Ano A – Dia: 11/02/2011 – As bodas de Caná – Jo 2,1-11

EVANGELHO DO DIA

Ano A

Dia: 11/02/2011

As bodas de Caná

Jo 2, 1-11

Dois dias depois, houve um casamento no povoado de Caná, na região da Galiléia, e a mãe de Jesus estava ali. Jesus e os seus discípulos também tinham sido convidados para o casamento. Quando acabou o vinho, a mãe de Jesus lhe disse:
– O vinho acabou.
Jesus respondeu:
– Não é preciso que a senhora diga o que eu devo fazer. Ainda não chegou a minha hora.
Então ela disse aos empregados:
– Façam o que ele mandar.
Ali perto estavam seis potes de pedra; em cada um cabiam entre oitenta e cento e vinte litros de água. Os judeus usavam a água que guardavam nesses potes nas suas cerimônias de purificação. Jesus disse aos empregados:
– Encham de água estes potes.
E eles os encheram até a boca. Em seguida Jesus mandou:
– Agora tirem um pouco da água destes potes e levem ao dirigente da festa.
E eles levaram. Então o dirigente da festa provou a água, e a água tinha virado vinho. Ele não sabia de onde tinha vindo aquele vinho, mas os empregados sabiam. Por isso ele chamou o noivo e disse:
– Todos costumam servir primeiro o vinho bom e, depois que os convidados já beberam muito, servem o vinho comum. Mas você guardou até agora o melhor vinho.
Jesus fez esse seu primeiro milagre em Caná da Galiléia. Assim ele revelou a sua natureza divina, e os seus discípulos creram nele.

Comentário do Evangelho

O Deus de Jesus é o
Deus da vida

No evangelho de João Jesus se revela através de sinais, palavras e gestos. Tudo converge para a grande novidade que nasce no chão da experiência humana: o dom da vida eterna e divina a homens e mulheres, à humanidade.
Na festa de casamento em Caná temos o primeiro sinal, com seus significados. A presença de Jesus e sua mãe faz com que a alegria não seja frustrada. A novidade de Jesus é a transformação da água, que seria usada na ablução ritual, no vinho partilhado, que é fonte de alegria. O Deus de Jesus é o Deus da vida, na solidariedade, na alegria e na felicidade.

Oração

Senhor Jesus, que Maria me conduza sempre a ti e me leve a descobrir em ti o caminho da salvação que o Pai nos ofereceu.

Fonte:
www.paulinas.org.br

Serenidade não é frivolidade nem complacência…

Serenidade não é frivolidade nem complacência;
é a sabedoria e o amor mais elevado,
é a confirmação de que toda a realidade se encontra
desperta na orla de todos os abismos e profundezas.
A Serenidade é o segredo da beleza e
a verdadeira substância de toda a Arte.
(Hermann Hesse)