"A Casa Sobre A Rocha" (Mt5:24).

“O Amor é a Lei de Deus. Viveis para que aprendais a amar. Amais para que aprendais a viver. Nenhuma outra lição é exigida do homem.” (O Livro De Mirdad)

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ORAÇÃO PARA ILUMINAR A HUMANIDADE

Posted by José Eduardo Glaeser em 20/02/2011

Pela paz da humanidade, mentalize:
Pela paz da humanidade, mentalize:
O Amor de Deus flui para o meu interior e preenche todo o meu ser, que neste momento resplandece intensamente e propaga vibração de Amor a toda a humanidade, abençoando-a.

(Do livro: Masaharu Taniguchi, do Livro “Minhas Orações”)

VIA SEICHO-NO-IE

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PERDOAR MELHORA O DESTINO

Posted by José Eduardo Glaeser em 19/02/2011

MASAHARU TANIGUCHI

Se compreendermos que as pessoas boas ou más que aparecem em nossas vidas são atraídas pelo tipo de onda mental que irradiamos, entenderemos que não existem injustiçados. As leis mentais garantem a “atração dos semelhantes”, ou seja, conhecemos somente aqueles que possuem o mesmo padrão de subconsciente que o nosso. Portanto, julgarmos as pessoas significa julgarmos nosso próprio subconsciente: a mente que pensa em ser ladrão, que teme ladrão, que o tem sempre em foco, atrai ladrão; a mente que pensa em oferecer amor, benefícios, ajuda, atrai benfeitor.
Se temermos ladrões e assaltos, estaremos emanando esse tipo de onda mental do ladrão, pois a lei da mente não escolhe bem ou mal: ela atrai aquilo que nós próprios irradiamos.
O conhecimento deste mecanismo de ação da mente faz com que conheçamos também o motivo pelo qual o perdão é tão recomendado na maioria dos ensinamentos. O perdão melhora o nosso destino: elimina de nosso subconsciente os sentimentos negativos de mágoas e ressentimentos, evitando que ali permaneçam ocultos atraindo “coisas semelhantes” em nosso destino.
Há pessoas que se dizem incapazes de perdoar. Julgam que estarão ganhando alguma coisa com esse “amor-próprio”, mas é justamente o contrário. Por conservarem no subconsciente aquela negatividade tão fortemente arraigada, passam a vida toda colhendo frutos da mesma espécie. Se souberem que o “mal” feito pelos “outros” foi, na verdade, atraído por elas próprias, facilmente deixarão de culpá-los e se dedicarão a trabalhar efetivamente para purificar o subconsciente e torná-lo mais amoroso e positivo.
Perdoar significa desanuviar nosso subconsciente. O perdão pode ser praticado em secreto, pois atua para nós e dentro de nós. Muitos puderam comprovar a cura de doenças crônicas simplesmente após sentirem internamente o alívio produzido pela sincera prática incondicional do perdão.
MENTALIZAÇÃO PARA PERDOAR
“Neste instante, eu perdôo plenamente a todos os meus parentes e pessoas com quem tive desentendimentos no passado. Perdôo a mim mesmo por ter guardado sentimentos negativos a respeito deles. Que sejam livres! Que sejam felizes! Sempre que surgir algum deles em minha mente, afirmarei decididamente: JÁ O DEIXEI LIVRE; SEJA FELIZ! Meu subconsciente está purificado e cheio de amor. Atraio somente coisas boas.” (*Obs: mentalizar várias vezes, diariamente, até sentir o alívio interno que comprove o final deste tratamento mental)
Pontos a serem observados:
1. Melhoramos nosso destino através da saturação de nosso subconsciente com idéias positivas e eliminação das negativas.
2. Para eliminarmos o negativismo do subconsciente, podemos fazer uso do perdão. Com ele, muito negativismo oculto vem à tona e é eliminado.
3. Perdoar não significa “passar por cima do mal que nos fizeram”. Significa eliminar do subconsciente a semente negativa ali retida, por causa do nosso desconhecimento das leis mentais.
4. O perdão é entendido quando aprendemos que nossas ondas mentais traçam o nosso destino e que jamais sofremos injustiças causadas pelos outros.
5. Atraímos o bem ou o mal segundo o nosso padrão mental. A prática sincera e consciente do perdão eleva este padrão e faz com que o nosso destino se torne cada vez melhor.

VIA TEMPLO DOS ILUMINADOS

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“A CARIDADE É PACIENTE, A CARIDADE É PRESTATIVA, NÃO É INVEJOSA, NÃO SE OSTENTA, NÃO SE INCHA DE ORGULHO, NADA FAZ DE INCONVENIENTE, NÃO PROCURA SEU PRÓPRIO INTERESSE, NÃO SE IRRITA, NÃO GUARDA RANCOR. NÃO SE ALEGRA COM A INJUSTIÇA, MAS SE REGOZIJA COM A VERDADE. TUDO DESCULPA, TUDO CRÊ, TUDO ESPERA, TUDO SUPORTA.” (1 Coríntios 13:4-7)

Posted by José Eduardo Glaeser em 15/01/2011

Masaharu Taniguchi

Vivamos segundo o “princípio do relógio de sol”
Vocês já viram um relógio de Sol? Trata-se basicamente de um disco com as horas gravadas e um pino fixado perpendicularmente a ele; quando os raios de Sol incidem sobre o pino, a sombra deste projeta-se na superfície do disco, indicando, assim, a hora. Logicamente, sem Sol, não se pode ler as horas nesse relógio. Existem relógios de Sol que trazem a seguinte inscrição em seu disco:
“Eu registro apenas as horas em que o Sol brilha”
O homem também pode registrar apenas as horas em que o Sol brilha – e eu chamo a isso “modo de viver segundo os princípios do relógio de Sol”. Caro leitor, se você quer fazer do seu lar verdadeiro “Seicho-no-Ie” (Lar do Progredir Infinito), faça o possível para “registrar apenas as horas radiantes”, ou seja, lembre e fale somente de momentos alegres e felizes; use o poder criador da palavra para expressar a alegria. Eis o segredo da felicidade.
Se toda a humanidade passar a viver conforme “os princípios do relógio de Sol”, registrando somente as coisas boas, alegres e positivas na mente, e expulsando sem demora as recordações desagradáveis, pensamentos tristes ou imaginações sombrias, quão alegre e feliz se tornará este mundo!
Por que será que muitas pessoas ficam se lembrando e falando de infelicidade, aborrecimentos, ódio, ciúme, humilhações, etc., com que se deparam? É por desconhecimento da “lei mental” e do “poder criador da Palavra”. Essas pessoas precisam aprender que “manifesta-se tudo aquilo que se pensa e fala”; precisam saber que a infelicidade continua existindo somente quando se fica com a mente presa a ela, e fala-se nela com freqüência.
A nossa “memória mental” é como um veículo coletivo, no qual viajam os mais variados tipos de passageiros: desde cavalheiros bem apessoados e moças bonitas, até bêbados exalando um odor insuportável de álcool, e doentes com o corpo cheio de chagas. Mas não precisamos viajar prestando atenção na presença desagradável de bêbados ou de pessoas cheias de feridas.
É muito mais agradável ficarmos observando a expressão feliz de uma moça bonita ou o aspecto elegante de um cavalheiro, não é? Estou dizendo isto para mostrar-lhe como é possível escolher livremente os “registros” do nosso “arquivo mental”. Não vá me interpretar erroneamente e pensar que não devemos nos compadecer dos doentes, bêbados, etc., que precisam de ajuda. Num outro capítulo do presente livro, eu explico quão nobre é tratar com bondade as pessoas necessitadas.
Caro leitor, seja como um “relógio de Sol”, que marca apenas as horas brilhantes. De que adianta ficar guardando a tristeza no coração, indefinidamente? De que adianta ficar lembrando as perdas sofridas? O mundo em nada se beneficiará com o fato de ficarmos desalentados, remoendo os nossos fracassos. Tristezas, perdas, fracassos – tudo isso são “bagaços” dos acontecimentos desta vida. Não fique indefinidamente co a mente segurando tais “bagaços”; jogue-os fora! Você deve expulsá-los como se expulsa um ladrão. Precisamos conscientizar que a mente é preciosa demais para ficar obstruída por “bagaços” como tristezas, desânimo e todos os demais pensamentos negativos.
Quando você ficar com a mente presa a pensamentos desagradáveis, ou se sentir dominado pelo ódio, ira, ciúme ou desejo de vingança, pense que “sua mente está sendo assaltada por ladrões que pretendem roubar o tesouro chamado felicidade”.
Se um ladrão entrar na sua casa para roubar, mesmo que seja apenas um par de sapatos, você o expulsaria, não é? Então, por que deixa permanecer tanto tempo dentro de sua mente os ladrões que entraram para roubar o maior de todos os tesouros – a Felicidade? Vamos jogar fora os “bagaços” que ficaram acumulados e nossa mente. Vamos atirar bem longe a tristeza, como se atira a pedrinha que entrou no sapato. Vamos abandonar o ódio, vamos nos livrar da melancolia e do tédio, e viver alegremente apenas os momentos resplandecentes do Sol. Este é o “modo de viver da Seicho-no-Ie”.

Reverencie o Jisso da Vida do próximo

Reverenciar o Jisso da Vida do próximo – podemos dizer que isso é aplicar os “princípios do relógio de sol” em nosso relacionamento com os outros. Viver segundo esse princípio é viver sem pensar ou falar em tristezas. Reverenciar o Jisso da Vida do próximo é “não falar, nem pensar, na aparente maldade de uma pessoa, e sim reverenciar a Natureza Divina que constitui a sua essência”. Isto está em conformidade com o ensinamento de Cristo, que diz: “Amai os vossos inimigos”.
Caro leitor, assuma, agora mesmo, a nobre atitude mental de jamais permitir-se envolver pelos males cometidos por outrem. Por que deveria você tornar-se infeliz e deixar-se prender pela “engrenagem” do mal cometido por outra pessoa? A sua mente não é algo que possa perder a serenidade pelo “mal” praticado por outrem. Você precisa conscientizar que sua mente é livre e pode alcançar a felicidade por si mesma. Reassuma a nobreza de espírito! Tenha a mente livre e independente! Quando alguém praticar um ato sórdido, perceba a estupidez de se igualar a ele. Não há razão alguma para você regredir a graus inferiores da “escala da nobreza espiritual” e colocar-se no mesmo nível daquele que se mostrou vil e pequeno.
Todavia, você não deve subir ao “Trono da Benevolência”, julgando-se consciente e superior – em outras palavras, não deve ter complacência somente para mostrar a sua integridade ou apenas por considerar o ofensor inferior. Quem age assim não está vivificando plenamente a sua Vida, nem está vivendo de acordo com o “modo de viver da Seicho-no-Ie”. Se, quanto mais alto uma pessoa subir, e mais baixo o outro lhe parecer, essa pessoa será obrigada a viver sempre com a mente presa à sordidez dos outros: quanto mais alto ela subir, mais a sua mente acumulará desprezo e crítica em relação aos outros; e esse pessoa acabará retendo dentro de si, sem se dar conta, os “bagaços da vida” que pensava ter jogado fora.
O espírito de reverência sustentado pela Seicho-no-Ie é totalmente diferente dessa mera “benevolência” com “inferiores” ou do espírito presunçoso dos que se consideram os únicos virtuosos e dedicam-se unicamente à sua própria elevação. O “espírito de reverência” consiste em não se deixar prender à aparente imperfeição do homem; consiste em ver apenas a Natureza Divina que constitui a essência do homem, não importando quão grande seja a sua aparente maldade ou imperfeição. Por mais malévolo que se mostre um indivíduo, em sua essência ele é “Filho de Deus” e é livre de máculas. Uma cédula não perde o seu valor, por mais suja e amarrotada que se apresente. Você não recusa uma cédula por duvidar do seu valor porque ela está suja e amarrotada, não é? Então você jamais deve duvidar do valor intrínseco de uma pessoa – o valor de “Filho de Deus” – por mais maculada de pecados que ela se apresente.
Nós, da Seicho-no-Ie, vemos o “Filho de Deus” em todas as pessoas. Como conseqüência natural disso, opera-se uma completa transformação em nossa visão de vida. A visão pessimista é substituída pela visão otimista (que integra a “visão correta”), e nós passamos a ver todas as pessoas como que envoltas pela esplendorosa luz do Sol.
Este é, realmente, o segredo de uma vida feliz. Cristo disse-nos para amarmos os nossos inimigos, mas, quando passamos a ver todas as pessoas como “Filhos de Deus”, deixa de existir para nós um único inimigo sequer.
Mas o que fazer para conseguir alcançar tão elevado estado espiritual? É sobre isso que desejo explicar. Como alcançar o estado espiritual que nos permita reverenciar a Natureza Divina de todas as pessoas, até mesmo das que estão, neste momento, nos fazendo mal? Para isso é preciso um treinamento mental. Conheço o caso de um senhora que conseguiu curar-se da histeria da seguinte forma: Sempre que surgiam acontecimentos tristes em sua vida, ela mirava-se no espelho, fazia a expressão mais alegre possível, e assim procurava combater a tristeza. Assim como essa senhora, você também precisa treinar sua mente no sentido de fazer o máximo para ver refletido no “espelho de sua mente” o lado positivo, as qualidades dos outros. Você conseguirá isso infalivelmente, pois os aparentes males e imperfeições das pessoas são “falsos aspectos”, comparáveis às nuvens que encobrem o céu: atrás dessas “falsas aparências” existe a perfeição, do mesmo modo que atrás das nuvens existe permanentemente o céu azul. Mesmo que exista fundamento para você acreditar que Fulano e Sicrano desejam-lhe mal, procure ver o lado bom deles, procure acreditar que eles o estimam. Procure acreditar no amor que existe neles, e procure tornar cada vez mais forte essa convicção. Se há alguém a quem você odeia, faça o seguinte para transformar esse ódio em amor: Todas as manhãs e todas as noites, faça a meditação Shinsokan durante cinco minutos e, quando estiver com o espírito concentrado na convicção de que você é “um” com Deus, mentalize ou diga em voz baixa, as seguintes palavras de auto-sugestão:
“Eu sou filho de Deus. Meu coração está repleto de amor. Por isso, eu não odeio o Fulano; pelo contrário, eu o estimo muito. Ele também passará a me estimar, pois o amor atrai o amor. Eu reverencio, e reverenciarei sempre, a Natureza Divina dele.”
Dizendo essas palavras para si mesmo, com as mãos justapostas em posição de oração, mentalize fortemente que você está realmente estimando essa pessoa. Continue com essa prática até conseguir sentir que lhe quer bem. A primeira transformação ocorrerá dentro de você mesmo: você logo começará a sentir que está se tornando melhor. Assim é o “poder criador” da palavra. À medida que você próprio vai melhorando, você poderá sentir que as pessoas que antes lhe mostravam “sombras” (o lado negativo) começarem a mostrar “luz” (o lado positivo). Os seguintes versos do fundador da seita Kurozumi encerram uma grande verdade: “O coração do próximo é um espelho; vejo nele refletida a minha própria alma”.
Compreendendo essa Verdade, você perceberá que o rancor de Fulano e Sicrano pareciam sentir, era, na realidade, o reflexo da sua mente; ou seja, você é que mantinha pensamentos de crítica quanto a eles. Diz-se frequentemente em “dominar o destino” ou “dominar o ambiente”, mas na realidade, isso consiste em “dominar a própria mente”.

(Do livro “A Verdade da Vida”, vol. 7 – págs. 38 à 45)

VIA TEMPLO DOS ILUMINADOS!

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