteiros. E depois de um certo tempo me sinto um “iluminado”. Leia-se : alguém livre para explorar e ser explorado. Se é de forma consciente ou não- não sei. É daí que surge a maior e mais perigosa de todas as ilusões: considerar-se Iluminado. Existe algo que o EGO mais goste, mais aprecie, mais ame? Ele deixa de ser um reles “ João-Ninguém” e de, uma hora pra outra, vira “o guru Iluminado”. Alguém acima da massa ignara. Acima dos pobres mortais. Na maioria das vezes, isso se torna um grande negócio. Funda-se uma organização em que seu rosto e nome estão sempre estampados. Que raios de iluminado é esse? Onde já se viu iluminado, ser marqueteiro de si mesmo? E porque ele tem que viver a custa dos outros? Explorando os outros? Porque não dá o exemplo a partir de si mesmo? De sua própria vida? Como alguém assim pode considerar-se liberto e, ainda, preparado para libertar os outros?
Mas a ilusão dos “autoproclamado iluminados” é algo que ainda precisar ser estudado com mais cautela. Poderia haver estudos específicos sobre as características deste fenômeno psiquíco. O problema é que muita gente embarca nessa barca furada e quem passa por isso, nunca admitirá ser ‘estudado” ou analisado. Pelo contrário, são considerados os seres psicologicamente mais “sãos” do planeta – pelos discípulos e por ele próprio- obviamente. Em geral, começam uma organização que lhes dão todo apoio e sustentáculo. E a blindagem necessária para continuarem se sentindo seres “especiais”. Inicia-se, assim, uma deplorável tradição de “cegos guiando outros cegos”. E o absurdo disso tudo, é que , mesmo quando o cego fundador morre, os cegos seguidores continuam seu trabalho. E a cegueira se gereraliza. Antes, pelo menos, o líder, que geralmente tem um pouco de inteligência, estava ali. Era uma coisa viva. E quando ele “se vai” passam a cultuá-lo como um Deus. Passam a venerar lembranças mortas e vazias de alguém que já se foi. Em pouco tempo, o movimento torna-se apenas um centro de adoração e culto à personalidade do fundador. Preciso dar exemplos? Não serei tão tolo a este ponto. Os exemplos estão aí. “Quem tem olhos para ver, que veja”.
Mas, não são só os autoproclamados iluminados que me preocupam. Nós todos corremos este risco de ficarmos presos em nossa própria autoimagem. Se você se considera inteligente, sabido ou superior a qualquer pessoa… Cuidado! Sua autoimagem está começando a dominá-lo. E que triste é a nossa sina quando caimos escravos de nossas imagens. Se você se considera sábio, iluminado, salvo, “cabeça” e isso lhe dá uma sensação de superioridade em relação aos demais… Muito cuidado nessa hora. Faça uma autorreflexão. Uma grande ilusão pode estar se instalando no seu ser. Os clássicos estão cheios de exemplos em que a autoimagem torna-se uma praga, uma maldição. Foi assim com Narciso que tornou-se preso de si mesmo. Encantado com sua própria beleza. No clássico conto de fada, da Branca de Neve, o grande vilão era a Bruxa malvada e seu espelho bajulador. O espelho é o EGO, sempre lhe dizendo que você é o melhor, e sempre atiçando a inveja, o ciúme e a disputa insana.
Isso não significa que não devemos nos amar ou cuidar de nós mesmos. O que quero dizer é muito simples. E se você tem dificuldade de entender, talvez precise de uma autorreflexão- algo o está impedindo de ver uma verdade muito simples sobre si mesmo: amar a si mesmo é algo muito diferente de sentir-se superior ou melhor do que os outros. Sentir-se “Iluminado” deveria ser o primeiro “alerta”, o primeiro “alarme” de que algo está errado. Se a pessoa sente-se assim, é porque não é. Iluminação ou sabedoria, surgem quando não há mais a sensação de “Eu sou isso, ou eu sou aquilo”. É somente quando estamos totalmente esvaziados do conteúdo de nós mesmos – que é o EGO- é que realmente algo se instalou ali. Não há luz quando há trevas. Não há Iluminação se o EGO ainda lhe prende a uma autoimagem mental. Puro desejo de querer ser algo ou alguém. E por que queremos ser algo ou alguém? Por que queremos fama e dinheiro? Porque queremos ser reconhecidos? Por que procuramos nos “dar de bem” às custas dos outros? Por que interiormente me sinto um fracassado e através da imagem do guru quero ser aplaudido, adorado e bajulado? Olha aí de novo o desejo.
Mas, poderiam perguntar, como nos livrarmos desse engodo? Como podemos nos prevenir de tal escravidão ? A autorreflexão pode nos ajudar. Mas se não tivermos sinceridade em nossos corações não iremos muito longe, pois evitaremos refletir sobre o que realmente interessa e importa. Reflita sobre suas atitudes. Observe-as. Olhe seus motivos, suas raízes, sua base. Mas olhe com coragem e sinceridade. Será realmente que você é o “rei da cocada preta”? Será mesmo que você se “iluminou’? Mas, como pode ser, se “iluminação” nada tem a ver com a “idéia de iluminação”? Será que essa sensação de paz e felicidade que você diz sentir, vem da percepção da Verdade, ou do seu desejo de viver e sentir isso? Será mesmo que o êxtase e a Ananda que dizes sentir, provêm do Desconhecido, ou ainda está no campo do conhecido? Será que tudo o que digo sentir, não é apenas um resultado do meu desejo? Será que não estou com medo de admitir para mim mesmo e para os outros que estou me iludindo?
Mas… não! Como ficarão meus seguidores e bajuladores? O que direi para aqueles que depositaram em mim suas confianças, seu dinheiro, sua vida? Não. Não posso suportar a ideia de ser publicamente desmascarado, ridicularizado. É humilhação demais para o meu EGO. Ele não suportaria. Ou seja, tenha cuidado para não chegar até este ponto. Vigie, de modo a extirpar a raiz da Ilusão logo no começo. No comecinho, enquanto ainda estás livre das detestáveis organizações. Pois elas, as organizações, parecem um monstro que se vira contra seu dono. Elas passam a ser mais poderosas que seus fundadores e líderes. Uma organização, por natureza, precisa expandir-se, crescer e, para isso, precisa lucrar. E para lucrar muitos exageram na dose. Poucos, muito poucos tem a ética necessária para diferenciar o que é lícito, do que é ilícito. O que é razoável do que é exagero. Aí começam as velhas enganações e os velhos discursos: “ Não fazemos isso por nós, mas pela obra”. “ Estamos trabalhando por uma causa maior: libertar as massas”. “ Estamos a serviço de Deus e por isso vale tudo!” Será mesmo?
E assim, o EGO, Maya, usa de todos os artifícios para justificar para si mesmo e para os outros todo tipo de crueldade, abuso e exploração. Foi assim com as Cruzadas e os Tribunais de Inquisição. Está sendo assim agora, com todas as organizações religiosas que exploram o homem, na sua ânsia de expandir e crescer. Estão sempre se escondendo atrás da idéia de que estão à serviço de uma causa nobre, maior do que eles próprios. Mas na verdade estão a serviço de si mesmo, de sua própria manutenção e expansão. Tudo o que querem é crescer e expandir-se cada vez mais. Querem o poder e o dinheiro. Nada mais. E para isso vale tudo. O fim passa a justificar todos os meios. Por mais cruéis, abusivos, imorais e antiéticos que sejam. Por isso a corrupção se instalou no mundo. Porque ela está primeiramente dentro de nós. Porque nos consideramos muito puros, acima do bem e do mal. Mais uma vez a autoimagem nos destruindo. Mais uma vez cegamos nossos próprios olhos para não vermos o que nos salta aos olhos. E enquanto tivermos veneração por nós mesmos, enquanto não compreendermos que não somos nada e que nada, ABSOLUTAMENTE nada nos pertence, o EGO irá nos ludibriar, enganar e destruir. Mas o EGO se apossa desse discurso, fica preso a esta idéia e por isso nunca chegará a sentir um estado além de si mesmo. Pois este estado não é uma ideação. Se me sinto como “Deus” é porque ainda não me tornei. Quando realmente ultrapasso os limites da Ilusão e do EGO, não me sinto mais coisa nenhuma. Uma consciência livre é uma consciência que não afirma nada, que não diz nada, que não se apega a nada. Nem mesmo e, principalmente, a ideia de ser algo, ou alguém.
Tome um chá de autorreflexão diariamente. Ou, se possível, constantemente. Mas seja realmente sincero e sério em suas intenções. Do contrário, nada valerá ser autorreflexivo, pois suas reflexões serão limitadas. Mas quando realmente queremos crescer. Quando realmente queremos nos libertar das ilusões, então a autorreflexão se torna imprescindível. Olhar sempre para si, para seus pensamentos, intenções e sentimentos, ajuda no autoconhecimento. Se quando, em Meditação, te sentires importante, ou tiveres a sensação de que estás “evoluindo” ou se “iluminando”, reflita sobre isso com sinceridade. Veja isso e extirpe essa ideia ainda em sua gênese. Será mais fácil no começo do que no futuro -quando estiveres comprometido com seguidores, discípulos e organizações. Por isso, não deixe que ninguém o bajule, o idolatre ou o adore. Não permita que ninguém o chame de mestre. Isso é um grande risco. Muitos caíram por sentirem-se “mestres”, antes de sê-los. A coisa vai num crescendo: primeiramente sábio, depois mestre e o passo seguinte é sentir-se Iluminado, e finalmente, o Cristo. Daí por diante, a tragédia, o sofrimento e o caos se instalarão em sua vida como uma terrível maldição, uma herança maldita.
Fuja de qualquer tentativa de o endeusarem. Abomine as adorações e o culto. Isso é coisa da Índia. É algo de suas tradições e por isso, existem tantos falsos gurus lá. Todo mundo quer ser guru. Dá status. É o caminho mais fácil de se “dar bem na vida”. Não estou dizendo, com isso, que não existam os verdadeiros mestres e iluminados. Claro que existem. Mas eles não fazem propaganda de si mesmos. Não andam com uma placa dizendo: “ sou iluminado! Sigam-me”! Veja o caso de Babaji. Raramente aparece. E, quando aparece, se apresenta como um ser humano comum. Sri. Yuktéswar o viu, em um festival religioso, mas não o reconheceu. Não havia sinais externos que indicasse que ali estava um Avatar. Somente depois de um tempo, Babaji se revelou. E, assim, Sri Yuktéswar pôde perceber quem era aquela figura enigmática que lavava os pés de um monge. Veja o caso de Lahiri Mahasaya. Um simples contador. Um pai de família que ganhava sua vida honestamente, e nunca às custas dos discípulos. Durante boa parte de sua vida, ninguém desconfiou da grandeza espiritual de Lahíri Mahasaya-nem mesmo ele- de tão humilde que era. Só quando ele encontrou seu mestre Babaji em uma caverna secreta dos Himalaias, foi que ele percebeu quem ele era. Foi aí que ele lembrou-se que era um Iogue e que sua missão na Terra seria contribuir para o despertar da humanidade. Mas mesmo após essa revelação, continuou trabalhando na companhia de Trem. Nunca deixou de trabalhar, até aposentar-se. E a mesma atitude ele ensinava a seus discípulos. Entre eles, Sri. Yuktéswar o mestre de Paramahansa Yogananda. Sri. Yuktéswar era um Jnanavatar, mas quase ninguém sabia. Era uma pessoa muito discreta, não bajulava ninguém e nem gostava de bajulações. Seu sustento provinha das propriedades e negócios deixados por seus ancestrais. Yogananda dizia que seu mestre nunca “pavoneava-se” de sua sabedoria ou poderes. Pelo contrário, ocultava-os e evitava manifestá-los publicamente. A Bíblia diz que nem mesmo os irmãos de Jesus criam nele. Krishnamurti destruiu a Ordem que foi criada para endeusá-lo. Depois disso, passou a viver dos livros e da ajuda das Fundações que pagavam suas despesas. Que não eram muitas. Costumava dizer que nada possuía e nada precisava. Apenas coisas básicas como casa, roupas e comida. Enfim, percebemos que os verdadeiros iluminados, não tinham EGO. Não tinham autoimagem. Não tinham a ilusão de ser isso ou aquilo. Eles viviam em um estado de liberdade de si mesmo, que é difícil para nossa mente conceber.
Que possamos aprender com os verdadeiros sábios e iluminados, o valor da autorreflexão e que suas vidas nos inspire a vivermos honestamente do nosso trabalho, sem explorar ou enganar a ninguém- inclusive a nós mesmos. Como disse sabiamente o grande Lao Tsé:
“Quem está baseado no Tao, oferece aos outros da sua plenitude. Por isto, age o sábio: sem nada pretender para si, sem se apegar à sua obra. Sem nada QUERER SER, sem nada querer ter”. (Tao te Ching)
Que a MEDITAÇÃO a REFLEXÃO e a AUTORREFLEXÃO sejam nossos antídotos contra toda a forma de engodo, Autoenganação e Ilusão!

Muito obrigado por sua atenção e até a próxima!

Alsibar (inspirado)
http://alsibar.blosgspot.com
msn: alsibar1@hotmail.com

SÊ BOM PARA CONTIGO

“Ser bondoso para contigo significa
olhares para ti com humanidade.
Ser bondoso significa sentires-te bem contigo próprio.
É reconhecer a criança ferida que existe em ti
e usares de misericórdia para com ela;
olhar para as próprias feridas com o olhar
compassivo do coração e agir com uma
dedicação sincera.
Não deves enfurecer-te com as tuas próprias fraquezas,
mas sim olhá-las com amor e aceitá-las.
Só um olhar carinhoso pode fazer com
que as nossas fraquezas se transformem.
Não dificultes a tua vida
ao levar demasiado a sério
aquilo que não te agrada em ti
e o que te aborrece nos outros.
Vive e deixa viver.
Vê para lá das coisas.
Sê criativo na forma como levas alegria
à vida das pessoas que vais encontrando.
As rosas que fazes florescer para os outros
não perfumam apenas a vida delas.
Também inebriam a tua.
Também enchem o teu coração de amor e alegria.
Sempre que te aproximas dos outros,
há algo em ti que se agita,
que te faz sentir livre e expansivo.”

(Anselm Grün, em “Em cada dia… um caminho para a felicidade”)

VIA ABRIGO DOS SÁBIOS

O CAMINHO DA ALEGRIA É PAVIMENTADO DE AMOR…

CAMINHO DA ALEGRIA É PAVIMENTADO DE AMOR

Tanta luz foi agora lançada ao mundo por causa de vocês. Existe muita alegria onde antes havia tristeza, amor onde antes havia medo, e luz onde havia escuridão. Vocês estão fazendo isso e eu os aplaudo e agradeço por sua consistente coragem diante do desafio. O amor está ganhando muitos corações hoje. Falemos agora do caminho que se estende diante de vocês. O que lhes peço é que abandonem todo o medo. Enfrentem-no e liberem-no. Vão para um espaço onde sua fé seja tão forte que nada possa atingi-los, um amor dentro de vocês chamado amor próprio. Esse é um espaço que nada mais pode validar, e muitos de seu mundo clamam por isso, e eles serão ouvidos e terão as respostas.
O amor próprio é a resposta. Sua fé os circunda. Muitos de vocês estão prontos para criar ainda mais amor incondicional para si mesmos. Nunca foi seu ofício amar aos outros mais do que a si mesmos. É quase como se o amor por si mesmo definisse quem vocês são. Quando vocês se movem para o centro disso e permitem a si mesmos serem banhados por sua luz, vocês tornam-se aquele amor e ensinam os outros a amarem a si mesmos, também. Vocês já estão fazendo isso, e muitos são atraídos por seu brilho. Usando apenas sua fé para se validarem, confiem em que o que está dentro de vocês é bom, puro e amoroso. Confiem em que aquilo que já fizeram e o que continuarão a fazer também é bom.
É tempo de mudar-se de sua zona de segurança, do conforto de sua mente lógica. Está na hora de dar um salto muito grande na fé!
Essa é a sagrada viagem que os espera. Ela é feita com auto-aceitação. Deixem que o amor-próprio seja seu guia, e a auto-aceitação sua companheira. Ao abraçarem sua própria beleza e perfeição, (certamente, a perfeição de serem imperfeitos!) receberão a companhia de muitos outros. Juntos veremos como Deus nos vê, e isso será sua nova força. Abandonem o auto-valor que o mundo lhes deu. É o julgamento que lhes diz que serão bons se tiverem sucesso, se impressionarem os outros e ganharem o jogo da vida. É o amor que lhes diz que vocês são belos por tentarem, por perderem, por serem humanos. Sempre será assim. Confiem em si mesmos, em sua fé e, sim, também em sua intuição. Todos vocês têm muito a partilhar com o mundo. Está na hora. Experimentar o que desejam no amor e na alegria é dar um salto em seu caminho de fé, sem tentar validá-lo seu pensamento.
Há mais um ensinamento que quero passar, e é o do espírito gentil. Existe um amor e uma alegria que o coração pode dar ao mundo quando vocês se permitem ser gentis. Vocês já se permitiram receber essa gentileza dos outros? Assim, muitos de vocês, ocupados em serem os guerreiros, ocupados em serem fortes, não se permitiram receber com espírito de bondade de coração. É importante que façam isso agora. Como irão mostrar ao mundo seu coração gentil, se não receberam dessa maneira? Por favor, recebam isso de mim agora – tenho muito a lhes dar. Tenho muito a partilhar com vocês agora que seus corações estão abertos. Permitam que seus corações se suavizem e que recebam os cuidados. A batalha do amor foi vencida!
Abram a porta e entrem em conexão com seus guias e com o divino. Este é o portal para o amor-próprio. Quando estiverem dispostos a abrir a porta, simplesmente girem o trinco, abram um pouquinho e deixem que uma pequena luz penetre. Uma brisa morna entrará com ela e suavemente empurrará a porta para que vejam o que há na frente. É a jornada mágica de sua vida. Começa agora e os está despertando para a felicidade que já antecipavam.
Essa é a sagrada viagem que os espera. Ela é feita com auto-aceitação. Deixem que o amor-próprio seja seu guia, e a auto-aceitação sua companheira. Ao abraçarem sua própria beleza e perfeição, (certamente, a perfeição de serem imperfeitos!) receberão a companhia de muitos outros. Juntos veremos como Deus nos vê, e isso será sua nova força. Abandonem o auto-valor que o mundo lhes deu. É o julgamento que lhes diz que serão bons se tiverem sucesso, se impressionarem os outros e ganharem o jogo da vida. É o amor que lhes diz que vocês são belos por tentarem, por perderem, por serem humanos. Sempre será assim. Confiem em si mesmos, em sua fé e, sim, também em sua intuição. Todos vocês têm muito a partilhar com o mundo. Está na hora. Experimentar o que desejam no amor e na alegria é dar um salto em seu caminho de fé, sem tentar validá-lo seu pensamento.
Há mais um ensinamento que quero passar, e é o do espírito gentil. Existe um amor e uma alegria que o coração pode dar ao mundo quando vocês se permitem ser gentis. Vocês já se permitiram receber essa gentileza dos outros? Assim, muitos de vocês, ocupados em serem os guerreiros, ocupados em serem fortes, não se permitiram receber com espírito de bondade de coração. É importante que façam isso agora. Como irão mostrar ao mundo seu coração gentil, se não receberam dessa maneira? Por favor, recebam isso de mim agora – tenho muito a lhes dar. Tenho muito a partilhar com vocês agora que seus corações estão abertos. Permitam que seus corações se suavizem e que recebam os cuidados. A batalha do amor foi vencida!
Abram a porta e entrem em conexão com seus guias e com o divino. Este é o portal para o amor-próprio. Quando estiverem dispostos a abrir a porta, simplesmente girem o trinco, abram um pouquinho e deixem que uma pequena luz penetre. Uma brisa morna entrará com ela e suavemente empurrará a porta para que vejam o que há na frente. É a jornada mágica de sua vida. Começa agora e os está despertando para a felicidade que já antecipavam.
Sim, haverá outras tristezas e sofrimentos para serem liberados ao longo do caminho, mas é tempo de esperança, tempo de partilhar com os outros essa grande jornada do coração aberto. É tempo de partilhar quem vocês são e encontrar companheirismo nessa jornada de alegria. Ao embarcarem nessa viagem, vocês estão sendo solicitados a trilhar esse caminho recebendo amor.
O caminho para a felicidade suprema e para a própria vida, é pavimentado pelo amor. Este é o amor para o qual eu os levo, o amor que recebem dos outros. É uma coisa sagrada receber amor dos outros, porque seu coração está se abrindo. Quando seu coração estiver aberto, vocês estarão protegidos. Sua jornada para a frente está povoada de guias, anjos e outros no caminho em torno de vocês, para iluminar quem vocês são e também para que aprendam a amar-se e a descobrir-se. Deste momento em diante, interajam com aquilo que o Universo lhes dá e abram-se para receber mais amor do que nunca. Em cada escolha que lhes for oferecida, escolham a que lhes oferecer mais amor, paz e alegria. Este é o caminho do amor e da magia, a jornada mágica da vida. Cada dia é um passo sagrado dessa viagem. Em cada passo que derem, lembrem-se: vocês são amados!
Muitos medos surgirão: O que farei? O que verei que sou? Lembrem-se de que são perfeitos, vocês são puros. Tudo o que está dentro de vocês é belo. Se tentarem ver adiante sem abrir a porta ao amor, vocês vacilarão. Estarão vendo a si mesmos através dos olhos do julgamento. Foi isso que os manteve para trás, antes. O salto da fé é um salto para além da mente, além do julgamento. É, está claro, para além da terceira dimensão, porque o amor está além da terceira dimensão. O amor é o que nos atrai para as pessoas melhores, não aos olhos do mundo, mas aos olhos do amor. Ele nos chama para sermos melhores no receber, para sermos vulneráveis e abertos, a fim de ver nossa perfeição inata por meio dos olhos de Deus, dos olhos do amor.
Quando virem a si mesmos por meio dos olhos do amor, vocês não mais se importarão com a maneira pela qual o mundo os vê. É então que oferecerão ao mundo seus óculos cor-de-rosa para que eles vejam a si mesmos. Isso é feito através do receber amor para vocês. Mas é um risco, não é mesmo? Abrir-se para o mundo é arriscar-se a ser julgado, arriscar-se a parecer bobo. Abrir-se para o amor é arriscar-se a ser vulnerável e a ter toda sua pureza mostrada ao mundo. Abrir-se para o amor é arriscar-se a receber de outro. A verdade é que quando vocês verdadeiramente abrem seu coração para receber amor, ele jamais é negado. Quando vocês se abrem para receber amor, o próprio universo revela amor por vocês e os abastece. É só seu medo que lhes diz o contrário.
Portanto, a porta está diante de vocês e a jornada os espera – a jornada mágica do coração aberto. Deixem que meu coração os ajude e lhes mostre o caminho do amor. O amor-próprio é a coisa mais grandiosa que possam imaginar, melhor do que tudo o que tenham visto ou experimentado até aqui. Ele os levará de volta à alegria infantil do jogo não consciente do eu. Devolverá a vocês a gentileza. O puro conhecimento de que são amados os espera. Permitam que este seja um salto que os levará para fora da mente, e para os braços do amor, que os espera.

(Maria – Carol Sydney)