"A Casa Sobre A Rocha" (Mt5:24).

“O Amor é a Lei de Deus. Viveis para que aprendais a amar. Amais para que aprendais a viver. Nenhuma outra lição é exigida do homem.” (O Livro De Mirdad)

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DEUS OFERECE AGRADECIMENTOS A TI, QUE PRATICAS ASSIM O CUMPRIMENTO DO SEU VERBO. E, AO DAR A TUA MENTE ÀS IDÉIAS DO DIA MAIS UMA VEZ ANTES DE DORMIR, A SUA GRATIDÃO TE CERCA NA PAZ ONDE É A VONTADE DE DEUS QUE ESTEJAS PARA SEMPRE, A QUAL AGORA ESTÁS APRENDENDO A REIVINDICAR MAIS UMA VEZ COMO TUA HERANÇA.

Posted by José Eduardo Glaeser em 30/05/2012

Deus oferece agradecimentos a ti, que praticas assim o cumprimento do Seu Verbo. E, ao dar a tua mente às idéias do dia mais uma vez antes de dormir, a Sua gratidão te cerca na paz onde é a Vontade de Deus que estejas para sempre, a qual agora estás aprendendo a reivindicar mais uma vez como tua herança.

Que maneira mais bela de terminar essas introduções, em preparação para o período de revisão de dez dias, do que citar essa adorável passagem que nos lembra do Amor e gratidão de Deus, conforme abrimos nossas mentes e corações para recebermos Sua dádiva de Completeza, a dádiva do nosso Ser:
Deus oferece gratidão ao anfitrião santo que quer recebê-Lo e O deixa entrar e habitar onde Ele quer estar. E pelas tuas boas-vindas Ele também te dá boas-vindas em Si Mesmo, pois o que está contido em ti, que Lhe dás boas-vindas, é devolvido a Ele. E nós apenas celebramos a Sua Integridade quando damos boas-vindas a Ele em nós mesmos. Aqueles que recebem o Pai são um com Ele, sendo anfitriões para com Aquele Que os criou. E por permitir que Ele entre, a lembrança do Pai entra com Ele e com Ele aqueles que O recebem se lembram do único relacionamento que jamais tiveram e jamais querem ter (T-15.XI.9).

(Exercícios Comentados Kenneth Wapnick, Ph.D.)

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É PRECISO MUDAR O COMPORTAMENTO?

Posted by José Eduardo Glaeser em 03/02/2012

Me parece bem difícil distinguir o nível de compreensão da realidade e da ilusão, na prática. Professores como Ken Wapnick e Gary Renard têm nos esclarecido que o perdão verdadeiro é realizado dentro da mente e não necessariamente se relaciona com o comportamento. Não precisamos deixar de fazer as coisas que todos fazem, como buscar segurança física, alimentar-se farta e saudavelmente, vestir-se bem, viver relacionamentos sexuais, etc. Ainda sim, a imagem que temos do perdão, em nossa cultura, é algo muito forte. No meu caso, sempre pareceu alguém ascético, que jamais diz “não” aos outros. Mas, embora possamos mudar a forma de nossa existência, conforme nos abrimos à condução do Espírito Santo, isso não é essencial. O que importa é se usamos o mundo pra celebrar em conjunto – independentemente da forma ilusória que escolhemos assumir. O comportamento é sempre secundário e, caso nos permitamos fluir, ganha a forma que melhor convier no momento.
(SRC: UCEM BRASIL)

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O SILÊNCIO DA SALVAÇÃO: OUVINDO A MELODIA – 7 [Final]

Posted by José Eduardo Glaeser em 24/01/2011

[…] música silente do perdão, até que mesmo ela se vai, deixando apenas o verdadeiro silêncio no qual a criação é alegremente renascida no santo Nome do seu Criador:
Todas as pequenas coisas estão em silêncio. Agora, os pequenos sons são inaudíveis. As pequenas coisas da terra desapareceram. O universo não consiste de nada além do Filho de Deus, que invoca o seu Pai. E a Voz do seu Pai dá a resposta no santo Nome do seu Pai. Nesse relacionamento eterno e sereno, em que a comunicação transcende de longe todas as palavras e ainda assim excede em profundidade e altura tudo o que as palavras possam jamais transmitir, está a paz eterna. Em Nome do nosso Pai, hoje, queremos experimentar essa paz. E em Seu Nome, ela nos será dada (LE-pI.183.11).

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O SILÊNCIO DA SALVAÇÃO: OUVINDO A MELODIA – 6

Posted by José Eduardo Glaeser em 24/01/2011

[…] Que Ele é o Filho de Deus. Você reconhece Seu toque
Em gentileza universal. Seu Amor
Estende-se a todos. Seus olhos olham para
O Amor de Deus em tudo o que Ele vê.
Nenhuma palavra além daquelas que a Voz de Seu Pai dita
Pode atingir Seus ouvidos. Suas mãos seguram para sempre
As de Seus irmãos, e Seus braços permanecem estendidos
Em santo acolhimento.
(As Dádivas de Deus, p. 95)
Esse, então, é o desafio a todos nós como estudantes de Um Curso em Milagres: não excluir ninguém do nosso perdão. Nossa prontidão para praticar essa lição reflete nossa disposição para silenciar os sons ásperos do ego e, portanto, despertar do sonho e voltar para casa. Apenas através da ausência de julgamento – refletindo a unicidade do Céu aqui – podemos deixar o sistema de pensamento do ego de separação, diferenciação e fragmentação.

Terminando o Sonho do Silêncio

Nossa oração a nós mesmos deveria ecoar as palavras de Lorenzo para Jessica, em O Mercador de Veneza, que pressagiam o que poderia ser o destino feliz de todos os nossos relacionamentos, se assim o escolhermos:
Aqui nós nos sentamos, e deixamos os sons da música
Deslizarem lentamente por nossos ouvidos: a quietude suave e a noite
Tornam-se os toques da doce harmonia. (V,i)
Portanto, nós realmente vemos cada um de nossos encontros diários como novas oportunidades de nos sentarmos em silêncio enquanto os sons suaves da música entram em nossos corações e mentes, docemente harmonizando nossos antigos relacionamentos especiais com a linda melodia que reflete nosso amor por Jesus, e o seu por nós. Esse silêncio resplandecente que termina com os sonhos de culpa e mal do ego é tocantemente retratado na segunda estrofe do poema de Helen, “Conversão”:
Existe um silêncio no qual a Palavra de Deus
Emanou um significado ancestral, e é quieta.
Nada permanece não dito nem não recebido.
Sonhos estranhos são lavados em água dourada do
Resplandecente silêncio da paz de Deus,
E o que era mal, subitamente se tornou
A dádiva de Cristo para aqueles que O chamam.
Sua dádiva final é nada além de um sonho,
No entanto, nesse único sonho, o sonhar é feito.
(As Dádivas de Deus, p. 61)
O sonho final é o perdão completo que desfaz a separação, e toca a todas as pessoas – as “boas” e as “más” da mesma forma, as vítimas e os vitimadores – em seu abraço curativo. Com os sons da batalha de separação pacificados, a áspera voz do especialismo silenciada, nossas mentes estão livres para reconhecer o Filho único Que Deus criou como a Si Mesmo. A canção da salvação re-entra em nossos corações que a culpa transformou em pedra, e uma melodia ancestral começar a fluir mais uma vez, anunciando nosso despertar do sonho de morte do ego. Os sons da terra se desvaneceram, e só por um instante mais longo, nós ouvimos a […]

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O SILÊNCIO DA SALVAÇÃO: OUVINDO A MELODIA – 5

Posted by José Eduardo Glaeser em 24/01/2011

[…] não sente esse amor dentro de si. No entanto, se esse amor está realmente ali, como tem que estar em todos – “Nós somos mais humanos do que diferentes” -, então, tem que ser o medo desse amor que nos leva a nos defender contra ele, atacando – de forma ostensiva ou sutil – em pensamentos, palavras ou atos. Portanto, nós todos realmente sofremos o mesmo medo, defendendo-nos contra o amor, assegurando-nos de que permaneçamos separados, para sempre protegidos contra sua invasão.
A regra seguinte é um indicativo para nos guiar ao longo do caminho silente do não julgamento da salvação: Qualquer julgamento que façamos em relação à outra pessoa que também não faríamos em relação a todos vem do ego. Essa regra não tem exceção, pois o Amor de Deus não faz exceções. E, então, se formos tentados a julgar um Filho de Deus – figuras públicas ou pessoais em nossos sonhos individuais – como mau e além da redenção, precisamos parar e considerar se faríamos o mesmo julgamento em relação a Jesus, ou a qualquer outro símbolo de uma pessoa totalmente amorosa e livre do ego. De forma similar, se nós julgarmos Jesus como amoroso e bom – o Filho inocente de Deus -, iríamos excluir aquele que tornamos nosso símbolo do mal desse julgamento benevolente? Não pode ser que um Filho seja bom e outro mau, se a unicidade da criação de Deus vai ser trazida novamente à memória. Para nos certificarmos, dentro da ilusão do tempo existem diferenças, mas elas são inerentemente transitórias e, portanto, superficiais. Como Jesus diz sobre si mesmo: “não significa que eu seja de qualquer modo separado ou diferente de ti exceto no tempo, e o tempo realmente não existe” (T-1.II.4:1-3). E ele acrescenta: “Todos os meus irmãos são especiais” (T-1.V.3:9), o que claramente significa que somos todos especiais, juntamente com ele, portanto, anulando o uso exclusivista comum da palavra.
Uma vez que o amor é perfeita unicidade, nossa defesa contra esse amor é ver apenas a separação e as diferenças – a marca do especialismo -, no entanto, quando as portas da percepção estão purificadas, para usar uma frase evocativa de William Blake, será esse medo do amor que podemos reconhecer, em nós mesmos e em todas as pessoas. Para ouvir esse chamado universal, precisamos apenas estar quietos e ouvir o lamento por trás das palavras, sentir o desespero de desesperança além dos sintomas. Nossos sistemas de crenças diferentes são, no final das contas, irrelevantes para essa nova visão, pois eles não são nada além de veículos que usamos para transmitir a resposta subjacente de amor. E então, para ouvir essas canções de amor ou de medo, e apenas elas, nós precisamos estar quietos interiormente, para virmos sem necessidades até as figuras de nosso sonho. Nesse silêncio interior, nós reconhecemos que todos temos as mesmas duas melodias fluindo através de nossas mentes, determinando o que pensamentos, sentimos e fazemos. Portanto, precisamos esperar pacientemente, e a verdadeira paciência nasce da certeza do resultado (MP-4.VIII). A cura acontece quando somos capazes de lembrar aos outros que o amor espera quietamente além das nuvens de culpa, medo e ataque, e tudo o que eles precisam fazer é ser essa presença de quieta paciência. Eles realmente não fazem nada além de ser quietos.
Nesse silêncio, além das necessidades que distorcem a percepção, nós chegamos a entender que o que parecem ser problemas ou patologias são apenas formas especiais de medo, o mesmo medo do amor que se esconde em cada um de nós. Na extensão em que acreditarmos nessa identidade, vamos temer a melodia do perdão que recorda à mente – literalmente – a canção que o nosso Ser verdadeiro ainda canta para todos os que cruzam o nosso caminho, e que antes procuramos excluir do amor, assim como procuramos excluir a nós mesmos. No entanto, na presença da canção de amor sem som, o barulho discordante de identidades separadas e egoístas precisa se desvanecer e desaparecer. A visão de Jesus veio para substituir o julgamento do ego, e nós incluímos todas as pessoas – “em santo acolhimento” – em nosso abraço de perdão, emulando o Cristo do primeiro poema de Helen, “A Dádiva do Natal”:
Cristo não ignora ninguém. Dessa forma, você sabe […]

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