"A Casa Sobre A Rocha" (Mt5:24).

“O Amor é a Lei de Deus. Viveis para que aprendais a amar. Amais para que aprendais a viver. Nenhuma outra lição é exigida do homem.” (O Livro De Mirdad)

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MUDE SEU SISTEMA DE CRENÇAS

Posted by José Eduardo Glaeser em 12/05/2012

MUDE SEU SISTEMA DE CRENÇAS

“A culpa e o medo não só devastam a nossa vida emocional, como também o nosso corpo. Muitos de nós, pelo apego à culpa e ao medo, acabam fazendo inconscientemente coisas que agridem o nosso próprio corpo.
Por exemplo, eu era incrivelmente propenso a ser vítima de acidentes. Nunca pensei muito a respeito, exceto que eu parecia ter muito azar. Essa explicação encaixava-se perfeitamente na minha crença de ser uma vítima neste mundo.
Quando mudei meu sistema de crenças e comecei a buscar um outro modo de olhar o mundo, deixei de ser propenso a acidentes. Eu tomara a decisão de nunca mais ver a mim mesmo como uma vítima. Comecei a reconhecer, quase de imediato, que eu estivera desempenhando um papel ativo na criação dos meus vários ‘acidentes’. Eles não eram, de modo algum, produtos do meu azar como eu pensava antes.
Quando deixei de dar valor ao sentimento de culpa pelo meu comportamento e pelos pensamentos do passado, nunca mais senti nenhuma necessidade de autopunição. Acredito realment e que exista uma parte dentro de cada um de nós que, quando estamos sentindo culpa, nos diz: ‘Castigue a si mesmo ou procure uma pessoa que seja alvo da sua ira e a quem possa castigar’. Era assim que eu, no passado, costumava despender um tempo enorme punindo a mim mesmo pela culpa que sentia ou punindo os outros com o meu comportamento provocador e agressivo.
Quando nosso coração e nossa mente estão unidos através de pensamentos amorosos e nada mais, experimentamos a mais poderosa força de cura conhecida pela humanidade – o poder de cura do amor”.
(Gerald Jampolsky, em “Mude a sua mente e transforme a sua vida” – editora Cultrix)

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CULPA E MEDO

Posted by José Eduardo Glaeser em 12/05/2012

CULPA E MEDO

“A culpa e o medo não só devastam a nossa vida emocional, como também o nosso corpo. Muitos de nós, pelo apego à culpa e ao medo, acabam fazendo inconscientemente coisas que agridem o nosso próprio corpo.
Por exemplo, eu era incrivelmente propenso a ser vítima de acidentes. Nunca pensei muito a respeito, exceto que eu parecia ter muito azar. Essa explicação encaixava-se perfeitamente na minha crença de ser uma vítima neste mundo.
Quando mudei meu sistema de crenças e comecei a buscar um outro modo de olhar o mundo, deixei de ser propenso a acidentes. Eu tomara a decisão de nunca mais ver a mim mesmo como uma vítima. comecei a reconhecer, quase de imediato, que eu estivera desempenhando um papel ativo na criação dos meus vários ‘acidentes’. Eles não eram, de modo algum, produtos do meu azar como eu pensava antes.
Quando deixei de dar valor ao sentimento de culpa pelo meu comportamento e pelos pensamentos do passado, nunca mais senti nenhuma necessidade de autopunição. Acredito realmente que existea uma parte dentro de cada um de nós que, quando estamos sentindo culpa, nos diz: ‘Castigue a si mesmo ou procure uma pessoa que seja alvo da sua ira e a quem possa castigar.’ Era assim que eu, no passado, costumava despender um tempo enorme punindo a mim mesmo pela culpa que sentia ou punindo os outros com o meu comportamento provocador e agressivo.
Quando nosso coração e nossa mente estão unidos através de pensamentos amorosos e nada mais, experimentamos a mais poderosa força de cura conhecida pela humanidade – o poder de cura do amor.”
(Gerald Jampolsky “Mude a sua mente e transforme a sua vida”)

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DEPOIMENTOS DE INFLUENTES PESSOAS QUE TIVERAM CONTATO COM O UCEM

Posted by José Eduardo Glaeser em 06/05/2012

DEPOIMENTOS DE INFLUENTES PESSOAS QUE TIVERAM CONTATO COM O UCEM

“De todos os milagres da vida, que são eventos não inteiramente compreendidos ou previsíveis, o milagre da transformação moral e espiritual é o mais duradouro e importante. Este Curso em particular aborda este caminho à sua própria maneira. O Curso indica que não é apenas para ser lido, e sim realizado. Seus valores para o indivíduo, portanto, deveriam ser medidos pelos resultados pessoais de uma vida dessa forma transformada. Aqueles que conheço e que empreenderam este estudo neste espírito, podem testificar a sua transformação”.
(Glenn A. Olds, PhD, 56, Presidente da Universidade De Kent, ex-embaixador dos Estados Unidos no Conselho Econômico das Nações Unidas)

“Será um terreno muito bom para aqueles que atuam no movimento da paranormalidade. Provavelmente é moderado para pessoas muito envolvidas com o fenômeno psíquico. Este curso me deu uma visão melhor para enxergar o espectro psíquico como um todo. Ele ensina como usar sua própria conduta como um ensinamento, e lhe dá os meios de examinar sua própria programação e de apagar velhas gravações. O curso provavelmente acabará sendo incluído entre os dez maiores clássicos espirituais de todos os tempos.”
(Ralph Blum, Escritor, romancista e roteirista)

“Fiquei extremamente surpresa com os aforismos das duas primeiras páginas. São muito poderosos. Me impressionei com os efeitos dos exercícios. Jamais vira algo assim antes. Não acho que seja para todas as pessoas mas é autêntico, seja lá de onde veio. Tendo conhecido a Dra. Helen pessoalmente, não consigo imaginar que tenha se originado nela.”
(Marilyn Ferguson, Editora do Brain/Mind Bulletin, autora de “A Conspiração Aquariana”)

“Tive uma experiência gestáltica interna de ver o todo enquanto fazia as partes. Ele integrou uma porção de coisas na minha vida. Reconheci muitas coisas que vinha tentando fazer e fiz conexões com coisas nas quais estava trabalhando. Passo por experiências difíceis de uma maneira transcendental.”
(Eleanor Criswell, PhD, Presidente da Associação para a Psicologia Humanística, professora associada de Psicologia na Faculdade do Estado de Sonoma, gerente editorial da Revista Somatics, e fundadora do Instituto de Psicologia Humanística)

“Vi uma porção de livros assim, a maioria fracos e banais, mas quando vi o material do Curso, achei bastante gracioso e elegante. É bastante direto, claro, vivaz, e redigido de uma forma intelectual. Acho que é cheio de insights psicológicos.”
(John White, Jornalista, escritor, editor e professor)

“Eu ouvira dizer que o autor se dizia Jesus. Achei que pudesse ser, pela natureza do texto, e por algumas meditações. Este não é o único caminho, mas um que você pode entender intelectualmente. Tem afetado toda a minha vida.”
(Stanley Lamb, PhD, professor de Linguística na Universidade de Yale)

“O material de Um Curso em Milagres se adequa nas hipóteses cientificas atuais de que há uma inteligência criativa no universo. Ele providencia o elo que faltava para unir todos os sistemas de meditação. Temos tido tantos professores do oriente e do ocidente. Praticamente todos tem enfatizado que você pode fazer estas coisas, mas nenhum disse exatamente como. Este é o único material que realmente cria uma realização. Eliminou minhas úlceras e hipertensão… nunca vi nada com tamanha marca de autenticidade.”
(John Fetzer, Presidente dos Detroit Tigers, proprietário de emissora de Rádio e TV. Presidente do Comitê de planejamento da liga americana)

“Para mim ele pega todas as idéias da Bíblia, dos sistemas espirituais tanto do Ocidente quanto do Oriente e mostra como eles devem ser aplicados no cotidiano. Estou absolutamente surpreso. Tenho mais paz agora. Este é um aprendizado inacreditável do amor incondicional. Fazer isso por si mesmo é incrível. Com bagagem científica, deveria ser difícil para mim negar o que os meus sentidos me dizem. Mas em holografia, por exemplo, você descobre que tudo é ilusão, de qualquer forma. Nada é sólido, apenas uma ilusão de desconsideração dos espaços ente os átomos e as moléculas. O Curso também me mostrou o que fazer com os efeitos psíquicos, e como integrá-los em um tipo de religião.”
(Douglas Dean, Químico, professor de programação e estatística. Antigo pesquisador associado à parapsicologia, curas e fotografia Kirlian na Faculdade de Engenharia Newark)

“O Curso veio até mim no momento em que precisava de uma orientação interior. Senti que minhas atividades externas deveriam ser guiadas por uma voz interior que eu vinha ouvindo por anos. Quando me abri para o Curso pela primeira vez, reconheci a voz que eu vinha ouvindo. Hoje me encontro em um profundo estágio de desenvolvimento espiritual, e o Curso é um dos meus maiores orientadores.”
(Barbara Marx Hubbard, Presidente do Comitê para o Futuro)

“Tenho estado envolvido com o Zen e outras abordagens. O que é bastante significativo a respeito deste Curso para a nossa cultura é que ele chega à mesma meta, mas o faz em um contexto da religião cristã. Os outros membros da nossa organização o leram e ficaram bastante impressionados. Estamos estudando o Curso em grupo, e as mudanças que temos observado tem sido particularmente gratificantes para mim. Atualmente há 12 grupos na área com o total de 432 participantes.”
(Willian Roll, PhD, diretor de projetos da Fundação Para Pesquisas Psíquicas)

“É algo que pode ser feito em pleno acordo com meus horários. Ficou mais fácil lidar com aborrecimentos diários e frustrações. A pessoa se sente capaz de transcende-los e enxerga-los como experiências de aprendizado. Para mim, é muito semelhante ao que Don Juan diz sobre apagar sua história pessoal. Funciona. Quando estava no hospital com uma úlcera hemorrágica, li a seção sobre a cura. Acho que por isso minha estada foi tão breve. Quando fizeram um raio-x, ela havia praticamente desaparecido.”
(Stanley Krippner, PhD em parapsicologia, escritor, e coordenador de programa no Instituto de psicologia humanística)

“Eu dou sete aulas gratuitas sobre o Curso por semana. O aspecto mais importante a este respeito para mim é que tenho um guia de confiança dentro de mim que me tem trazido mais paz e cura do que qualquer outra coisa que fiz nos últimos 13 anos. Eu o vi tocar as vidas de muitas pessoas mais radical e rapidamente do que qualquer outra disciplina que já ensinei. Parece-me que usa a mente para transcender a própria mente. É uma abordagem que leva a pessoa além do ponto onde é possível retornar, onde se percebe a própria natureza como sendo algo espiritual, e a própria função como a de ser o Filho de Deus. Meus irmão a minha volta são agora a fonte de minha salvação, em vez de serem uma influência negativa ou obstáculo ao meu crescimento. O curso fez a vida ser um processo espiritual orgânico.”
(Bruce Gregory, Instrutor do Método Silva de Controle Mental, ex gerente da CBS, presidente em Nova York da Spiritual Frontiers)

“Tenho usado o Curso o tempo todo em minha prática, especialmente com crianças com doenças graves ou terminais. Gostaria de compartilhar a essência da experiência excitante do Curso. Uma das coisas que ele faz é proporcionar um sistema que nos permite abrir mão do paradigma passado-futuro. Não é que nossas memórias sejam erradas, mas nosso apego emocional ao passado é irrelevante. .. De forma inesperada você começa a experimentar um senso de paz e uma extensão da vida. E difere muito da experiência religiosa em termos de instituição. Coisas que não deveriam ocorrer de acordo com as leis humanas acontecem de uma forma linda.”
(Gerald Jampolsky, Psiquiatra, consultor do Centro para Cura das atitudes, em Tiburon California)

Do site http://www.umcursoemmilagres.com (agora extinto)

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A mente dividida – Gerald Jampolsky – “Amar é libertar-se do Medo”

Posted by José Eduardo Glaeser em 09/02/2011

Talvez ajude pensar na mente como o filme, a câmera e tudo o mais envolvido na produção cinematográfica. O que experienciamos é, na verdade, o nosso estado de espírito projetado lá fora, numa tela chamada “o mundo”. Esse mundo e os que estão nele tornam-se o espelho de nossos pensamentos e fantasias. O que nossa mente projeta é aquilo que percebemos e, enquanto nos apegarmos a esse espelho, nossa visão será limitada por nossas projeções.
A mente funciona como se estivesse dividida; parte dela age como se fosse dirigida pelo ego, e outra parte age pelo Amor. A maior parte do tempo, a mente presta atenção a esse pseudodiretor a que chamamos “ego”, que é apenas um outro nome do medo.
O ego dirige somente filmes de guerra e conflito, embora, com seus disfarces, faça-os parecer a realização de fantasias românticas. Na realidade, dirige somente filmes que projetam a ilusão de que estamos separados uns dos outros. O verdadeiro diretor, o Amor, não projeta ilusões; só amplia a verdade. O Amor dirige filmes que unem e ligam.
A mente é o diretor, o produtor, o roteirista, o editor, o elenco, o projetista, o publico e a crítica. A mente, como é ilimitada, tem a capacidade de alterar o filme e tudo o que lhe diz respeito a qualquer momento. A mente tem o poder de tomar decisões.
O ego, que é somente uma parte da mente, age como uma cortina de medo e culpa que bloqueia o amor. Podemos aprender a dirigir a mente para descerrar a cortina e revelar a luz do Amor que sempre esteve ali e continua sendo a verdadeira realidade.
Quando escolhemos somente o Amor para dirigir a nossa mente, sentimos o poder e o milagre do Amor.
(Gerald Jampolsky – “Amar é libertar-se do Medo”)

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“A Oração I” (Um Monge Cartuxo)

Posted by José Eduardo Glaeser em 28/01/2011

Diante de Deus – A Oração

Caríssimo Internauta, vou apresentar uma belíssima série de textos, da obra sobre a oração, intitulada Diante de Deus – A Oração. O Autor é um especialista no assunto: trata-se de Dom Agostinho Guillerrand, santo monge cartuxo, que viveu entre 1877 e 1945. Espero que esta leitura o ajude na vida espiritual.

1 – Necessidade

A oração é um dever de todos os momentos: “É necessário rezar sempre”, disse Jesus. E o que ele disse, fez, porque nele – e esta é a sua força – os atos acompanham sempre as palavras e com elas coincidem.
É necessário rezar incessantemente para nos guardarmos a nós mesmos. A vida existe em nós como uma frágil flor: seja a vida do corpo seja a da alma, a vida natural ou a vida sobrenatural. Vivemos rodeados de inimigos: tudo para nós se tornou obstáculo e perigo desde que rejeitamos a Luz que ilumina o caminho: este mundo se tornou Sombra da morte. Ao invés de nos mostrar o Criador e de nos conduzir a Ele, as coisas nos mostram a si mesmas e nos arrastam a elas. O demônio, ao qual loucamente entregamos as coisas, abandonando-nos nós mesmos e ele, fala-nos mediante todas as suas vozes. A sua sombra obscurece a transparência das coisas e, através das fascinantes formas delas, nós já não enxergamos mais a Beleza que elas refletem, mas somente o prazer e a satisfação que podem nos oferecer. O inimigo está em nós mais ainda que à nossa porta; está à nossa porta porque está em nós! Somos nós mesmos que o deixamos entrar. Voltando-se para ele, desligamos de Deus o mundo inteiro. Eis por que o mundo está contra nós, ameaça-nos, tornou-se-nos hostil… e não sem razão. Com o mundo e através do mundo despertamos em nós e em tudo uma guerra.
Isto que se produziu nesse momento é espantoso, mas conseqüência normal. Oh, quão profunda definição da paz encontramos em Santo Agostinho! Sobretudo nesta hora em que o mundo inteiro é desconjuntado até suas mais íntimas fibras sejam nos homens sejam nas coisas; e nas coisas por causa dos homens! As coisas não servem a não ser para matar e destruir (alusão à Segunda Guerra, então em curso)… Como seria necessário meditar nestas palavras em cuja sonoridade imprimiu-se a calma que elas exprimem: “A paz é a tranqüilidade da ordem”! A ordem é a permanência dos seres no lugar que lhes compete: acima de todos, o Princípio que os criou, e todos voltados para Ele para receber, a todo instante, o ser que lhes comunica, agradecendo-lhe e bendizendo-lhe. Eis o que Ele fez: eis a ordem e a paz; eis o que existia na sua realidade profunda, eis o paraíso terrestre. Eis o que será um dia, para aqueles que compreenderem e retomarem essa atitude, o paraíso terrestre!
Certa vez, vi um animal sem rumo, perseguido e espantado, que entrou pela porta deixada aberta de um jardim florido. Que desastre depois da sua passagem! Esta é a imagem, mesmo se tomada de um nível muito inferior, da alma que se abre ao animal do mundo, depois que os nossos progenitores se distanciaram de Deus para escutar o demônio. Desde então, nós somos como um país invadido: é necessário libertar-nos, expulsar o inimigo, livrar-nos dele e retornar a Deus. É preciso fazê-lo sem exército, sem força organizada, com as nossas faculdades desmanteladas, com uma vida ferida e com inimigos e indiferentes por todos os lados. Sem Deus, a nossa impotência é a mais completa que se possa imaginar… Por isso a necessidade da oração e a recomendação tão urgente do Salvador: “É preciso rezar e rezar sempre!” Daqui decorre sua afirmação peremptória: “Sem mim, nada podeis fazer!” Daqui o seu convite que consola e conforta: “Vinde a mim!”
A oração é a resposta da alma que vem, conta sua própria miséria, pede socorro, luz para o espírito, força para a vontade, submissão das paixões à alma e desta a Deus, ordem e paz. Deus diz: “Eu sou e continuo Pai! Eu te amo, eu te escuto! Vem!” A alma responde: “Meu Deus, não posso mais! Vem tu mesmo!”

VIA
PADRE
HENRIQUE

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