MANDALA DA ABUNDÂNCIA DIVINA OU PROSPERIDADE (MÁRIAN – MARTA MAGALHÃES)

Ser próspero, na verdade, é ser feliz e abençoado. É estar conectado com a Abundância Divina recebendo todas as graças que Deus Pai e Mãe nos oferecem e das quais somos merecedores.
Quem pratica o Amor é próspero…
Aquele que é humilde e grato também…
A prosperidade financeira não é símbolo de felicidade, pois a matéria é efêmera e ilusória…
Se a pessoa não está conectada à Abundância Divina, mesmo que ela tenha tudo o que o dinheiro pode comprar, ela se sentirá vazia e insatisfeita… e estará sempre tentando preencher essa vacuidade com “coisas” e mais “coisas”…
O único bem que nos preenche verdadeiramente é o AMOR… o AMOR e seus desdobramentos como a COMPAIXÃO e a FRATERNIDADE…
Acreditem, se estivermos conectados à Abundância Divina, tudo aquilo que necessitamos para a nossa evolução nos será oferecido, inclusive o nosso sustento material…

Namastê,

Márian

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por Márian – Marta Magalhães – marian.luar@ig.com.br
Márian é Terapeuta Holística e Artista Plástica. Recebe orientações de Seres de Luz que visam o aperfeiçoamento do Ser Humano através do exercício do Silêncio, do resgate dos Princípios da LUZ e da vivificação do AMOR. Encontros de Meditação e Vivências. Mandalas Pessoais. (31) 8738-2064
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E-mail: marian.luar@ig.com.br
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ESPAÇO ESPIRITUAL MITCH HAM ELL – O NÃO-DUALISMO

O NÃO-DUALISMO

Nos acreditamos separados, acreditamos na existência separada de Deus, de
nós seus filhos e da Criação, todos como sendo coisas distintas, ainda que
as consideremos interdependentes, isso no entanto é dualismo.
O não- dualismo ensina que Deus, seus filhos e a Criação são uma mesma
coisa e uma mesma energia, portanto, o não-dualismo não reconhece nada
além do Um, de Deus, que também pode ser chamado de Amor.
O não- dualismo não nega a existência de várias consciências, a de Deus
e a de seus filhos, ainda assim, ele nega a existência de almas individuais, mentes
individuais e eu’s, afirmando que todas as consciências pertencem a uma mesma
Alma, Mente e Eu, portanto, o não- dualismo afirma claramente que “Todos somos Um”.
Se o não- dualismo afirma que todos somos Deus, isto significa que todos somos Amor
e Perfeição, portanto, o não- dualismo acredita na perfeição de todas as consciências,
acredita na igualdade entre Deus e seus filhos, assim como na igualdade entre
a Criação e o Criador, sendo ambas Amor, aliás, sendo ambas a mesma coisa.
Isto não significa que a consciência de Deus não seja superior à nossa,
Ela o é, pois é a única incriada, e que está além da Criação, ainda
assim ela é relativamente igual à consciência de seus filhos.
Para o não- dualismo todos somos tudo, somos a
Realidade, Deus, o Amor, a Vida, tudo é nosso Ser.
O não- dualismo considera então que todas as sensações ilusórias de
separação e falta de Amor são apenas aparentes, ilusórias, o não -dualismo
afirma que só é real aquilo que é igual ao Um, isto é, perfeito e imutável,
sendo assim, tudo que é imperfeito e impermanente é ilusório, como é o caso
do Universo e do eu humano (que são apenas fenomenologicamente reais do
jeito que se apresentam), que são ilusões e não realidade, e por trás delas
reside a realidade, respetivamente, dos Planos do Real e dos
Eu-Alma, que são, dentro do possível, iguais a Deus.
O não- dualismo afirma que tudo é uma expressão do Amor (a Realidade
Única, Deus), ainda que nem sempre este seja bem compreendido e aplicado.
O não-dualismo reconhece então o Universo e o eu humano como condições
ilusórias, pois se afastaram dos Planos do Real e do Eu-Alma, ainda assim
reconhece um propósito nisso tudo, o de desenvolvimento da personalidade
dos Eu-Alma, portanto, ainda que o não-dualismo reconheça a ilusão da
separação, a observa como uma escola divina de Deus, pois sabe que apenas
na separação ilusória a personalidade dos Eu-Alma pode ser desenvolvida.
O não- dualismo ainda assim sabe que o objetivo é superar essa condição, pois
sabe que a escola universal é temporária. Aquele ser que entende o não-dualismo
busca a cada momento trazer seu Eu-Alma para o Universo, e ver o Universo e seus
irmãos tal como eles verdadeiramente são, puro Amor, Luz e Perfeição imutáveis.
O não-dualismo afirma portanto que qualquer condição adversa no Universo
e nas personalidades humanas não passa de ilusão, ainda que reconheça que
essas condições devem ser transmutadas para que os envolvidos
possam prosseguir com suas jornadas universais.
Nossa observação e caminhada espiritual é frequentemente dualista,
mas os grandes mestres têm nos ensinado o não- dualismo, e é ele
que devemos compreender e aplicar se desejamos realmente
evoluir e ajudar nossos semelhantes a evoluirem também.

Espaço Espiritual Mitch Ham Ell- 08/10/10

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VIA ESPAÇO ESPIRITUAL MITCH HAM ELL

“O DIA NÚMERO ‘UM'” (MARCIA MARIA DE RIZZO – 06.07.2012)

O DIA NÚMERO “UM”
MARCIA MARIA DE RIZZO
06.07.2012

Todos os dias parecem iguais. O número um, o dois, o três…. até o 365º dia.
Será assim mesmo? Ou somos nós que os tornamos monótonos e idênticos?
E será que somos assim tão inconscientes?
“A vida é tão rara…”, como dizia o Lenine em sua linda música.
A vida é única para cada um de nós. Ela começa e acaba. Mas nós vivemos como se ela fosse sem fim, mas não é.
Então, como podemos celebrar a vida?
Vivendo cada dia como se fosse o único dia, o dia número UM.
Deveríamos viver cada dia dando o melhor de nós ao trabalho, aos colegas, aos amigos, aos amores, aos filhos, aos pais, à família.
Mesmo que esse dia tenha sido infernal, ainda assim, aprendemos algo, dissemos ou fizemos alguma coisa que ajudou alguém. Alguém nos disse algo que nos ajudou, ou , pelo menos, um sorriso e um bom dia nós demos e recebemos.
O que ocorre é que focalizamos nossa atenção no ruim, sempre no ruim, e poucas vezes no bom.
Não estou dizendo que devemos enterrar a cabeça no buraco, como faz o avestruz.
Mas, podemos extrair de nosso dia um pouco de felicidade, mesmo que seja um instante fugaz.
E felicidade é isso: pequenos momentos que deixamos passar devido à nossa onipotência em achar que somos os únicos que sofrem ou que têm problemas.
A vida é rara e complexa, e temos a obrigação, como seres inteligentes que somos, em torná-la boa para nós e para os outros, construindo em nossos dias, esses momentos felizes, que nos alimentam e nos dão a sensação de estarmos unidos, de fazermos parte desta imensa rede – a humanidade.
(Marcia Maria de Rizzo – 06-07-2012)

VIA BLOG EVOLUINDO NO CAMINHO

A arte em toda experiência – Robert Happé

Estamos vivendo em um tempo dinâmico no qual a mudança está afetando todos os níveis de vida. Todos nós estamos sendo estimulados a nos preparar para nos unir. Em cada setor da vida nós precisamos implementar mudanças significativas e duradouras.
O que está acontecendo é o nascimento de um novo mundo e um novo tempo que estão vindo para implementar os processos de reforma. Isto significa libertar-se da negatividade que nos tem mantido presos a laços de terceira dimensão.
Na maioria das pessoas, o desejo pela evolução pessoal é muito pequeno devido à falta de informação útil ou de compreensão de si mesmos. Nenhuma pessoa é semelhante à outra devido às diferentes experiências que vivenciou, mas, ao mesmo tempo, todos viemos da mesma fonte. Tudo o que precisamos aprender é a cooperar, trabalhar juntos e crescer a partir do compartilhar do conhecimento.
Todas as pessoas do nosso planeta, sem exceção, estão aprendendo a encontrar o equilíbrio. O dogma das estruturas de crença presente em todo o mundo tem impedido o desenvolvimento natural do processo de humanização, tendo como resultado o fato de que a maioria perdeu o verdadeiro significado da sua presença neste belo planeta.
Todos nós, em nível de alma, escolhemos estar aqui, neste período incrível, para participar desta era única de renovação espiritual e transformação global. Muitos, contudo, têm tido dificuldade de abraçar a Verdade Universal e preferem se manter apegados a suas crenças dogmáticas. Eles se recusam a aceitar que o que lhes foi dito está errado! Eles se confortam em saber que terão oportunidades em outros mundos tridimensionais, os quais lhes permitirão lembrar da sua divindade e igualdade com todos. Não há punição para ninguém, apenas oportunidades para evoluir.
Não é fácil entender por que tantas pessoas são tão diferentes. Tudo é uma questão de ter conhecimento das necessidades de auto-realização e dos vários desafios que se encontram diante de nós e que requerem maestria. Os passos a serem dados, no intuito de compreender o nosso próprio processo de desenvolvimento, foram extirpados da humanidade e substituídos por dogmas, causando insegurança e a separação do amor, permitindo que o medo se tornasse a principal força motriz.
Quando alguém está assustado, afastado do coração e do amor, não há forma dele compreender algo com o qual, conscientemente, não consegue se relacionar. Contudo, a compreensão virá quando não mais houver separação entre a mente e a alma, entre o masculino e o feminino. A alma contém em seu banco de dados o conhecimento da Unidade de todos, incluindo a ciência das leis universais. Quando esta conexão interna entre mente e alma é feita, a compreensão se faz rapidamente.
Não estamos sendo forçados a escolher entre um caminho superior que conduz para o alto na direção de ações cooperativas, ou o caminho inferior que conduz para baixo para ações de competição.
Entrementes, a infusão de luz está fortalecendo nossas consciências e elevando a nossa sensibilidade. E muitos estão se tornando conscientes das novas escolhas a serem feitas. Em algum momento, num futuro breve, será finalmente compreendido que, não importa o trabalho que se faça, todos serão lembrados pela forma como tratam os outros.
O que também precisa ser lembrado é que tudo que tem sido considerado ruim no nosso mundo, foi necessário para que todos alcançassem o equilíbrio. Nós temos jogado o jogo do mocinho e do bandido, talvez por inúmeras vidas; tudo no intuito de atingir o verdadeiro equilíbrio.
É por isso que o conselho para todos nós é não julgar ninguém. Nesta era particularmente extraordinária em que terminam as lições kármicas das três dimensões, os extremos do bem e do mal não são mais necessários, já que a intensificação da luz está reconciliando os opostos. Só existe equilíbrio na luz.
Quando a mente consciente e a alma se unem e se tornam parceiros criativos, a consciência se torna desperta e todo o panorama, que só é conhecido atualmente a nível de alma, se desdobra. Cada transformação que ocorre dentro do indivíduo flui para fora de uma maneira limpa, penetrando as famílias e as comunidades nas quais eles vivem. Muitas pessoas sentem que elas devem fazer alguma coisa significativa. No entanto, devido à pobre conexão com sua alma e com sua missão-de-alma, elas se ressentem da falta de foco e se sentem impotentes no sentido de fazer a diferença.
Quando nos sentirmos mais confortáveis acerca de quem nós verdadeiramente somos, compreenderemos que todos nós somos filhos da luz, capazes de fazer brilhar a luz da bondade que cura toda a ignorância. Bondade (Goodness) não é diferente de divindade (Godliness).
Ajudar no processo do despertar dos outros traz equilíbrio para você e para eles. E a luz gerada por estas ações flui para fora e beneficia a todos. Nosso equilíbrio é uma contribuição sem preço para difundir o amor e o cuidado mundo afora. É este movimento de estados de consciência competitiva para estados de consciência cooperativa que gera equilíbrio em todos os níveis. A Educação deve ser alinhada a este propósito. A competição consigo mesmo para fazer o melhor deveria ser encorajada.
O medo e a confusão que a maioria das pessoas vivencia, vêm do não saber o que está acontecendo. Paz e equilíbrio chegam a partir do saber o que está acontecendo. Quando a educação se torna encorajadora e apoiadora no sentido de conduzir os alunos a buscar o despertar e a compreensão espiritual do processo de desenvolvimento, nós teremos paz no nosso amado planeta em uma década.
A arte em toda a experiência é amar.

VIA
Blog
“Eoluindo No Caminho”