"A Casa Sobre A Rocha" (Mt5:24).

“O Amor é a Lei de Deus. Viveis para que aprendais a amar. Amais para que aprendais a viver. Nenhuma outra lição é exigida do homem.” (O Livro De Mirdad)

Posts Tagged ‘Igreja Betesda’

MANDALA DA ABUNDÂNCIA DIVINA OU PROSPERIDADE (MÁRIAN – MARTA MAGALHÃES)

Posted by José Eduardo Glaeser em 03/10/2012

Ser próspero, na verdade, é ser feliz e abençoado. É estar conectado com a Abundância Divina recebendo todas as graças que Deus Pai e Mãe nos oferecem e das quais somos merecedores.
Quem pratica o Amor é próspero…
Aquele que é humilde e grato também…
A prosperidade financeira não é símbolo de felicidade, pois a matéria é efêmera e ilusória…
Se a pessoa não está conectada à Abundância Divina, mesmo que ela tenha tudo o que o dinheiro pode comprar, ela se sentirá vazia e insatisfeita… e estará sempre tentando preencher essa vacuidade com “coisas” e mais “coisas”…
O único bem que nos preenche verdadeiramente é o AMOR… o AMOR e seus desdobramentos como a COMPAIXÃO e a FRATERNIDADE…
Acreditem, se estivermos conectados à Abundância Divina, tudo aquilo que necessitamos para a nossa evolução nos será oferecido, inclusive o nosso sustento material…

Namastê,

Márian

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por Márian – Marta Magalhães – marian.luar@ig.com.br
Márian é Terapeuta Holística e Artista Plástica. Recebe orientações de Seres de Luz que visam o aperfeiçoamento do Ser Humano através do exercício do Silêncio, do resgate dos Princípios da LUZ e da vivificação do AMOR. Encontros de Meditação e Vivências. Mandalas Pessoais. (31) 8738-2064
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UCEM-T-27.I.1-3

Posted by José Eduardo Glaeser em 09/02/2011

O desejo de seres tratado injustamente é uma tentativa de transigência que pretende combinar o ataque e a inocência. Quem é capaz de combinar o que é totalmente incompatível e fazer uma unidade do que jamais pode ser unido? Caminha ao longo do caminho da gentileza e não temerás mal nenhum, nem sombra alguma na noite. Mas não coloques símbolos de terror no teu caminho ou tecerás uma coroa de espinhos da qual nem o teu irmão e nem tu escaparão. Não podes crucificar a ti mesmo sozinho. E se és tratado injustamente, ele necessariamente sofrerá a injustiça que tu vês. Não podes te sacrificar sozinho. Isso é assim porque o sacrifício é total. Se isso pudesse ocorrer, carregarias contigo toda a criação de Deus, e o Pai com o sacrifício de Seu Filho amado.
Na tua liberação do sacrifício se manifesta a sua e mostra que ele está liberto. Mas toda dor que sofres, vês como prova de que ele é culpado do ataque. Assim, queres fazer de ti mesmo o sinal de que ele perdeu a sua inocência e só precisa olhar para ti para reconhecer que foi condenado. E o que foi injusto para ti, virá a ele em forma de justiça. A vingança injusta da qual agora sofres pertence a ele, e quando ela pousar sobre ele, tu te libertarás. Não desejes fazer de ti mesmo um símbolo vivo da sua culpa, pois não escaparás à morte que fizeste para ele. Mas, na sua inocência achas a tua.
Sempre que consentires em sofrer dor, ser destituído, ser injustamente tratado ou ter necessidade de alguma coisa que não tens, apenas acusas o teu irmão de estar atacando o Filho de Deus. Seguras um retrato da tua crucificação diante dos seus olhos de tal modo que ele possa ver que os seus pecados estão escritos no Céu, com o teu sangue e a tua morte e vão à frente dele, fechando a porta e condenando-o ao inferno. No entanto, isso está escrito no inferno e não no Céu, onde estás além do ataque e comprovas a sua inocência. O retrato de ti mesmo que ofereces a ele, mostras a ti e conferes a esse retrato toda a tua fé. O Espírito Santo te oferece um retrato de ti mesmo para dares a ele no qual não existe absolutamente nenhuma dor e nenhuma reprovação. E o que era martirizado pela sua culpa vem a ser a testemunha perfeita da tua inocência.
(T-27.I.1-3)

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Uma atitude que poderia mudar o mundo: servir.

Posted by José Eduardo Glaeser em 07/02/2011

Quando Jesus afirmava categoricamente que seu Reino não era deste mundo estava com isso dizendo que seu Reino não tem as mesmas práticas dos reinos deste mundo, suas categorias são outras, seus princípios são outros, sua lógica é outra. Pela lógica mundana um reino, um império, um país, sempre se sobrepõe a outro pela força, pelo seu poder bélico ou econômico. Mas o Reino de Jesus não é assim. No Reino de Deus o poder é outro, as relações não são baseadas no poder, mas no amor e no serviço.
Mas os discípulos de Jesus, a despeito de estarem numa espécie de intensivão, porque estavam com ele o tempo todo, ainda não entendiam a dimensão do seu Reino, os princípios desse Reino, e ainda tinham a expectativa de que Jesus seria um rei como outro qualquer, que se imporia pela força e ainda por cima usando poderes sobrenaturais para isso, o que o colocaria em ampla vantagem sobre outros monarcas. Sim, porque já o tinham visto ressuscitar Lázaro, transformar água em vinho, multiplicar pães, então derrubar Pilatos e chegar a César, não seria muito difícil.
Tanto aspiravam por isso, que já estavam querendo dividir os melhores cargos. Queriam saber quem seriam os ministros do novo Reino. No episódio da Santa Ceia eles entraram numa discussão sobre quem seria o maior no Reino de Deus.
O tempo já estava acabando. Naquela noite Jesus seria preso e levado a um julgamento injusto e, dentro de algumas horas, seria crucificado. Depois de três anos andando com aquele pessoal, nas horas finais, Jesus ainda vê seus discípulos, como crianças, querendo saber quem era o maior. Acho que se fosse eu, pensaria comigo: “Falhei, não deu certo, que pena, deu tudo errado”.
Mas mesmo naquele contexto, nas horas finais, Jesus vê uma oportunidade para ensinar a natureza do seu Reino para seus discípulos. Enquanto era servida a ceia, levantou-se da mesa, tirou sua capa, enrolou uma toalha na cintura, colocou água numa bacia e lavou os pés dos discípulos, para surpresa geral. Aquela tarefa era dos escravos, ou do menor filho da casa, da pessoa menos importante, nunca de um mestre. Pedro até hesitou em aceitar ter seus pés lavados por Jesus, porque era inconcebível que o mais importante fizesse o trabalho do menos importante. Mas Jesus queria dar-lhes a lição. Queria que as palavras se transformassem em prática: “Os reis das nações dominam sobre elas; e os que exercem autoridade sobre elas são chamados benfeitores. Mas, vocês não serão assim. Ao contrário, o maior entre vocês deverá ser como o mais jovem, e aquele que governa como o que serve”.
Quando terminou, ainda sob olhares espantados, disse que deveriam fazer o mesmo, e que seriam felizes, bem-aventurados, se o fizessem.
Lavar os pés, servir, estar disposto a ajudar os que nos rodeiam. Eis o caminho para um mundo solidário, justo e feliz. E ainda que pareça impossível mudar o mundo, é possível mudar-se a si mesmo e isso já será o começo de uma transformação maior. Ele deu o exemplo para que fizéssemos o mesmo. Quão diferentes seriam as coisas, se servir humildemente uns aos outros fosse uma realidade.

Márcio Rosa da Silva

Via
Inquierações
De
Um
Aprendiz

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A MAIS DIVINA VISÃO

Posted by José Eduardo Glaeser em 03/02/2011

A
MAIS
DIVINA
VISÃO

Por
Elienai Cabral Jr.

O que do humano mais esperamos não passa de divinização cruel. O que chamamos de humanização, frequentemente, nada mais é que a idealização narcísea do outro. Bondade, paciência, justiça, polidez, bom senso, honestidade, equidade, pureza e todas as demais virtudes. Tudo muito lindo no meu discurso, mas um pesadelo nos ouvidos e na consciência dos que me rodeiam.
Imponho ao outro o que em mim imagino poderia ser perfeito. Exijo e puno todos a minha volta na proporção em que preciso esconder de mim mesmo a impossibilidade amarga de ser tão bom. O divino que me tortura é abrandado na medida em que culpabilizo o mundo. A gigante e divina moral me esmagaria se eu não o fizesse aos demais. Eis a origem dos conflitos.
Certamente foi esta imagem invertida que Jesus denunciou no moralismo dos fariseus. Chamando-os de guias de cegos, sepulcros caiados. Acusando-os de imporem aos demais o peso que eles mesmos não conseguiam carregar.
Aqui tropeçam secularmente as religiões e as políticas utópicas. Partem de universais que tem a autoridade do “ponto de vista do olho de Deus” (Richard Rorty) e com esta força moral idealizam um futuro imprescindível ao mundo mais humano, ou mais divino, no caso das religiões. E do alto desta perspectiva tornam-se o criadouro fértil dos discursos culpabilizadores e de seus filhos inevitáveis, os mecanismos de disfarces. Esgotados a utopia e seus moralismos e fracassados os simulacros coletivos, resta-nos ou o gosto insosso da apatia, ou o azedo do mais ácido pessimismo diante da realidade da vida humana.
Aqui entra a proposta de salvação trazida por Jesus. Sua resposta pelo que é verdadeiro e capaz de produzir salvação não está em uma utopia escatológica, nem em uma política revolucionária. Muito menos a salvação se apresenta em um conteúdo capaz de descrever a verdade, nem uma prescrição moral do “ponto de vista do olho de Deus”, esta sempre mata, dirá o Apóstolo mais a frente. A salvação não virá de Deus sobre a humanidade, já se tentou e não deu certo. A divina salvação virá da mais autêntica humanidade. Por isso Jesus diz de si mesmo: “eu sou o caminho, a verdade e a vida. Ninguém vem ao Pai, a não ser por mim.” Não como idealização da vida humana, mas como humanização da idéia divina.
A salvação humana não está em uma glória divina. A glória de Deus é a vida humana plena de si. “Aquele que é a Palavra tornou-se carne e viveu entre nós. Vimos a sua glória, glória como do Unigênito vindo do Pai, cheio de graça e de verdade” (Jo 1.14).
Não há um ponto de vista do olho divino que não seja uma grande ilusão. Em Jesus, o que há de mais divino tem plena visibilidade entre os humanos. “Ninguém jamais viu a Deus, mas o Deus Unigênito, que está junto do Pai, o tornou conhecido” (Jo 1.18).
Jesus é o fenômeno humano experimentado sem tergiversações. Ele nasce em um mundo perigoso. Desenvolve-se na companhia de uma gente esmagada pelas políticas de dominação mundial. Cresce em um ambiente religioso tão intenso em sua devoção quanto o sofrimento e a humilhação de sua gente. Convive com a injustiça e a pobreza, com seus filhos miseráveis, as doenças do corpo e da alma. Mas levanta-se sob a autoridade de uma esperança profetizada e aguardada. Afirma-se o Cristo na medida em que realiza uma peregrinação libertadora.
No instante em que sua vida se torna um ingrediente de esperança, Jesus experimenta a mais cruel das manifestações de nossa humanidade, a injustiça. Sua influência também é um deslocamento de poder. E nada é mais temível para os poderosos que um jogo de poder que eles não saibam ou não possam jogar. Jesus inverte a moral dos conquistadores e chama de poderosos os mansos da terra, de legítimos herdeiros do Reino os pobres deste mundo, de bem aventurados os degredados pela desigualdade social. Relativiza as grandes doutrinas, volatiliza os ritos, elege os pequeninos como fonte de sabedoria e lhes confere o rosto divino. Aos poderosos só resta criminalizar alguém assim. Aos religiosos, reputá-lo herege e ameaça à fé. Criminoso e herege. Crucificado. Morto.
O percurso de sua morte não foi forrado por qualquer idealização. Foi um fim trágico e injusto e não se fingiu outra coisa. Nem Jesus aceitou qualquer movimento que escamoteasse a realidade dos fatos. Alertando aos discípulos sobre a confusão após sua prisão e morte, desconsiderou as palavras devotas e otimistas de Pedro: “Todos podem te abandonar, mas eu jamais te abandonarei”. Para a cura de Pedro Jesus deixou seu doce ceticismo: sua expressão de fé não duraria nem uma noite. “Antes que o galo cante…” Jesus também nos ensina a morrer.
Sob o testemunho de Jesus resta-nos retomar a pergunta pelo que nos humaniza, ou pelo que nos faz mais humanos. O humano não é uma divinização moral, já sabemos. Minha desconfiança é que o humano seja a própria liberdade. Que o humano seja a realidade de um ser que se descobre tão livre ante o seu destino quanto entregue ao absurdo de uma existência sem garantias excepcionais. Sua vida é assustadoramente provisória, mas esta também é sua salvação. Pois na vida os dissabores e insucessos também são provisórios. Sua fraqueza é sua força. A mesma fragilidade que o leva à tragédia é a flexibilidade que o leva à revolução. A suscetibilidade é a outra face necessária de sua liberdade. Suas conquistas podem ruir, mas Suas perdas também podem ser superadas.
Só existe outro nome além de liberdade capaz de nomear o fenômeno humano sem encapsulá-lo em uma moral asfixiante. Amor. A negação do humano, ou a desumanização, é todo e qualquer mecanismo que despreze a precariedade humana e finja uma divinização. É o cúmulo da indiferença. Mas a afirmação do humano, ou sua humanização, é um testemunho de amor. É a recusa de todo e qualquer processo de indiferença e fuga, é o abraço à vida em sua plenitude. Amor. A abertura mais corajosa e radical ao fenômeno humano.
O que nos salva em Jesus é seu testemunho de amor. Ninguém jamais viu a Deus, e sempre que tentou falar de seu ponto de vista, desumanizou. O que de Deus vimos em Jesus é tudo o que de Deus se pode ver: o humano do ponto de vista do humano, a mais divina visão.

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Sermão: “COMO TORNAR VISÍVEL O REINO DO REI JESUS” (1Sm8:1-22) – Pastora Fátima Nascimento

Posted by José Eduardo Glaeser em 29/01/2011

COMO TORNAR VISÍVEL O REINO DO REI JESUS (1 Samuel 8:1-22)
Por Pastora Fátima Nascimento

Queridos, sinto tanta alegria em reuniões como as nossas. Seja reunião de celebração, de louvor ao Deus da vida, seja de lazer como nossos passeios juntos, visitas que fazemos e tantos outros encontros felizes que já experimentamos.
Eu queria viver um cristianismo que nos permitisse ficar nos alegrando pra sempre, brincando sempre. Eu queria poder chegar a cada encontro aqui na nossa querida comunidade e falar, pregar apenas sobre coisas boas, alegres…mensagens que nos fizessem sentir o quanto somos bons, amados e importantes no Reino de Jesus.
Mas aí eu me deparo com um outro sentimento. Uma tristeza grande, uma sensação horrível de fazer parte de uma comunidade imensa, muito maior que nosso arraial aqui em Lavras, uma imensa comunidade composta de homens e mulheres que apesar de professarem sua fé em Cristo, têm lamentavelmente, falhado no papel de representar o Corpo vivo de Cristo aqui na terra…na missão de serem Seus braços, pernas, amor, compaixão, misericórdia, fraternidade, de serem apoio uns para os outros, de dar pão a quem tem fome, conforto e consolo a quem chora e sofre, luz para quem está perdido, esperança para quem não mais crê e, principalmente, a comunidade cristã tem falhado em dar testemunho, em ser modelo, parâmetro para a sociedade.
O que é que a sociedade pensa a respeito dos seguidores de Jesus? O que você acha que os políticos, empresários pensam sobre o evangelho e sobre os evangélicos? O que você acha que os jovens na nossa sociedade pensam sobre Deus, sobre o evangelho e sobre os evangélicos?
A gente até vê na mídia, manchetes do tipo: “cresce o número de evangélicos no país”, porém, a gente não vê a seguinte manchete brilhando nos meios de comunicação: “cresce o Reino de Jesus no país”.
A gente não lê notícias do tipo: “evangélicos que levam a sério sua fé, espalham-se pela sociedade. Amam de verdade, se importam de verdade, e seu viver humano vai influenciando pessoas a imitá-los.
Ou então outra: “cai vertiginosamente o índice de violência no Brasil. Os estudiosos do fenômeno, explicam que a queda se deve à presença de evangélicos comprometidos com a causa de seu Mestre que, vivendo uma vida em obediência a Seus ensinamentos, inspiram homens, mulheres, jovens e crianças a também lutarem contra a injustiça e a violência”.
Creio que estas são as notícias que Jesus deseja ver publicadas em nossos jornais e revistas, em substituição a tantas manchetes horríveis, sangrentas, desumanas.
Um fato dolorosamente evidente para todos os que amam a palavra da verdade é que o mundo nunca esteve tão necessitado do Evangelho, do que está hoje. O mundo moderno em seu espírito secular, sua violência e sua ávida sensualidade é o produto de forças e agências que são a própria contradição do Evangelho de Jesus.
Estamos diante de um terrível quadro previsto por Deus…uma sociedade má colhendo amargos frutos produzidos por ela mesma. Aí o texto bíblico a ser lido hoje não pode ser outro que não: I Sm 8:1-22 – eis um texto totalmente auto-explicativo.
Se você abrir os olhos espirituais e os carnais também, você vai conseguir entender esse momento terrível: o mundo quis viver sem Deus, agora desfruta das terríveis conseqüências desta escolha e não consegue comer os frutos que produziu.
Quais frutos ela produziu? Lares destruídos, corações desesperançados, a impotência diante dos assaltos e barbaridades que batem à porta de todos nós e nos deixam com medo de sair de casa e de ficar em casa também.
Produziu vidas arruinadas pela brutalidade que cauterizou as consciências dos homens com um ferro quente e deu à sociedade um coração de pedra que não tem pena de ninguém…produziu corações de pais que se sentem totalmente inseguros de enviar seus filhos para as escolas públicas com medo das drogas, das más companhias…produziu enfim espíritos feridos dos homens, mulheres e crianças ao nosso redor, para nos lembrar, dolorosamente que o reino com o rei que os homens pediram falhou miseravelmente.
E novamente, assim como o povo judeu fez ao pedir ao profeta que dissesse a Deus que eles queriam um rei humano e depois, arrependidos, gritaram por socorro (vs. 18), assim chegou também para nós, o momento de erguermos um clamor ao Deus que é Pai amoroso e bom, pedindo para nos ajudar a nos salvar de nós mesmos, para que possamos fazer brilhar a justiça em um novo dia.
Porque nada, senão o transformador Evangelho do bendito Deus, pode adoçar as amargas águas da vida moderna, nada menos do que o exercício de práticas de vida ensinadas Pelo Salvador dos homens e Seu sangue purificador podem deter a onda violenta do crime e da injustiça que tem paralisado de terror a humanidade!
Porque é através do Amor Do Deus que faz revelação de Si mesmo para o universo é que somos confrontados com o pecado nosso de sempre: indiferença para com Ele – indiferença para com o próximo.
Deus sempre jogou limpo com os homens e, sendo como É, não poderia ser diferente. Desde sempre Ele mostrou a cara feia, fétida, podre do pecado, e avisou sobre o que aconteceria à humanidade se Ele, e somente Ele não fosse seu governante. A gente vê aí no texto vs. 9-17.
Mas e agora Pra. Fátima…acabou? Não tem mais saída? Nós aqui da Betesda não saímos pelas ruas para espancar ninguém. Somos crentes, tememos a Deus, participamos de cultos, oramos, lemos a Bíblia. O que a gente pode fazer além de orar para que Deus diga um basta a tanta maldade, corrupção e violência? Talvez não haja saída para esse mundo e a gente tenha que esperar a volta de Jesus para ver o pecador ser consumido pela ira divina!
Não, não pode ser essa a nossa atitude. Seria render-se a um tipo de apatia religiosa contra a qual devemos lutar ferrenhamente!
Quando a gente apenas ora, pedindo a Jesus para mudar as coisas, para interferir no curso da história da humanidade, a gente acaba se esquivando da realidade de que somos Ele agora…que o nosso jeito de viver é que vai influenciar pessoas… que a preocupação sincera com a preservação da vida é que vai banir a injustiça do caminho dos homens.
Lembrem-se que Jesus não se referiu ao Reino de Deus como algo a acontecer depois que a gente morrer ou for arrebatado. É para ser vivido, desfrutado aqui e agora. As pessoas na nossa sociedade não sabem disso, não sabem que existe tal Reino, porque infelizmente muitos cristãos, cidadãos deste novo Reino, não sabem, não vivem, não dão testemunho, não se importam…
Talvez você se desanime pensando que muito pouco pode fazer, mas saiba de uma coisa: Deus conta com o pouco de cada um de nós para promover Seu grande Reino.
Se você estabelece um ambiente de paz dentro da sua própria casa, se você busca uma convivência de amor, de perdão, de paciência com seu marido e com sua esposa… se você luta para inserir os valores cristãos na mente e no coração de seus filhos…se você trata seus funcionários ou sua doméstica com justiça… se as pessoas vêem você estendendo a mão, vestindo o nu, comendo com alegria o pão de cada dia e compartilhando esse pão, se você sai com seus amigos para se divertir de boa, se vai com os colegas jogar futebol, vôlei, passear no shopping, assistir um bom filme, dar boas risadas… você está vivenciando o Reino…tornando o Reino visível aos homens.
Você está, com seu estilo de vida, convidando as pessoas a verem, buscarem, receberem e entrarem em uma nova realidade política, social e espiritual, à qual Jesus chamou de Reino ou Império de Deus. Um Reino de justiça, comprometido em promover a paz, o amor, a misericórdia, a alegria, o cuidado de uns para com os outros.

– Nessa nova realidade não há lugar para o egoísmo, a agressividade, a desonestidade, violência, corrupção. Nessa nova realidade não tem barganha, trocas. Não se segue o Rei visando apenas os bens materiais do Reino.
– Nessa nova realidade só há uma esperança que vale a pena, a que não engana com fantasias. A esperança do cristão não existe pelo fato de ter uma vida facilitada e intocável, mas sim pela certeza da presença incondicional do Pai que nos sustenta em Seu amor em nossas circunstâncias da vida. Aconteça o que acontecer, ouviremos sempre a voz do Amado: Eis que estarei com vocês até o final dos tempos.
– Nessa nova realidade a igreja é a resposta de Deus ao clamor humano por justiça, e o Reino de Deus não pode ser buscado sem a Sua justiça.

Por isso nossos empreendimentos sociais sempre devem acompanhar nossa evangelização. Palavra para a alma e roupas, comida, carinho, afeto, cuidados para o corpo. É o exemplo que Jesus dá com a parábola do bom samaritano: primeiro livrarmos-nos da indiferença. Somente sem ela é que teremos olhos para ver quem sofre e quem necessita de nós (O bom samaritano não era indiferente, passou, viu e se aproximou).
Segundo: agir diante da dor que vemos na vida do outro e não ficar apenas orando para que Deus faça alguma coisa (o bom samaritano quando viu o ferido não correu pro templo pra orar e pedir pra Deus ter misericórdia daquele infeliz – Ele mesmo se inclinou, colocou o ferido sobre seu cavalo e o levou para ser cuidado).
Terceiro: gastar nosso tempo e até nosso dinheiro com quem sofre (o bom samaritano gastou tempo, pois teve que adiar seus compromissos para atender o próximo. Além disso, pagou antecipadamente pelos cuidados que seriam dispensados ao ferido e ainda comprometeu-se a cobrir qualquer gasto a mais que o ferido tivesse).
Percebem? Nessa nova realidade implantada por Deus, justiça social se faz com ação social e não apenas com campanha de oração ou jejum. O faminto é saciado com pão e não com promessas irresponsáveis de mirabolantes milagres.

– Nessa nova realidade as pessoas são acolhidas com seus dramas pessoais, onde sempre encontrarão uma resposta bíblica às verdadeiras questões da vida humana. Nessa nova realidade a dignidade humana é defendida com base em uma doutrina que se sustenta na vida, que constrói, que aproxima de Deus.
– Nessa nova realidade não se faz acepção de pessoas. Porque Deus não faz acepção de pessoas. Ele não atende os desejos de alguém só porque este alguém orou mais bonito, mais forte ou com mais entusiasmo…ou porque deu maior dízimo ou deu mais esmolas. O Deus dessa nova realidade não é assim. O Deus nessa nova realidade que precisamos revelar ao mundo, ama a todos igualmente e igualmente a todos abençoa com Sua presença e amor.
– Nessa nova realidade não existe uma espiritualidade preventiva do tipo “se eu fizer tudo certinho nenhum mal me atingirá”! Não existe na Bíblia a promessa de seguidores de Cristo isentos de acidentes, dores, injustiças, doenças e transtornos pertencentes a um mundo desajustado e inseguro como é o nosso. O mundo não é um lugar seguro para ninguém, exatamente por ser um mundo sem Deus, que escolheu viver vida indiferente a Deus.
Se Jesus nosso Mestre veio entre nós e enfrentou todas as nossas dores, por que nós, Seus discípulos seríamos exceção? Se Ele aceitou não fugir das horas mais difíceis, por que nós acreditamos que nossa oração nos poupará delas?

Leiam comigo o que está escrito no livro do Eclesiastes 9.1-3: “Refleti nisso tudo e cheguei à conclusão de que os justos e os sábios, e aquilo que eles fazem estão nas mãos de Deus. O que os espera, seja amor ou ódio, ninguém sabe. Todos partilham um destino comum: o justo e o ímpio, o bom e o mau, o puro e o impuro, o que oferece sacrifícios e o que não os oferece. O que acontece com o homem bom, acontece com o pecador; o que acontece com quem faz juramentos acontece com que teme faze-los. Este é o mal que há em tudo o que acontece debaixo do sol: o coração dos homens, além do mais, está cheio de maldade e de loucura durante toda a vida”.
O que é diferente nessa nova realidade? É que agora por causa de Cristo Jesus, toda vez que um crente vê alguém necessitado, o ajuda. Quando vê alguém ferido, o socorre. Quando vê alguém triste, o consola. Quando vê alguém caído, o levanta.
Cristo nos ensinou que seu Reino não é coisa para o outro mundo nem para o fim do mundo, é para ser desfrutado no aqui e agora.
É aqui e agora que tem gente sofrendo com a alma desesperada precisando ouvir de você que Cristo liberta e traz paz…
É aqui e agora que tem gente enlouquecendo, se drogando, bebendo, e muitos tirando a própria vida porque a vida não faz mais sentido pra elas, precisando ouvir de você que Jesus dá sentido à vida e explica amorosamente a questão do sofrimento humano…
É aqui e agora que crianças são abandonadas em orfanatos, idosos abandonados nos asilos, doentes esperando a morte nos hospitais, todos eles esperando que você se importe e se decida as sair do seu conforto e bem-estar para levar-lhes consolo, esperança, calor humano, um toque, um carinho, um abraço, alimento, roupa, medicamento, uma visita que faça diferença, que traga um pouco de luz à escuridão de seus dias…
Isto é o que Jesus faria se ainda caminhasse entre nós. E Ele quer continuar a caminhar entre os homens através de Seus discípulos, através de nós, que com nossa vida, nosso testemunho, nosso jeito de ser igual ao Dele que revela, que mostra, que sinaliza o Reino de Deus entre os homens, trazendo esperança para quem deixou de ter, paz para quem cansou de esperar, vida para quem caminha como morto e luz para quem a muito tempo está na escuridão.
Como é que a gente faz isso? Como é que a gente se torna discípulo fiel de Cristo Jesus? Como é que a gente pode barrar essa onda de injustiça que tem assolado a terra? Como é que a gente pode mudar a imagem que a sociedade tem dos crentes? Como é que a gente pode neutralizar os efeitos da corrupção, da ganância por dinheiro em que os próprios líderes evangélicos têm vivido? Como é que a gente pode seguir em frente sem se envergonhar, como disse Paulo, do Evangelho maravilhoso e transformador de Cristo Jesus?
Vou dar a resposta a essas perguntas, citando um governador da província romana da Bitínia, um feroz, ferrenho e frio perseguidor de cristãos, que enviou uma carta ao então imperador chamado Trajano, dizendo o seguinte:
“Dei oportunidade àqueles cristão para abandonarem sua fé. Quem aceitou foi liberto. Os teimosos, porém, os obstinados matei um a um, ou vários ao mesmo tempo. Porém algo chamou-me a atenção no jeito de viver deles. Descobri que eles tinham o hábito de encontrar-se num certo dia fixo antes do amanhecer de domingo, quando cantavam em versos alternados um hino a Cristo, como se estivessem cantando a um deus, e comprometiam-se por meio de um voto, um pacto solene a não cometer nenhum ato ímpio, a não cometer qualquer fraude, roubo ou adultério, a nunca dar um testemunho falso, nem trair a confiança quando lhes fosse pedido para abandona-la, bem como a nunca deixar de socorrer um pobre ou necessitado, fosse de alimento, roupa ou afeto. Depois disso, era seu costume se separarem e então se reunirem novamente para se alimentarem juntos – de um tipo de alimento comum e simples”.
Percebem? Cada ação nossa tem seu desdobramento, seja bom ou ruim. Foi exatamente o jeito de viver de homens e mulheres que viram nosso Senhor face a face, que fez com que o Evangelho chegasse até os nossos dias. Somos responsáveis!
Será o meu e o teu jeito de viver que farão com que este Evangelho continue a transformar vidas, para que o Reino de Jesus se alastre nos quatro cantos da terra. Você está disposto a tornar seu, o pacto daqueles homens? Se você estiver repita comigo:

“Senhor Jesus, ajuda-me a fazer e cumprir o mesmo pacto que fez com o Teu Evangelho chegasse até os nossos dias, um pacto solene de não cometer nenhum ato ímpio, não cometer qualquer fraude, roubo ou adultério, a nunca dar um testemunho falso, nem trair a Tua confiança Senhor quando me for pedido para abandoná-Lo, bem como a nunca deixar de socorrer um pobre ou necessitado, seja de alimento ou roupas, seja de cuidados ou afeto. Que assim me ajude Deus. Amém”.

Essa é a nossa pregação. Que ninguém a despreze! Tito 2:15.

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