"A Casa Sobre A Rocha" (Mt5:24).

“O Amor é a Lei de Deus. Viveis para que aprendais a amar. Amais para que aprendais a viver. Nenhuma outra lição é exigida do homem.” (O Livro De Mirdad)

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MANDALA DA ABUNDÂNCIA DIVINA OU PROSPERIDADE (MÁRIAN – MARTA MAGALHÃES)

Posted by José Eduardo Glaeser em 03/10/2012

Ser próspero, na verdade, é ser feliz e abençoado. É estar conectado com a Abundância Divina recebendo todas as graças que Deus Pai e Mãe nos oferecem e das quais somos merecedores.
Quem pratica o Amor é próspero…
Aquele que é humilde e grato também…
A prosperidade financeira não é símbolo de felicidade, pois a matéria é efêmera e ilusória…
Se a pessoa não está conectada à Abundância Divina, mesmo que ela tenha tudo o que o dinheiro pode comprar, ela se sentirá vazia e insatisfeita… e estará sempre tentando preencher essa vacuidade com “coisas” e mais “coisas”…
O único bem que nos preenche verdadeiramente é o AMOR… o AMOR e seus desdobramentos como a COMPAIXÃO e a FRATERNIDADE…
Acreditem, se estivermos conectados à Abundância Divina, tudo aquilo que necessitamos para a nossa evolução nos será oferecido, inclusive o nosso sustento material…

Namastê,

Márian

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por Márian – Marta Magalhães – marian.luar@ig.com.br
Márian é Terapeuta Holística e Artista Plástica. Recebe orientações de Seres de Luz que visam o aperfeiçoamento do Ser Humano através do exercício do Silêncio, do resgate dos Princípios da LUZ e da vivificação do AMOR. Encontros de Meditação e Vivências. Mandalas Pessoais. (31) 8738-2064
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UCEM-T-27.I.1-3

Posted by José Eduardo Glaeser em 09/02/2011

O desejo de seres tratado injustamente é uma tentativa de transigência que pretende combinar o ataque e a inocência. Quem é capaz de combinar o que é totalmente incompatível e fazer uma unidade do que jamais pode ser unido? Caminha ao longo do caminho da gentileza e não temerás mal nenhum, nem sombra alguma na noite. Mas não coloques símbolos de terror no teu caminho ou tecerás uma coroa de espinhos da qual nem o teu irmão e nem tu escaparão. Não podes crucificar a ti mesmo sozinho. E se és tratado injustamente, ele necessariamente sofrerá a injustiça que tu vês. Não podes te sacrificar sozinho. Isso é assim porque o sacrifício é total. Se isso pudesse ocorrer, carregarias contigo toda a criação de Deus, e o Pai com o sacrifício de Seu Filho amado.
Na tua liberação do sacrifício se manifesta a sua e mostra que ele está liberto. Mas toda dor que sofres, vês como prova de que ele é culpado do ataque. Assim, queres fazer de ti mesmo o sinal de que ele perdeu a sua inocência e só precisa olhar para ti para reconhecer que foi condenado. E o que foi injusto para ti, virá a ele em forma de justiça. A vingança injusta da qual agora sofres pertence a ele, e quando ela pousar sobre ele, tu te libertarás. Não desejes fazer de ti mesmo um símbolo vivo da sua culpa, pois não escaparás à morte que fizeste para ele. Mas, na sua inocência achas a tua.
Sempre que consentires em sofrer dor, ser destituído, ser injustamente tratado ou ter necessidade de alguma coisa que não tens, apenas acusas o teu irmão de estar atacando o Filho de Deus. Seguras um retrato da tua crucificação diante dos seus olhos de tal modo que ele possa ver que os seus pecados estão escritos no Céu, com o teu sangue e a tua morte e vão à frente dele, fechando a porta e condenando-o ao inferno. No entanto, isso está escrito no inferno e não no Céu, onde estás além do ataque e comprovas a sua inocência. O retrato de ti mesmo que ofereces a ele, mostras a ti e conferes a esse retrato toda a tua fé. O Espírito Santo te oferece um retrato de ti mesmo para dares a ele no qual não existe absolutamente nenhuma dor e nenhuma reprovação. E o que era martirizado pela sua culpa vem a ser a testemunha perfeita da tua inocência.
(T-27.I.1-3)

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Uma atitude que poderia mudar o mundo: servir.

Posted by José Eduardo Glaeser em 07/02/2011

Quando Jesus afirmava categoricamente que seu Reino não era deste mundo estava com isso dizendo que seu Reino não tem as mesmas práticas dos reinos deste mundo, suas categorias são outras, seus princípios são outros, sua lógica é outra. Pela lógica mundana um reino, um império, um país, sempre se sobrepõe a outro pela força, pelo seu poder bélico ou econômico. Mas o Reino de Jesus não é assim. No Reino de Deus o poder é outro, as relações não são baseadas no poder, mas no amor e no serviço.
Mas os discípulos de Jesus, a despeito de estarem numa espécie de intensivão, porque estavam com ele o tempo todo, ainda não entendiam a dimensão do seu Reino, os princípios desse Reino, e ainda tinham a expectativa de que Jesus seria um rei como outro qualquer, que se imporia pela força e ainda por cima usando poderes sobrenaturais para isso, o que o colocaria em ampla vantagem sobre outros monarcas. Sim, porque já o tinham visto ressuscitar Lázaro, transformar água em vinho, multiplicar pães, então derrubar Pilatos e chegar a César, não seria muito difícil.
Tanto aspiravam por isso, que já estavam querendo dividir os melhores cargos. Queriam saber quem seriam os ministros do novo Reino. No episódio da Santa Ceia eles entraram numa discussão sobre quem seria o maior no Reino de Deus.
O tempo já estava acabando. Naquela noite Jesus seria preso e levado a um julgamento injusto e, dentro de algumas horas, seria crucificado. Depois de três anos andando com aquele pessoal, nas horas finais, Jesus ainda vê seus discípulos, como crianças, querendo saber quem era o maior. Acho que se fosse eu, pensaria comigo: “Falhei, não deu certo, que pena, deu tudo errado”.
Mas mesmo naquele contexto, nas horas finais, Jesus vê uma oportunidade para ensinar a natureza do seu Reino para seus discípulos. Enquanto era servida a ceia, levantou-se da mesa, tirou sua capa, enrolou uma toalha na cintura, colocou água numa bacia e lavou os pés dos discípulos, para surpresa geral. Aquela tarefa era dos escravos, ou do menor filho da casa, da pessoa menos importante, nunca de um mestre. Pedro até hesitou em aceitar ter seus pés lavados por Jesus, porque era inconcebível que o mais importante fizesse o trabalho do menos importante. Mas Jesus queria dar-lhes a lição. Queria que as palavras se transformassem em prática: “Os reis das nações dominam sobre elas; e os que exercem autoridade sobre elas são chamados benfeitores. Mas, vocês não serão assim. Ao contrário, o maior entre vocês deverá ser como o mais jovem, e aquele que governa como o que serve”.
Quando terminou, ainda sob olhares espantados, disse que deveriam fazer o mesmo, e que seriam felizes, bem-aventurados, se o fizessem.
Lavar os pés, servir, estar disposto a ajudar os que nos rodeiam. Eis o caminho para um mundo solidário, justo e feliz. E ainda que pareça impossível mudar o mundo, é possível mudar-se a si mesmo e isso já será o começo de uma transformação maior. Ele deu o exemplo para que fizéssemos o mesmo. Quão diferentes seriam as coisas, se servir humildemente uns aos outros fosse uma realidade.

Márcio Rosa da Silva

Via
Inquierações
De
Um
Aprendiz

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DA SUBVERSÃO À BRINCADEIRA: COMO SE RESGATA UMA CASA DE ORAÇÃO?

Posted by José Eduardo Glaeser em 29/01/2011

DA SUBVERSÃO À BRINCADEIRA:
COMO SE RESGATA UMA CASA DE ORAÇÃO?
Elienai Cabral Jr.

O templo pode se tornar o lugar de seu maior desencontro e a comunhão mais legítima, uma violência inadiável.
Dias antes ele viera a um lugar que há muito não estava lá, aquela ‘Casa de Oração’ esquecida sob camadas de mentiras. Porque são necessárias muitas paredes para se esconder com eficiência uma grande mentira. Um grande templo para uma grande religião.
Os barulhos e os cheiros da procissão desembocando na cidade são familiares, homens e mulheres arrastando ofertas e expectativas. As músicas se revezam no embalo final dos que chegam ao lugar decisivo, à morada do Deus que não regateia seus rigores. E um Deus assim, tão inegociável, sempre cria filhos que aprendem a pechinchar à sombra de suas imperfeições.
Os olhos cansados esbugalham em rostos bronzeados pelo sol de tantos dias, andam-se muitos caminhos para se chegar a um templo. Olhares aflitos se destacam em faces ressecadas, cruzam-se desertos para que o templo cumpra seu papel. Gastam-se corpos, afetos, até a fé. O caminho que leva ao templo exaure forças, é epopéia de cansaços, senda de claudicantes. E toda fadiga termina se tornando um grande negócio.
E os que negociam já estão lá, como garantia de que o enorme esforço será triunfante. São mercadores mediando a grande utopia. Nenhuma fadiga, qualquer distância, incidente que seja pode ser tão imprevisível, tão suficientemente contingencial para assaltar a vitória do crente. O templo não pode ser comprometido com as precariedades do caminho.
O custo de um templo assim é alto, mas ninguém garante ofertas à altura de um Deus terrível sem pagar um preço elevado. A demanda é enorme, mas sempre haverá pombas, cabritos, bois e tudo o mais de que carecer o culto. Tudo para que Deus não seja frustrado pelo triste caminho que separa os humanos da glória.
O culto não para. Ninguém para. Nada pode estancar uma ordem que cumpre tão prodigioso papel: garantir um acerto glorioso com o divino. O templo realiza sua vocação à medida que sublima a vida dos imperfeitos. Tudo funciona lá dentro a despeito de tudo o que não funciona lá fora.
O barulho incessante empolga os guardiães do templo. É muito feliz a sensação de assistir à coreografia ininterrupta dos que chegam com tantas expectativas. E que partem já antecipando o dia em que voltarão. Nada é mais lindo aos olhos do sacerdote que o vai-e-vem inexorável da multitude encantada.
Mas um rito subversivo é urdido à margem do templo. E como todo rito é uma trama. Uma dramatização de anseios. Uma usina de novidades. Alguém costura o inusitado, fabrica uma revolta.
A primeira fabricação de um instrumento ultrasônico, aquele capaz de ultrapassar a barreira do som, foi um chicote. Isto porque o movimento da chicotada é mais veloz que o som por ela produzido. E o que direi agora pode ser a descrição mais profana que já se fez de um homem. Um nazareno reuniu todas as iras que a religião do templo lhe provocou em cada tira de corda costurada. Ele mesmo fez o chicote que interromperia o barulho do ajuntamento em transe. O slasch viria depois da dor. Eis o rito mais subversivo. Nada mais apropriado para acordar gente encantada que o som da idéia chegar depois do estrago já feito.
E foi assim. Um homem enfurecido ziguezagueou pelo pátio chicoteando com poucos critérios os que ainda negociavam. A princípio, imaginou-se serem soldados romanos descontentes pelas comissões. Houve quem afirmasse, enquanto corria, que era um endemoniado. O som do chicote e as mesas viradas dos cambistas fizeram a voz do reclamante se multiplicar em tantas que nem imaginamos quem pudesse ser, até o pátio em pandemônio dar lugar ao silêncio estupefato dos que ali permaneceram. E sozinho, resfolegante, restava com a arma ainda empunhada, Jesus.
O amor assusta ao fazer-se ódio. Desvela-se em tensão, revolta e ruptura. Sombrio e violento, mas amor.
Com câimbras na mão e a voz já rouca, vaticina pela última vez: vocês transformaram este lugar em um covil de ladrões. E pensar que um dia já foi uma Casa de Oração. A família, distante, desconfia de sua sanidade. Os discípulos, sem coragem de se aproximar, lembram do profeta. O zelo por sua casa me consumirá.
Dispersos os mercadores, uma gente, que ninguém vê há tanto tempo por ali, aparece vinda de todos os cantos, e nada os impede agora, são os cegos e os mancos. O chicote, quente e trêmulo, despenca teatral da mão de Jesus, tão lentamente quanto a compaixão que agora o envolve. Um Deus assim, tão improvável, sempre junta os filhos dos quais o templo se esqueceu.
As crianças, que tem no mundo um lugar de imaginação, a continuidade das histórias ouvidas antes de dormir, olham a cena e enxergam o que ninguém vê. Apenas continuam a história preferida. De um Davizinho que derrubava gigantes com uma atiradeira na mão, mas curava a tristeza de reis com harpas e poesia. Agora ele tinha um filho, que expulsa gigantes com um chicote, mas toca os doentes como Davi dedilhava sua harpa.
E começaram a se divertir com a mais nova brincadeira, e viam quem gritava mais alto: Hosana ao Filho de Davi!

VIA
ELIENAI
CABRAL
JR.

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@elienaijr #28570451500343296

Posted by José Eduardo Glaeser em 23/01/2011

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