Nikolai Berdiaev – O Eu, a solidão e a sociedade: CAP. 3 [FINAL] SOLIDÃO E CONHECIMENTO – TRANSCENDÊNCIA; CONHECIMENTO COMO COMUNHÃO; SOLIDÃO E SEXUALIDADE – SOLIDÃO E RELIGIÃO.

Nikolai Berdiaev – O Eu, a solidão e a sociedade

CAPÍTULO III
SOLIDÃO E CONHECIMENTO – TRANSCENDÊNCIA;
CONHECIMENTO COMO COMUNHÃO;
SOLIDÃO E SEXUALIDADE – SOLIDÃO E RELIGIÃO.

É incontestável que o conhecimento chega a suplantar a solidão, porque ele nos faz sair de nós mesmos, do espaço e do tempo – tais como nos são dados – para nos conduzir a outro espaço e outro tempo, e que ele, levando-nos até o ‘outro’, supera o isolamento. O conhecimento é uma das saídas possíveis para a solidão, uma saída para o outro ‘eu’, para mundo, para Deus. Aquele que conhece sai de sua reclusão, deixa de viver unicamente em si e consigo mesmo. Tampouco se pode negar que o conhecimento traz em si uma marca social, que ele permite aos homens comunicar entre si. São evidentemente sociais a comunidade lógica, o aparelho lógico do conhecimento, os conceitos, as normas e as leis, a língua. A língua é o instrumento mais poderoso da constituição da sociedade e o estabelecimento de comunicações entre os homens, mas ela própria está ligada ao pensamento e à elaboração de noções que permitem a instituição de uma comunidade de ordem intelectual entre os homens. Subjaz aos nomes uma verdadeira magia social. Os resultados e as realizações práticas do conhecimento dependem do grau de comunidade entre os homens, de agrupamentos sociais, de sua cooperação laboriosa, em resumo, da maneira como eles superam a solidão. Todos esses fatos colocam, em toda sua complexidade, as relações entre conhecimento e solidão.
Se o caráter social do conhecimento caracteriza o estabelecimento de comunicações entre os homens, nem por isso segue-se que ele caracterize também a realização da comunhão, vale dizer, que a solidão seja ontologicamente superada. Pois, uma vez que a socialização é idêntica à objetificação, e que a objetificação do conhecimento mascara o mistério da existência (única forma de suplantar a solidão e estabelecer a comunhão), das duas perspectivas a partir das quais se pode considerar o conhecimento – a da objetificação e a da amizade com um ‘si mesmo’ – somente a segunda é capaz de trazer a cura para a solidão.
Assim é que o conhecimento comporta dois aspectos. Seu sentido primário está na relação do conhecedor para com o ser; nesse sentido a solidão é superada quando a participação do conhecedor no mistério da existência é alcançada. O segundo sentido do conhecimento reside nas relações do conhecedor com o ‘outro’, com a multiplicidade dos homens, com a sociedade. Se, desse segundo ponto de vista, se pretender suplantar a solidão por meio da socialização, como essa reflete a queda do ‘eu’ no mundo dos objetos, o sucesso obtido será superficial, e não poderá ser conseguido sem que o sentimento e a consciência de si sejam amortecidos.
A comunhão por meio da qual a solidão pode ser superada não se realiza, portanto, senão pela passagem, não do ‘eu” ao objeto, mas do ‘eu’ ao ‘você’, tal como operam o amor e a amizade. Isso é inteiramente válido para o conhecimento. Nem o contato do ‘eu’ com o objeto, nem a sociedade podem abolir a solidão. Tal coisa só é possível por meio do ‘você’, pela comunhão no interior de um ‘nós’, e jamais por meio do social. Uma vez que o conhecimento objetificado não trata nunca de outra coisa que não do geral, ele fabrica abstrações e alcança o universal, mas, seja no geral, seja no universal, já não existem o individual, o singular e o pessoal. Ao contrário, no conhecimento visto como comunhão, na medida em que ele permite ao ‘eu’ se unir com o ‘você’, o valor da universalidade dos resultados reside em que eles servem para alcançar o individual, o singular e o pessoal. Não é numa generalidade abstrata, mas no universal concreto, que o individual encontra sua afirmação.
Assim sendo, quando o universal e o geral oprimem, negando o particular e o singular, torna-se possível superar a solidão, mas apenas na medida em que se suprime totalmente o ‘eu’, e portanto do ‘você’ (que não é outra coisa do que um ‘outro eu’). Ao contrário, quando o conhecimento é considerado como sendo uma filosofia da existência, ele sempre trata do ‘eu’ e do ‘você’, e é, em essência, personalista. Com efeito, o que importa não é afogar a solidão numa universalidade impessoal, mas sim ultrapassá-la pela personalidade. Ao se libertar do jugo da sociedade, da comunidade lógica socializada, o conhecimento torna o pensamento supralógico.
O certo é que superar a solidão consiste sempre em operar uma transcendência do ‘eu’, seja no pensamento, seja na vida emocional. Mas transcender-se em direção ao objeto e ao geral é uma coisa, transcender-se em direção ao ‘você’, ao ‘outro eu’, em direção à existência autêntica, é outra, e totalmente diferente. Certamente existe um valor positivo no ato através do qual o ‘eu’ ultrapassa a si mesmo, se liberta pelo conhecimento do objeto, pela instituição da sociedade, pela elaboração das generalidades e dos conceitos indispensáveis à comunicação – mas o mundo em cujo interior isso se realiza continua a ser um mundo decaído, dividido, acorrentado. Mesmo na generalidade do conhecimento objetificado transparece a luz do Logos, ainda que seja num meio obscurecido, que reflete a servidão do ‘eu’ humano.
Assim é que o conhecimento desemboca em contradições e antinomias insuperáveis. Na medida em que ultrapassa a solidão e obtém a comunhão, e enfrenta o tempo, a pessoa e outros tantos problemas, de onde surgem as contradições. A objetificação não suprime essas contradições, ela só o faz em aparência; e elas se multiplicam na mexida mesma do progresso do conhecimento objetificado. Para todas essas contradições, que às vezes se tornam intoleráveis, a solução possui um único nome, que é Deus. Deus significa precisamente a coincidentia oppositurium, para retomarmos a definição genial de Nicolas de Cusa.
O conhecimento é conjugal por natureza: ele pressupõe uma dualidade; ele não pode ser produzido, nem somente pelo objeto, nem por uma atividade própria e exclusiva do sujeito. É por isso que a solidão não é suplantada, a menos que, na operação do conhecimento, se realize a união verdadeira, que é a união pelo amor, uma vez que não existe união possível com o geral, sendo a única forma de união aquela que se dá com um ‘outro eu’, com o ‘você’.
A essência conjugal do conhecimento é una com sua essência teândrica. No conhecimento, existe a parte do homem e a parte de Deus. A objetificação parece eliminá-las do saber, e substituí-las pela impessoalidade e a generalidade. A dificuldade do conhecimento está em trespassar essa impessoalidade e essa generalidade, para realizar a união conjugal das pessoas. Mas pode acontecer que, sobre a via do conhecimento, o ‘eu’ não consiga banir a solidão, e que ele se ponha a buscar a união por outros caminhos. Por conhecimento, entendo aqui não apenas o conhecimento dos sábios e dos filósofos, estranho à maior parte das pessoas, como também o conhecimento comum, fornecido pela vida de todo dia, que está submetido ao geral e resulta da imitação.
Uma das principais causas da solidão humana é o sexo. O homem é um ser sexuado, vale dizer, ele é metade de um ser, um ser cindido, incompleto, que aspira a ser completado. O sexo lesa profundamente o ‘eu’, que é bissexual, que em sua integridade e sua plenitude seria macho e fêmea, ou seja, andrógino. Dessa forma, a primeira maneira de fugir da solidão na comunhão diz respeito à solidão sexual, ao isolamento no sexo; ela aspira à reunião na integridade sexual. Pelo simples fato de sua existência, o sexo é separação, falta, nostalgia, desejo de se abrir ao outro.
A união física dos sexos, que encerra o desejo sexual, não basta, por si só, para superar a solidão, e essa pode vir a se mostrar ainda mais violentamente. A união sexual pode inclusive levar à queda do ‘eu’ no mundo objetificado, pois, embora sendo um acontecimento da natureza, a vida sexual remete ao mundo dos objetos. Seu resultado se encontra socializado no casamento e na família. Como fato biológico e social, a sexualidade é objetiva; ora, na objetividade, a solidão não é superada, mas apenas amortecida.
É por isso que, embora a união biológica dos sexos e a instituição familiar possam adormecer e apaziguar o sentimento de solidão, eles não podem fazê-lo em definitivo, e existe um verdadeiro demonismo no sexo, que aparece tanto na repressão quanto nas manifestações sexuais. Quando a sexualidade é demoníaca, ela se torna destrutiva e assassina.
Somente o amor e a amizade podem trazer ao homem a grande promessa de que a solidão pode ser superada. O amor é precisamente aquilo que suprime a solidão, o que conduz o ‘eu’ ao outro, a reflexão do ‘eu’ no outro e do outro no ‘eu’. É uma comunhão na qual a pessoa se une a outra pessoa. Um amor impessoal, que não se dirija a nenhuma imagem individual, não poderia ser chamado de amor: “amor de vidro”, dizia Vasily Rozanoff. Isso não passa de uma corrupção do Cristianismo. Da mesma forma, a amizade só pode ser personalista, e dessa forma participa igualmente do erótico.
Como poderia não existir uma ligação profunda entre a pessoa e o amor, uma vez que o amor é o que faz de mim uma pessoa? Somente pelo amor podemos nos fundir totalmente com o outro, superando a solidão. O conhecimento não é possível, a menos que ele seja amor. Mesmo o que existe de parcial e demoníaco na sexualidade pode conduzir ao amor. Quando a existência humana é lançada no mundo objetivo, o amor se torna trágico e se liga à morte. O mundo objetificado não reconhece o amor autêntico, ele não o ama, só conhece dele o aspecto biológico e social; por seu lado, o amor desconhece das leis do mundo objetivo e social, ele deve romper seus limites a fim de suplantar a solidão; e é por isso que ele está tão intimamente ligado à morte.
Somos reconduzidos à mesma dualidade. A comunicação sexual pode se encerrar dentro da sociedade, permanecer dentro dos quadros das instituições sociais, e a objetificação impede a comunhão real, de modo que a solidão persiste; ou, ao contrário, os sexos se unem, não mais da sociedade, mas na comunhão pelo amor, e a solidão é superada; enquanto isso, no mundo objetivo essa união gera um destino trágico e se liga misteriosamente à morte.
Dentro dos limites de nosso mundo, o dualismo é insuperável; mas em conexão com ele está o transcendente, que é o princípio da vida autêntica, e que, por franquear os limites da vida enclausurada, permite alcançar uma esfera mais alta. A essência do amor consiste em transcender. O homem é lavado a tal pela força do sentimento contundente de seu abandono, e o mundo congelado dos objetos o faz buscar a outrem e a desejar a reunião. Mas o mistério metafísico da sexualidade é tão grande e profundo q eu, mesmo na extremidade do amor, como no caso de Tristão e Isolda, a solidão e a nostalgia sexuais não são completamente suprimidas. Entre os amantes existe um elemento demoníaco de inimizade. Na sua superação definitiva poderia se realizar a imagem do andrógino perfeito; mas isso implicaria a transfiguração da natureza. O que permanece como verdade é que é no domínio da sexualidade que se revela com mais clareza a necessidade de ultrapassar a solidão.
No comunismo, esse problema desaparece. A solidão é definitivamente superada pela dissolução do ‘eu’ pela coletividade pública, pela substituição da consciência coletiva ao ‘eu’ pessoal. A existência do ‘eu’ se objetiva definitivamente e se enraíza no processo do construtivismo social. A vida sexual se submete definitivamente à coletividade, às exigências da construção social. Daí a importância atribuída à eugenia, à mecanização e à tecnificação do sexo: o amor pessoal é totalmente negado. Conta-se com esse sistema de seleção para sufocar a nostalgia sexual e o sentimento de solidão conectado a ela. O erótico é sacrificado em benefício do econômico e do técnico. Encontramos a mesma tentativa no racismo alemão.
Isso equivale a tentar resolver por meio da objetificação e da socialização um problema cujo caráter está em nos conduzir para além de toda espécie de objetificação e de socialização, na direção da comunhão e da união existencial. Isso não é novo: entre os Doutores da Igreja, encontramos a mesma negação do amor pessoal, a mesma concepção da vida sexual considerada como uma instituição social. É verdade que, por um de seus aspectos, a sexualidade mergulha na existência interior do ‘eu’, ela se interessa pelo destino do homem e da pessoa, enquanto estrangeiros ao mundo dos objetos, sem, no entanto, jamais deixar de estar num conflito trágico com esse, de estar envolvido no conflito da família e da sociedade. O mesmo acontece com o desejo de autoridade, a necessidade de poder, que precipita o homem no mundo dos objetos e da sociedade, ao mesmo tempo em que é inseparável do destino do homem íntimo. O poder e a autoridade não superam a solidão, porque só podem ser exercidos sobre os objetos; é por isso que o destino de um Júlio César, de um Napoleão, é trágico.
Religião significa ligação. É em virtude de sua própria definição que a religião conduz o ‘eu’ a ultrapassar seu isolamento, a sair de si, a se mostrar, a conquistar uma comunidade, uma familiaridade. Por essência, ela está associada ao mistério do ser, ao próprio ser. Mas não é pela religião, diretamente, que a solidão é suplantada, pois a religião não passa de uma relação e, como tal, ela é secundária e transitória: a solidão só pode ser suplantada por Deus. É Nele, precisamente, que ela é ultrapassada, que se obtém a plenitude, que se descobre o sentido da existência. Esquecemo-nos com frequência que é Deus o primeiro e que a religião pode mesmo prejudicar a relação entre Ele e o homem. No interior da religião, tal como ela se revelou na história, na vida social da humanidade, a relação do homem com Deus não é independente da objetificação e da socialização. Com essa religião objetiva e socializada, o sentimento de solidão fica amortecido, em consequência da queda do ‘eu’ no mundo dos objetos e da sociedade, ainda que esse mundo se chame Igreja; mas ele não é ontologicamente superado.
Esse sentimento não pode ser superado a menos que a relação entre o ‘eu’ e Deus seja da ordem da existência íntima, da vida original da Igreja-comunidade, e não da Igreja-sociedade; assim é que encontramos na religião a mesma coisa que vimos a respeito do conhecimento, da vida sexual – em toda partem a mesma dualidade, as duas mesmas perspectivas, a do Espírito e a da natureza, da liberdade e da necessidade, da existência (ou vida primeira) e da objetividade. Certamente, a religião é uma instituição social, ela já é algo de secundário, de objetificado, de projeção no mundo; mas ela é também revelação, a voz de Deus, a encarnação de Deus, e assim ela é primária e independente do mundo dos objetos, do mundo socializado.
Isso não quer dizer que, mesmo nesse caso a religião não passe de um acontecimento individual e o privilégio de almas isoladas. Ao contrário, a religião, ao mesmo tempo em que me religa e me une a Deus, é necessariamente o que me religa e me une ao ‘outro’, ao meu próximo – ela é comunidade e comunhão. Essa união revela uma outra ordem além da ordem objetiva da sociedade, onde é cada um por si, onde o próprio Deus é um objeto e não um ‘você’. O mistério do Cristianismo é o mistério da superação do ‘eu’ em Cristo, o Homem-Deus, em sua natureza teândrica, no Corpus Christi. Mas, para superar a solidão, não é bastante confessar de modo formal a fé em Cristo, pertencer formalmente à Igreja, pois nesse caso a superação não é mais do que aparente e superficial, ao invés de se realizar em profundidade. No Cristianismo puramente social, o amor só poderia ter um caráter convencional, simbólico, irreal. A solidão não pode ser efetivamente superada senão pelo amor real, que é o ápice da vida.
Acontece que pertencer por pura forma às confissões cristãs significa manter-se num grau de objetificação. O ‘eu’ que não sai de si senão para penetrar no objeto não se liberta de sua solidão, pois não existe realmente, ontologicamente, união com esse objeto, por meio do qual ele realizou sua saída de si. É por isso que, no próprio interior da Igreja, sua solidão ainda pode ser sentida de maneira aguda, contundente, particularmente dolorosa. No interior de uma mesma paróquia, junto com seus correligionários, é possível sentir-se infinitamente só, mais até do que entre homens de credos e convicções diferentes, e manter, com esses correligionários, relações exclusivamente objetivas, não vendo, em cada um deles, mais do que um objeto, e jamais um ‘você’. Esse é um estado extremamente doloroso, trágico até, e que atesta a dualidade básica da vida religiosa. Um crescimento da espiritualidade pode trazer um agravamento dessa solidão, pois pode ser acompanhado de uma ruptura total com as relações sociais do mundo objetificado. Essas dolorosas rupturas não podem ser evitadas no caminho do progresso espiritual.
Não obstante, é somente sobre o plano espiritual que a solidão pode ser ultrapassada, é apenas na experiência mística, onde todas as coisas estão em mim, e eu nelas. Esse caminho é diametralmente oposto ao da objetificação, que põe em comunicação coisas que são absolutamente extrínsecas, estranhas, sem parentesco algum. Comunicações e relações, mesmo dentro do próprio Cristianismo, apresentam frequentemente um caráter de convenção puramente verbal, retórica, como acontece com a simbólica das comunicações e das relações. Toda a vida da sociedade repousa sobre uma “retórica” imitativa. A isso se opõe a realização da vida verdadeira, espiritual e mística. Sem dúvida, a própria mística pode se tornar retórica e convencional, mas em nenhum caso ela se torna objetificação, ela jamais se rebaixa ao cotidiano social. Mas esse não é seu sentido verdadeiro. Em suas profundezas, a existência humana, minha própria existência, é de ordem espiritual e não pertence ao mudo objetificado da obrigação, ela não tem aí sua raiz. É somente no seio dessa profundidade que a solidão é superada, que ela é posta a nu. Ao contrário, a objetificação final suprime a ansiedade da solidão. Ao reconhecer-se como pertencente ao objeto, à sociedade, o ‘eu’ já não se sente só; mas não existe aí nada que signifique a vitória sobre a solidão, ainda que essa inserção do ‘eu’ no mundo dos objetos e da sociedade objetificada seja de ordem religiosa, pois esse estado não é experimentado depois, mas antes do despertar da solidão, enquanto revelação das profundezas. É aqui que se reconhece toda a complexidade do problema da solidão, tal como se encontra em todos os domínios, seja do conhecimento, da sexualidade, da vida social ou da vida religiosa.
Ao tratar do mal da solidão, expusemos um dos problemas principais da filosofia da existência, concebida como filosofia do destino humano. Solidário a esse problema está o angustiante “mal dos tempos”, que iremos abordar oportunamente.

FONTE: BLOG CAMINHO DE ORAÇÃO

Um comentário em “Nikolai Berdiaev – O Eu, a solidão e a sociedade: CAP. 3 [FINAL] SOLIDÃO E CONHECIMENTO – TRANSCENDÊNCIA; CONHECIMENTO COMO COMUNHÃO; SOLIDÃO E SEXUALIDADE – SOLIDÃO E RELIGIÃO.

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