"A Casa Sobre A Rocha" (Mt5:24).

“O Amor é a Lei de Deus. Viveis para que aprendais a amar. Amais para que aprendais a viver. Nenhuma outra lição é exigida do homem.” (O Livro De Mirdad)

Os 3 Tipos de Felicidade (Bhagavad Gita 18:36-39)

Posted by José Eduardo Glaeser em 11/04/2017

“Mas ouve agora de mim, ó Bharatarshabha”, sobre a tríplice felicidade. Aquela em que a pessoa se regozija depois de extensa prática e pela qual se alcança o fim de todo sofrimento. que no princípio é como veneno mas que, quando se transforma no decorrer do tempo, se torna semelhante ao néctar – proclama-se ter essa felicidade a natureza de sattva, nascida da graça-serenidade (prasada) da sabedoria (buddhi) do Si Mesmo.
Aquela que surge por meio da união dos sentidos com seus respectivos objetos, que é semelhante ao néctar no princípio mas, quando se transforma no decorrer do tempo, se torna como veneno – sustenta-se ter essa felicidade a natureza de rajas.
Aquela felicidade que no princípio e no final ilude o ser, decorrente do sono, da indolência e da desatenção – diz-se ter ela a natureza de tamas.”
(Bhagavad Gita 18:36-39)

Retirado da Nova Tradução de Georg Feuerstein, Editora Pensamento, 2015.

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Kali Yuga, “Idade do do Vício ou do Ferro”, a Era de Degenerescência.

Posted by José Eduardo Glaeser em 08/03/2017

Escrituras como o Mahabharata e o Bhagavata Purana apresentam Kali Yuga como uma era de crescente degradação humana, cultural, social, material, ambiental e espiritual, sendo simbolicamente referida como Idade das Trevas porque nela as pessoas estão tão longe quanto possível de Deus.
O Senhor Buda, muito longe de negar que havia um Absoluto, garantiu que aqueles que alcançassem a iluminação deveriam se fundir com Isso e assim perceber a Realidade em oposição ao mundo das ilusões e dos fenômenos.
Kali Yuga, sânscrito: कलियुग, “Idade do do Vício ou do Ferro” é um período que aparece nas escrituras hindus. É a última das quatro etapas que o mundo atravessa; sendo as demais: Satya Yuga, Treta Yuga e Dwapara Yuga.
A era de Kali Yuga é também denominada a Era de Ferro. Kali Yuga iniciou no final da vida corpórea de Krishna (aproximadamente 5.100 anos atrás) que foi avatar ou manifestação de Brahma, Vishnu e Shiva.
O Kali Yuga que agora reina sobre o Oriente e Ocidente.
No Bhagavata Purana, há uma lista de previsões e profecias sobre os tempos sombrios para a presente era de Kali Yuga. As 15 previsões, escritas há 5.000 anos pelo sábio Vedavyasa, são surpreendentes porque parecem tão precisas.
-Religião, verdade, tolerância, misericórdia, duração da vida, saúde, força física e a memória todos diminuirão de dia para dia devido à forte influência da era de Kali.
-Em Kali Yuga, a riqueza por si só, será considerada o sinal de bom nascimento de um homem, comportamento adequado e boas qualidades.
A lei e a justiça será aplicado somente sobre a base de poder da pessoa.
-Haverá monarcas (governos) contemporâneos reinando sobre a terra, reis (governantes) de espírito mau e caráter violento, votados a mentira e à perversidade.
-Gente de vários países, unindo-se a eles, seguirão o seu exemplo.
-A riqueza e a piedade diminuirão dia-a-dia até que o mundo se depravará por completo…
-Homens e mulheres vão viver juntos apenas por causa da atração superficial, e sucesso nos negócios dependerá do engano. Feminilidade e masculinidade serão julgados de acordo com sua experiência em sexo, e um homem será conhecido como um brâmane apenas vestindo um fio.
-Posição espiritual de uma pessoa será apurada apenas de acordo com símbolos externos, e com o mesmo fundamento as pessoas vão mudar de uma ordem espiritual para o próxima. Decoro de uma pessoa será seriamente questionada se ele não tiver uma boa vida. E um que é muito inteligente com malabarismo de palavras será considerado um erudito.
-Uma pessoa será julgada profana se ela não tem dinheiro, e hipocrisia será aceita como virtude. Casamentos serão organizados simplesmente por acordo verbal.
– Encher a barriga se tornará o objetivo da vida, e aquele que é audacioso será aceito como verdadeiro. Aquele que pode manter uma família será considerado como um homem perfeito, e os princípios da religião será observada apenas por uma questão de reputação.
-Como a terra torna-se lotada com uma população corrupta, quem quer que entre qualquer uma das classes sociais, mostra ser o mais forte vai ganhar poder político.
-Assediado por impostos excessivos e fome, as pessoas vão recorrer a comer folhas, raízes, carne, mel silvestre, frutas, flores e sementes. Golpeado pela seca, elas se tornarão completamente arruinadas.
-Os cidadãos vão sofrer muito de frio, vento, calor, chuva e neve. Eles serão ainda mais atormentado por brigas, fome, sede, doenças e ansiedade severa.
-A duração máxima da vida para os seres humanos em Kali Yuga se tornará 50 anos.
-Homens deixarão de proteger os seus pais idosos.
-Em Kali Yuga os homens vão desenvolver ódio por si mesmo e sobre algumas moedas, perderam todas as relações de amizade, eles estarão prontos para perder suas próprias vidas e matar até mesmo seus próprios parentes.
-Homens incultos vão aceitar caridade em nome do Senhor e vão ganhar o seu sustento, fazendo um show de austeridade e vestindo um vestido de mendigo. Aqueles que nada sabem sobre religião, vão montar um assento elevado e com presunção de falar em princípios religiosos.
-Servos vão abandonar o mestre que perdeu sua riqueza, mesmo que esse mestre seja uma pessoa santa de caráter exemplar. Mestres vão abandonar um servo incapacitado, mesmo se aquele servo tenha estado na família há gerações. As vacas serão abandonadas ou mortas quando parar de dar leite.
-Cidades serão dominadas por ladrões, os Vedas será contaminado por interpretações especulativas dos ateus, os líderes políticos vão praticamente consumir os cidadãos, e os chamados sacerdotes e intelectuais serão devotos de suas barrigas e genitais.
O tempo, assim como o espaço, é feito de oposições (dvanda).
Ambos são gerados na ação dos três gunas, que são três fios da corda que amarra o homem sobre a roda do samsara.
– Tamas, a gravidade e a ignorância, liga pela negligência e pela indiferença;
– Rajas, o movimento, a ação, liga pelo orgulho e a vaidade, e pela tendência ao ativismo;
– Sattva, a harmonia, a paz e a claridade,liga pela tendência a procurar a felicidade e os conhecimentos.
Segundo a antiga sabedoria dos indianos, o mundo está em queda e continua a se atolar na luta das oposições (dvanda) e na ilusão (maya).
Atualmente ele alcançou o ponto mais baixo, a matéria grosseira, as trevas.
Um período do mundo consiste de quatro épocas, sendo a primeira a
mais longa, a última a mais curta.
No Krita Yuga, o dharma, penetra o universo.
Todos os seres vivos se consagram inteiramente a manter a ordem
sagrada.
No Tetra Yuga, o ritmo do mundo se acelera. Só três quartos do dharma
sagrado estão presentes. As leis sagradas já não são espontaneamente postas em prática, mas devem ser ensinadas e aprendidas.
O Dvapara Yuga, é a época em que foi estabelecido o equilíbrio entre a perfeição e a imperfeição. O conhecimento direto da ordem divina é cada vez menos acessível.
No Kali Yuga, a transmissão das normas santas é totalmente perdida. No jogo de dados, Kali é a jogada do perdedor.
Segundo o Vishnu Purana, o Kali Yuga começa quando na sociedade o único poder é o da riqueza, a única virtude, a posse, a única ligação entre o homem e a mulher, a paixão, a única fonte de prazer, o acasalamento, o único fundamento do sucesso, a traição…
A destituição do divino, do dharma, do ensino, é a razão pela qual o Kali Yuga dura menos tempo. Esta época, na qual a humanidade atualmente se encontra, dura 432 000 anos e começou com o parinirvana do divino Krishna.
Apesar do tom negativo dessas profecias, ainda há um ponto brilhante para parte da humanidade.
O Absoluto é, aqui, o “Axis Mundi”, o Monte Meru.

Fonte: https://anubysp.blogspot.com.br/2016/04/kali-yuga-idade-do-do-vicio-ou-do-ferro.html
https://ofeiticodosarcontes.wordpress.com/2016/08/24/kali-yuga-idade-do-do-vicio-ou-do-ferro-a-era-de-degenerescencia/

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A ÚLTIMA PALAVRA DE CRISTO (MENSAGEM DO CANAL DO LIVRO “CARTAS DE CRISTO” DE 27/03/2016)

Posted by José Eduardo Glaeser em 06/03/2017

A Última Palavra de Cristo
Mensagem recebida anteriormente pelo Canal das Cartas de Cristo, que permitiu sua divulgação em 27/03/2016
Para todos os adeptos da
DOUTRINA E DOGMA RELIGIOSO CRISTÃO

FONTE: https://www.facebook.com/aConscienciaCristica/posts/644633722367314:0

Eu, o Cristo, sei que os cristãos estarão revoltados com as cartas, acreditando que elas vêm de uma fonte satânica.
Para eles, eu digo que, compreendo a dor envolvida no processo de libertação de suas crenças e de seus preciosos consolos de consciência. Eles são como balas de goma que vocês saboreiam quando se sentem perturbados.
As imagens mentais religiosas confortam e dão um alívio temporário a ansiedade. Porém isso é tudo o que elas são em sua mente “doces” para acalmar e liberar o assédio e estresse diário em suas vidas.
E assim foi quando eu vim aos judeus na Palestina há dois mil anos. Eles foram submetidos a uma forte pressão e estresse induzidos pelos ensinamentos dos líderes judeus.
Eu quero que vocês levem em consideração que naquele tempo a grande preocupação religiosa entre os judeus, estava fazendo o mal – quebrando os Dez Mandamentos, atraindo, assim, a ira de Jeová e abrindo-se para alguma forma de castigos em suas vidas diárias.
Como um jovem, eu me rebelei contra tais crenças. Elas eram abomináveis. Quando voltei do deserto proclamei a “Boa Nova”, que o Céu está entre vós! Os lideres judeus ficaram horrorizados, porque eles controlavam os manifestantes judeus através de ameaças de temor ao Senhor.
Falei com o povo judeu e revolucionei suas crenças.
Eu disse as pessoas:
Seu Deus é o seu Pai, que fornece tudo o que você precisa.
Seu Pai celestial/ que está no céu.
Seu Pai está no meio de vós/entre vocês.
“Seu Pai sabe inclusive quando um pássaro cai, – e sabe até o número de cabelos de vossa cabeça”.
Eu gostaria que vocês pensassem nestas declarações (e devo dizer que a maioria de meus ensinamentos não foram documentados após a minha morte, uma vez que teriam despertado muito mais hostilidade sobre meus seguidores, e teriam colocado-os em perigo ainda maior).
Considerem esta imagem de um criador que conhece cada cabelo de suas cabeças, e a queda de cada pássaro. Isso se encaixa nas imagens proféticas de um “Deus nas alturas” que discerne os maus e os justos e envia-lhes punições e recompensas apropriadas?
Vocês podem conciliar um “Pai Amoroso” que como eu disse, inclusive cuida das flores e adorna-as com cores esplêndidas, com o “Senhor” que exigia sangue e sacrifícios de animais queimados no templo?
Você pode ver qualquer ligação lógica entre esses dois “deuses”?
Agora é de grande urgência que os cristãos ordenem suas crenças e decidam se realmente são seguidores de “Cristo” ou seguidores dos ensinamentos judaicos herdados pelos profetas?
Qual “deus” vocês vão optar por adotar como seu próprio? Será o meu ou o “deus de Judá”?
O Pai Amoroso ou o Jeová que pune os seres humanos por fazerem o mal que não são capazes de evitar – e que exige o pagamento pela morte de seu “amado filho na cruz – que também é chamado de “Deus”. De maneira que “Deus” foi crucificado para pagar os pecados do mundo, cometidos por pessoas que Deus criou, para que cumprisse a sua lei.
Mas apenas as pessoas que creem neste conceito serão salvas – o resto do mundo, ignorantes ou não do cristianismo pagaram por suas ações. De modo, que o “Filho de Deus”, supostamente passou por toda a sua dor e sofrimento e morreu para salvar uma minoria de pessoas, que tiveram a sorte suficiente de ouvir sobre este acontecimento milagroso de um “Deus” crucificado para salvar os seres humanos de um castigo que normalmente é aplicado aos criminosos.
Ao que e refere ao Jeová, os outros – os ignorantes e os incrédulos permaneceriam no inferno por toda uma eternidade.
Eu formalmente rejeitei completamente essas crenças, que permitiram que me crucificassem “para pagar pelos pecados do mundo”. Essa crença é puro palavreado.
A verdade é: Eu tinha conscientemente quebrado as leis do judaísmo, me coloquei contra a hierarquia religiosa judaica. Inconscientemente iniciei distúrbios públicos e causei o descontentamento do Governador Romano, portanto era a hora de deixar o mundo – e foi um prazer deixá-lo.
É absolutamente verdade que através das eras, vieram a mim, pessoas que sinceramente pediam por perdão e forças para lidar com suas vidas diárias, eu as respondi e as permiti verem seus maus comportamentos e obterem a força para se distanciarem deles, a fim de viverem de forma mais esclarecida.
De jeito nenhum eu tive que pagar por seus pecados. Isto é um mito e uma falácia. As pessoas são responsáveis por si mesmas. Eu ofereci aos judeus uma maneira de obterem o verdadeiro progresso espiritual.
Eu disse “Eu sou a Vida, o Caminho e a Verdade – o que significa que o meu despertar Crístico é de pura força vital, meu despertar abraça toda a verdade do nosso Criador e da existência, e o formato de minha consciência é a dimensão – o modo de vida que todos devem esforçar para seguir.
Minha consciência é pura, limpa, transparente, bela, carinhosa, cristalina, harmoniosa e alegre, estática e exultante. Todos os que receberam a vida por mim, ao se contactarem comigo, através da meditação, começam uma nova vida, saúde, elevação, felicidade e satisfação de suas necessidades.
É hora de se expressar sem medo, em oposição ao dogma e as doutrinas cristãs, como eu fiz, contra os mitos dos ensinamentos judaicos.
É hora de despertar e mover-se e afastar os anteolhos e trabalhar para livrar-se dos mitos e permitir-se absorver e prestar atenção à verdade da existência.
O dogma e a doutrina estão bloqueando o caminho para o progresso espiritual. Desfaça-se das correntes mentais e crê na sabedoria espiritual.
Se rejeitas as minhas cartas, vocês se colocaram no mesmo lugar, da hierarquia judaica que me crucificou na última vez em que falava para as pessoas.
Examinem essas cartas, e vejam se de alguma forma estariam em contradição com as palavras – ou o espírito – das minhas palavras nos Evangelhos.
Apenas João falou as palavras “Eis o Cordeiro de Deus” e as outras afirmações que têm confundido e perturbado as crenças cristãs.
Era um personagem vivaz. Um homem inteligente de altos e baixos, com percepção e cegueira, tinha uma imaginação vívida e discurso fervoroso. E me apresentou como um exagerado, o que não foi a verdade absoluta
Exorto-vos a pensar!
Leiam estas Cartas e venham a mim e deixem-me dizer a verdade dos meus ensinamentos.
Não sejais tolos, deixem suas igrejas e deixem que as portas delas se cerrem.
Ponham-se de pé com coragem, e exijam que as velhas doutrinas e dogmas do cristianismo sejam varridos para abrir a estrada do CAMINHO DE CRISTO.
Que seja ensinado nos púlpitos, introduzidos em seus pensamentos, em suas palavras, ações e modos de vida.
Tenham a coragem de serem meus verdadeiros discípulos e de desafiarem os líderes cristãos, cujos postos de autoridade lhes o ofereceram títulos e promoções.
Há um sistema completo preparado – pronto e a espera de adotarem a verdade da qual eu tenho falado através do meu canal humano.
É necessário convicção, coragem, determinação, como aquela que eu demonstrei quando eu estive na terra para realizar uma volta total de 180º no pensamento mundial.
Mais uma vez, eu digo, e deixem que as minhas palavras soem ao redor do mundo – ‘Aquele que tem ouvidos, ouça! Aquele que tem o entendimento para ajudar e acreditar – discirna, creia – e aja!
Vocês tem em suas mãos o meio pelo qual vocês poderão se elevar para o próximo nível da evolução espiritual.
Usem-no!
Não tenham medo de abrir de velhos conceitos que não são nem sensatos nem verdadeiramente úteis.

Texto publicado com autorização de:
Cartas De Cristo Brasil
Christ’S Way
Almenara Editorial

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NEALE DONALD WALSCH, CONVERSANDO COM DEUS – LIVRO II, P.218-220

Posted by José Eduardo Glaeser em 05/05/2013

NEALE DONALD WALSCH, CONVERSANDO COM DEUS – LIVRO II, P.218-220:

XIII

Como comrçar?

Seja uma luz para o mundo, e não lhe cause danos. Tente construir, não destruir.
Traga o meu povo para casa.

Como?

Ccom o seu claro exemplo. Busque apenas a Divindade. Fale apenas a verdade. Aja apenas com amor.
Cumpra a lei do amor agora e para sempre. Dê tudo e não necessite de coisa alguma.
Evite o que é mundano.
Não aceite o inaceitável.
Ensine a todos que desejarem aprender sobre mim.
Torne cada momento de sua vida uma explosão de amor.
Use todos os momentos para ter o pensamento mais elevado, dizer a palavra mais nobre e realizar o ato superior. Com isso glorifique o seu eu sagrado e, portanto, a mim.
Traga paz para a terra trazendo paz para todas as vidas que voce toca.
Seja paz.
Sinta e expresse em todos os momentos a sua Conexão Divina com o todo, e com todas as pessoas e coisas, e todos os lugares.
Aceite todas as circunstancias, reconheça todas as falhas, partilhe todas as alegrias, contemple todos os mistérios, caminhe com os pés de todos os homens, perdoe todas as ofensas (inclusive as suas próprias) e console todos os corações. Respeite a verdade de todos, adore o Deus de todos, garanta os direitos de todos, preserve a dignidade de todos, defenda os interesses de todos, satisfaça as necessidades de todos, presuma a santidade de todos, mostre os maiores dons de todos, produza as bênçãos e anuncie o futuro de todos – seguro do amor de Deus.
Seja um exemplo vivo da Verdade Maior que ha dentro de voce.
Seja humilde, para ninguem confundir a sua Verdade Maior com vangloria.
Fale suavemente para ninguem achar que esta apenas tentando chamar atenção.
Fale gentilmente o que todos poderiam saber sobre o amor.
Fale abertamente para ninguem achar que voce tem algo a esconder.
Fale francamente para não ser malcompreendido.
Fale frequentemente para que suas palavras possam ser realmente ouvidas.
Fale respeitosamente para que ninguem seja insultado.
Fale amorosamente para que cada sílaba possa curar.
Fale de mim de todos os modos.
Torne a sua vida uma dadiva. Lembre-se sempre de que voce é a maior dadiva.
Seja uma dadiva para todos que entram em sua vida, e para todos em cuja vida voce entra. Tenha cuidado de não entrar na vida de uma pessoa se não puder ser uma dadiva para ela.
(Voce sempre pode ser uma dadiva, porque é a dadiva – contudo, as vezes não se permite saber disso.)
quando alguem entra em sua vida inesperadamente, procure a dadiva que essa pessoa veio receber de você.

Que modo extraordinario de dizer isso!

Por que outro motivo acha que outra pessoa entra em sua vida?
Eu lhe digo que todas as pessoas que já entraram em sua vida o fizeram para receber uma dadiva sua. Ao fazerem isso ofereceram uma dadiva a voce – a dadiva de experimentar Quem Voce É.
Quando voce se der conta dessa simples verdade, quando compreende-la, descobrirá a maior verdade de todas:
eu só lhe enviei anjos.

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NEALE DONALD WALSCH – A PEQUENA ALMA E O SOL

Posted by José Eduardo Glaeser em 04/05/2013

– Hã? – disse a Pequena Alma, que já estava um pouco confusa.
– Pensa assim: tu és como uma vela ao Sol. Estás lá sem dúvida. Tu e mais milhões, zilhões de outras velas que constituem o Sol. E o Sol não seria o Sol sem vocês. ‘Não seria um sol sem uma das suas velas… e isso não seria de todo o Sol, pois não brilharia tanto. E no entanto, como podes conhecer-te como a Luz quando estás no meio da Luz – eis a questão’.
– Bem, tu és Deus. Pensa em alguma coisa! – disse a Pequena Alma mais animada.
Deus sorriu novamente.
– Já pensei. Já que não podes ver-te como a Luz quando estás na Luz, vamos rodear-te de escuridão – disse Deus.
– O que é a escuridão? perguntou a Pequena Alma.
– É aquilo que tu não és – replicou Deus.
– Eu vou ter medo do escuro? – choramingou a Pequena Alma. – – Só se o escolheres. Na verdade não há nada de que devas ter medo, a não ser que assim o decidas. Porque estamos a inventar tudo. Estamos a fingir.
– Ah! – disse a Pequena Alma, sentindo-se logo melhor. Depois Deus explicou que, para se experimentar o que quer que seja, tem de aparecer exactamente o oposto.
– É uma grande dádiva, porque sem ela não poderíamos saber como nada é – disse Deus – Não poderíamos conhecer o Quente sem o Frio, o Alto sem o Baixo, o Rápido sem o Lento. Não poderíamos conhecer a Esquerda sem a Direita, o Aqui sem o Ali, o Agora sem o Depois. E por isso, – continuou Deus – quando estiveres rodeada de escuridão, não levantes o punho nem a voz para amaldiçoar a escuridão. ‘Sê antes uma Luz na escuridão, e não fiques furiosa com ela. Então saberás Quem Realmente És, e os outros também o saberão. Deixa que a tua Luz brilhe tanto que todos saibam como és especial!’
– Então posso deixar que os outros vejam que sou especial? -perguntou a Pequena Alma.
– Claro! – Deus riu-se. – Claro que podes! Mas lembra-te de que ‘especial’ não quer dizer ‘melhor’! Todos são especiais, cada qual à sua maneira! Só que muitos esqueceram-se disso. Esses apenas vão ver que podem ser especiais quando tu vires que podes ser especial!
– Uau – disse a Pequena Alma, dançando e saltando e rindo e pulando.
– Posso ser tão especial quanto quiser!
– Sim, e podes começar agora mesmo – disse Deus, também dançando e saltando e rindo e pulando juntamente com a Pequena Alma
– Que parte de especial é que queres ser?
– Que parte de especial? – repetiu a Pequena Alma. – Não estou a perceber.
– Bem, – explicou Deus – ser a Luz é ser especial, e ser especial tem muitas partes. É especial ser bondoso. É especial ser delicado. É especial ser criativo. É especial ser paciente. Conheces alguma outra maneira de ser especial? A Pequena Alma ficou em silêncio por um momento. – Conheço imensas maneiras de ser especial! – exclamou a Pequena Alma
– É especial ser prestável. É especial ser generoso. É especial ser simpático. É especial ser atencioso com os outros.
– Sim! – concordou Deus – E tu podes ser todas essas coisas, ou qualquer parte de especial que queiras ser, em qualquer momento. É isso que significa ser a Luz.
– Eu sei o que quero ser, eu sei o que quero ser! – proclamou a Pequena Alma com grande entusiasmo. – Quero ser a parte de especial chamada ‘perdão’. Não é ser especial alguém que perdoa?
– Ah, sim, isso é muito especial, assegurou Deus à Pequena Alma.
– Está bem. É isso que eu quero ser. Quero ser alguém que perdoa. Quero experimentar-me assim – disse a Pequena Alma. – Bom, mas há uma coisa que devias saber – disse Deus.
A Pequena Alma já começava a ficar um bocadinho impaciente. Parecia haver sempre alguma complicação.
– O que é? – suspirou a Pequena Alma.
– Não há ninguém a quem perdoar.
– Ninguém? A Pequena Alma nem queria acreditar no que tinha ouvido.
– Ninguém! – repetiu Deus. Tudo o que Eu fiz é perfeito. Não há uma única alma em toda a Criação menos perfeita do que tu. Olha à tua volta. Foi então que a Pequena Alma reparou na multidão que se tinha aproximado. Outras almas tinham vindo de todos os lados – de todo o Reino – porque tinham ouvido dizer que a Pequena Alma estava a ter uma conversa extraordinária com Deus, e todas queriam ouvir o que eles estavam a dizer. Olhando para todas as outras almas ali reunidas, a Pequena Alma teve de concordar. Nenhuma parecia menos maravilhosa, ou menos perfeita do que ela. Eram de tal forma maravilhosas, e a Luz de cada uma brilhava tanto, que a Pequena Alma mal podia olhar para elas.
– Então, perdoar quem? – perguntou Deus.
– Bem, isto não vai ter graça nenhuma! – resmungou a Pequena Alma – Eu queria experimentar-me como Aquela que Perdoa. Queria saber como é ser essa parte de especial. E a Pequena Alma aprendeu o que é sentir-se triste. Mas, nesse instante, uma Alma Amiga destacou-se da multidão e disse:
– Não te preocupes, Pequena Alma, eu vou ajudar-te – disse a Alma Amiga.
– Vais? – a Pequena Alma animou-se. – Mas o que é que tu podes fazer?
– Ora, posso dar-te alguém a quem perdoares!
– Podes?
– Claro! – disse a Alma Amiga alegremente. – Posso entrar na tua próxima vida física e fazer qualquer coisa para tu perdoares.
– Mas porquê? Porque é que farias isso? – perguntou a Pequena Alma.
– Tu, que és um ser tão absolutamente perfeito! Tu, que vibras a uma velocidade tão rápida a ponto de criar uma Luz de tal forma brilhante que mal posso olhar para ti! O que é que te levaria a abrandar a tua vibração para uma velocidade tal que tornasse a tua Luz brilhante numa luz escura e baça? O que é que te levaria a ti, que danças sobre as estrelas e te moves pelo Reino à velocidade do pensamento, a entrar na minha vida e a tornares-te tão pesada a ponto de fazeres algo de mal?
– É simples – disse a Alma Amiga. – Faço-o porque te amo.
A Pequena Alma pareceu surpreendida com a resposta.
– Não fiques tão espantada – disse a Alma Amiga – tu fizeste o mesmo por mim. Não te lembras? Ah, nós já dançámos juntas, tu e eu, muitas vezes. Dançámos ao longo das eternidades e através de todas as épocas. Brincamos juntas através de todo o tempo e em muitos lugares diferentes. Só que tu não te lembras. Já fomos ambas o Todo. Fomos o Alto e o Baixo, a Esquerda e a Direita. Fomos o Aqui e o Ali, o Agora e o Depois. Fomos o Masculino e o Feminino, o Bom e o Mau – fomos ambas a vítima e o vilão. Encontramo-nos muitas vezes, tu e eu; cada uma trazendo à outra a oportunidade exata e perfeita para Expressar e Experimentar Quem Realmente Somos. – E assim, – a Alma Amiga explicou mais um bocadinho – eu vou entrar na tua próxima vida física e ser a ‘má’ desta vez. Vou fazer alguma coisa terrível, e então tu podes experimentar-te como Aquela Que Perdoa.
– Mas o que é que vais fazer que seja assim tão terrível? – perguntou a Pequena Alma, um pouco nervosa.
– Oh, havemos de pensar nalguma coisa – respondeu a Alma Amiga, piscando o olho. Então a Alma Amiga pareceu ficar séria, disse numa voz mais calma:
– Mas tens razão acerca de uma coisa, sabes?
– Sobre o quê? – perguntou a Pequena Alma. – Eu vou ter de abrandar a minha vibração e tornar-me muito pesada para fazer esta coisa não muito boa. Vou ter de fingir ser uma coisa muito diferente de mim. E por isso, só te peço um favor em troca.
– Oh, qualquer coisa, o que tu quiseres!- exclamou a Pequena Alma, e começou a dançar e a cantar:
– Eu vou poder perdoar, eu vou poder perdoar! Então a Pequena Alma viu que a Alma Amiga estava muito quieta.
– O que é? – perguntou a Pequena Alma. – O que é que eu posso fazer por ti? És um anjo por estares disposta a fazer isto por mim!
– Claro que esta Alma Amiga é um anjo! – interrompeu Deus, – são todas! Lembra-te sempre: Não te enviei senão anjos. E então a Pequena Alma quis mais do que nunca satisfazer o pedido da Alma Amiga.
– O que é que posso fazer por ti? – perguntou novamente a Pequena Alma.
– No momento em que eu te atacar e atingir, – respondeu a Alma Amiga – no momento em que eu te fizer a pior coisa que possas imaginar, nesse preciso momento…
– Sim? – interrompeu a Pequena Alma
– Sim?
A Alma Amiga ficou ainda mais quieta.
– Lembra-te de Quem Realmente Sou.
– Oh, não me hei de esquecer! – gritou a Pequena Alma – Prometo! Lembrar-me-ei sempre de ti tal como te vejo aqui e agora.
– Que bom, – disse a Alma Amiga – porque, sabes, eu vou estar a fingir tanto, que eu própria me vou esquecer. E se tu não te lembrares de mim tal como eu sou realmente, eu posso também não me lembrar durante muito tempo. E se eu me esquecer de Quem Sou, tu podes esquecer-te de Quem És, e ficaremos as duas perdidas. Então, vamos precisar que venha outra alma para nos lembrar às duas Quem Somos.
– Não vamos, não! – prometeu outra vez a Pequena Alma. – Eu vou lembrar-me de ti! E vou agradecer-te por esta dádiva – a oportunidade que me dás de me experimentar como Quem Eu Sou.
E assim o acordo foi feito. E a Pequena Alma avançou para uma nova vida, entusiasmada por ser a Luz, que era muito especial, e entusiasmada por ser aquela parte especial a que se chama Perdão. E a Pequena Alma esperou ansiosamente pela oportunidade de se experimentar como Perdão, e por agradecer a qualquer outra alma que o tornasse possível. E, em todos os momentos dessa nova vida, sempre que uma nova alma aparecia em cena, quer essa nova alma trouxesse alegria ou tristeza – principalmente se trouxesse tristeza – a Pequena Alma pensava no que Deus lhe tinha dito. Lembra-te sempre, – Deus aqui tinha sorrido – não te enviei senão anjos!”

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